Desmontado em 2012 para dar lugar ao VLT que nunca funcionou, equipamento cultural atravessa três gestões municipais com promessas não cumpridas
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Publicado em: Por: Atual7
Sentimento por Entidade:
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Rosa Ewerton Jara
É retratada como uma pessoa que vivenciou a desativação e se manifesta sobre o assunto, mas sua fala é mais descritiva e de lembrança, sem um forte viés positivo ou negativo direcionado a ela.
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Circo Cultural Nelson Brito
É retratado como um espaço cultural de grande valor, com alto impacto e baixo custo operacional, que deixou saudades e é amplamente lamentado por sua ausência. O nome em si evoca sentimentos positivos relacionados à cultura.
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João Castelo
É diretamente associado à decisão de desativar o circo, alegando a implantação de um VLT que nunca funcionou, o que gerou um resultado negativo para a cidade. Sua ação é vista como a causa inicial do problema.
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VLT (Veículo Leve sobre Trilhos)
É apresentado como um projeto fracassado que não funcionou efetivamente, servindo como justificativa para a desativação do circo, mas sem trazer benefícios à cidade. Sua menção está ligada ao insucesso.
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Edivaldo Holanda Júnior
É criticado por ter prometido a reativação do circo durante suas duas gestões (2013-2020) sem cumprir, apresentando inclusive maquetes de projetos ambiciosos que nunca saíram do papel. A inação é o ponto central da crítica.
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Eduardo Braide
É retratado como um gestor que fez promessas de reativação do circo em suas campanhas eleitorais, mas cujos processos administrativos para a obra apresentaram irregularidades, atrasos e falta de transparência, gerando desconfiança e críticas.
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Jackson Lago
É mencionado como o gestor que inaugurou o circo em 1999, associando-o a um período de criação e funcionamento positivo do espaço cultural.
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Aterro do Bacanga
É o local original de inauguração do circo, sendo um ponto de referência para a história do espaço cultural. Sua menção é mais descritiva.
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Terminal de Integração Praia Grande
É mencionado como um ponto de referência próximo ao circo original, facilitando o acesso do público. Sua menção é contextual e neutra.
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Beto Ehongue
É apresentado como um produtor cultural que critica fortemente a retirada do circo e a inação das gestões, descrevendo o processo como 'aberrações políticas' e 'enrolação'. Sua fala carrega um forte tom de desaprovação.
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Ângela Ro Ro
É citada como uma das artistas que se apresentou no circo, associando-a a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Tom Zé
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Jards Macalé
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Chico César
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Paulinho Moska
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Lobão
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Raimundo Sodré
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Elomar
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Xangai
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Vander Lee
É citado como um dos artistas que se apresentou no circo, associando-o a um período de efervescência cultural e qualidade do espaço.
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Festival de Música Internacional de São Luís
É apresentado como um evento de grande porte e relevância que ocorreu no circo, destacando a importância e a capacidade do espaço.
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Gilson César
É retratado como um artista que lamenta o abandono cultural e a falta de reativação do circo, criticando a política de eventos em detrimento de estruturas permanentes. Sua fala expressa frustração e pessimismo.
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Atual7
É a fonte da reportagem, que buscou contato com os envolvidos e obteve documentos, atuando de forma informativa e investigativa. Sua menção é neutra.
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PSD
É mencionado como o partido de Eduardo Braide, sem que haja uma avaliação direta do partido no texto.
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Palácio de La Ravardière
É o local onde Eduardo Braide foi eleito, sendo um contexto para suas campanhas. Sua menção é neutra.
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TV Mirante
É o canal onde Eduardo Braide fez uma declaração sobre a licitação, sendo um meio de comunicação para a informação. Sua menção é neutra.
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Sistema Eletrônico de Informações (SEI)
É o sistema onde tramita o processo administrativo, mas sua menção está ligada a prazos vencidos e irregularidades, associando-o a burocracia e lentidão.
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Secretaria Municipal de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais (Semispe)
É o órgão responsável pelo processo administrativo, mas sua atuação é criticada pela demora e pelas irregularidades apontadas no processo de reativação do circo.
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Parque do Bom Menino
É o local proposto para a reinstalação do circo, mas sua adequação e a dinâmica do parque geraram contestações e impasses, associando-o a dificuldades e conflitos.
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Grupo de Dança Afro Malungos (GDAM)
É um grupo que utiliza a área do anfiteatro no Parque do Bom Menino, sendo mencionado como parte da infraestrutura existente no local proposto para o circo. Sua menção é contextual.
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Elza Helena Serejo Braide
É uma especialista jurídica que contesta o processo administrativo, apontando ausência de documentos e orientando sigilo, o que contraria princípios de publicidade. Sua atuação é vista como um obstáculo ou ponto de discórdia no processo.
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Lei de Acesso à Informação (LAI)
É mencionada em relação à interpretação de Elza Braide sobre documentos preparatórios, indicando um debate sobre a transparência e o acesso à informação pública.
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Lei de Licitações (14.133/2021)
É citada como a legislação que estabelece o princípio da publicidade e veda o início de licitação sem projeto básico, sendo um referencial legal para a crítica às irregularidades no processo.
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Daniel Domingues
É um advogado especialista que comenta a situação dos processos licitatórios, reforçando a importância da transparência e do projeto básico, e alertando sobre irregularidades e improbidade administrativa. Sua fala é técnica e crítica.
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Tribunal de Contas da União (TCU)
É mencionado por meio de uma súmula que estabelece a necessidade de projeto básico antes da licitação de obras públicas, sendo um órgão de controle que reforça a argumentação sobre a legalidade dos processos.
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Instituto Maranhense de Direito Administrativo e Municipal (IMDAM)
É a instituição da qual Daniel Domingues é fundador e presidente, conferindo credibilidade à sua análise sobre direito administrativo.
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Escola Superior de Controle Externo (EXCEX)
É a instituição onde Daniel Domingues é instrutor, reforçando sua expertise em controle externo.
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Plano de Contratações Anuais (PCA)
A ausência do Circo-Escola Nelson Brito no PCA de 2025 é apontada como uma irregularidade jurídica, gerando inconsistências e riscos de improbidade para o gestor. Sua menção está ligada a falhas no planejamento e execução.
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Cadê o Circo
É o coletivo de artistas que se mobilizou para a reativação do circo, mantendo diálogo com a prefeitura e assinando termos de compromisso. Representa a luta e a organização da classe artística.
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Marquinhos Duailibe
Foi secretário de Cultura e manteve diálogo com o coletivo 'Cadê o Circo', mas as reuniões não avançaram e ele não compareceu a um encontro agendado, sendo criticado por 'cozinhar' os artistas e demonstrar falta de interesse.
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Maurício Itapary
É o novo secretário de Cultura mencionado, sob cuja gestão as conversas para reativação do circo teriam 'acabado de vez', indicando uma descontinuidade e desinteresse.
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Centro de Criatividade Odylo Costa Filho
É um equipamento cultural estadual que está fechado, exemplificando a perda de espaços culturais em São Luís e agravando a crítica à política cultural da cidade.
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Secretaria Municipal de Cultura (Secult)
É o órgão municipal de cultura que assinou um termo de compromisso com o movimento 'Cadê o Circo', mas que não tornou o documento público e cujos representantes não deram retorno às tentativas de contato, sendo associada à falta de transparência e efetividade.
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Secretaria Municipal de Comunicação Social (Secom)
É o órgão de comunicação da prefeitura, procurado pela reportagem para obter respostas, mas que não retornou. Sua menção é neutra.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom predominantemente negativo, focado na desativação e na falta de promessas cumpridas em relação à reativação do Circo da Cidade. Há críticas contundentes às gestões municipais e à burocracia que impede o retorno do espaço cultural.
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