Denúncia detalha papel de cada familiar na organização criminosa acusada de desviar R$ 56,3 milhões dos cofres do município
Ler notícia completa no site do autor ↗️Família de Paulo Curió funcionava como “blindagem patrimonial” do esquema em Turilândia, diz PGJ
Publicado em: Por: Atual7
Sentimento por Entidade:
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Paulo Curió
É apontado como líder de um esquema criminoso, acusado de diversos crimes, incluindo organização criminosa, peculato, fraude à licitação, corrupção passiva e lavagem de capitais. O texto descreve como os valores ilícitos retornavam a ele e como ele pressionava por pagamentos. Seu nome está diretamente associado ao desvio de R$ 56,3 milhões.
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Turilândia
O município é apresentado como palco de um grande esquema de desvio de dinheiro público, com um IDH baixo e dependente de transferências governamentais. A cidade é retratada em um contexto de corrupção e má gestão dos recursos.
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União Brasil
O partido é mencionado apenas como a filiação política de Paulo Curió, sem qualquer juízo de valor sobre a sigla em si.
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Gaeco
O Gaeco é apresentado como o órgão que investigou e apontou o esquema, sendo a fonte das informações da denúncia. Sua atuação é descrita como fundamental para a descoberta do crime, o que confere um tom positivo à sua ação.
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Danilo de Castro
É o procurador-geral de Justiça que ofereceu a denúncia, sendo a autoridade responsável por iniciar o processo contra os acusados. Sua ação é apresentada como um passo importante para a justiça, conferindo um tom positivo à sua figura no contexto da notícia.
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Procuradoria-Geral de Justiça
A PGJ é apresentada como a responsável pela denúncia e pela investigação do esquema, detalhando a participação dos familiares. Sua atuação é descrita como central para a exposição do caso, conferindo um tom positivo à sua ação.
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Eva Curió
É apontada como primeira-dama e responde pelos mesmos crimes que o prefeito, sem agravante. O texto a inclui no círculo familiar que funcionava como 'blindagem patrimonial', indicando seu envolvimento no esquema.
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Domingos Curió
É o pai de Paulo Curió e responde por organização criminosa, peculato e lavagem. O texto detalha sua participação em 'alinhar' contratações com empresários, configurando seu envolvimento no esquema.
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Marcel Curió
É irmão de Paulo Curió e responde por organização criminosa, peculato e lavagem. O texto o inclui no núcleo familiar que funcionava como 'blindagem patrimonial'.
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Taily Amorim
É irmã de Paulo Curió e responde por organização criminosa, peculato e lavagem. O texto detalha que ela figurava como gerente de uma empresa de fachada, configurando seu envolvimento direto no esquema.
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Paulo Kikita
É tio de Paulo Curió e responde por organização criminosa, peculato e lavagem. O texto descreve sua atuação em 'maquiar' a execução de obras durante fiscalizações, indicando seu papel no esquema.
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Ritalice Dantas
É cunhada de Paulo Curió e responde por organização criminosa e lavagem. O texto aponta que cunhados funcionavam como 'contas de ocultação' e 'contas de passagem', configurando seu papel na blindagem patrimonial.
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Jander Amorim
É cunhado de Paulo Curió e responde por organização criminosa e lavagem. O texto aponta que cunhados funcionavam como 'contas de ocultação' e 'contas de passagem', configurando seu papel na blindagem patrimonial.
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Tânya Mendes
É a vice-prefeita denunciada pelos mesmos crimes de Paulo Curió, sem o agravante. Sua inclusão na denúncia indica seu envolvimento no esquema.
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Janaína Lima
É ex-vice-prefeita e responde pelos mesmos crimes de Paulo Curió, sem o agravante. O texto a aponta como controladora de fato do Posto Turi, uma das principais empresas usadas no esquema, e que recebia propina. Também teve seus estudos de medicina financiados pelo esquema.
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PRD
O partido é mencionado apenas como a filiação política de Tânya Mendes, sem qualquer juízo de valor sobre a sigla em si.
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Operação Tântalo
A operação é o contexto da investigação e das denúncias, tendo como alvo principal o esquema de desvio de dinheiro. O nome da operação está intrinsecamente ligado às acusações e prisões realizadas.
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Tribunal de Justiça
O Tribunal de Justiça decidiu autorizar a intervenção estadual em Turilândia. A decisão é apresentada como um fato jurídico, sem um julgamento de valor explícito sobre o tribunal em si, mas a decisão tomada tem implicações negativas para a gestão municipal.
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Carlos Brandão
O governador será o responsável por nomear o interventor em Turilândia. Sua ação é apresentada como uma consequência direta dos problemas no município, sem uma avaliação de sua conduta pessoal.
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IBGE
O IBGE é citado como fonte de dados sobre o IDH e a receita de Turilândia, apresentando informações factuais sem juízo de valor.
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Yuri Almeida
O autor é apresentado como fundador-editor do Atual7 e especializado em jornalismo investigativo e de dados, utilizando a LAI para expor corrupção. Sua descrição confere um tom positivo à sua atuação profissional e ao veículo que representa.
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Atual7
O veículo é apresentado como o local de atuação de Yuri Almeida, especializado em jornalismo investigativo. A descrição confere um tom positivo à sua linha editorial e ao seu papel na exposição de corrupção.
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Edifício Al Mare
O edifício é mencionado como local de aquisição de um apartamento de R$ 3,1 milhões por Wandson Barros, que teria 'emprestado' seu nome para Paulo Curió. A associação com a lavagem de dinheiro confere um tom negativo.
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Marlon Serrão
É ex-marido de Janaína Lima e, segundo a denúncia, controlava de fato o Posto Turi, empresa usada no esquema. O texto o associa diretamente à fraude em contratos de combustível.
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Auto Posto Leão I
É mencionado como o local onde o combustível que de fato abastecia a frota municipal era adquirido, em contraste com o Posto Turi, que emitia notas fiscais sem entrega. A associação com a fraude, mesmo que indireta, confere um tom negativo.
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Faculdade Anhembi Morumbi
A faculdade é mencionada como o local onde os estudos de medicina de Janaína Lima foram financiados pelo esquema. A associação com o dinheiro desviado confere um tom negativo.
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Universidade Ceuma
A universidade é mencionada como o local onde os estudos de medicina de Eva Curió foram financiados pelo esquema. A associação com o dinheiro desviado confere um tom negativo.
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Luminer
É descrita como uma empresa de fachada criada em nome de um pedreiro, com endereço inexistente, usada para receber recursos da prefeitura e redistribuí-los. Pagava aluguel, mensalidades escolares, supermercado e barbearia, servindo como um dos principais braços do esquema.
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Calhau
O bairro é mencionado como o local de uma casa de alto padrão avaliada em R$ 3,7 milhões, adquirida por Paulo Curió sem registro em seu nome e registrada em nome de um agiota. A associação com imóveis adquiridos com recursos ilícitos confere um tom negativo.
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Barreirinhas
A cidade é mencionada como local de uma casa em condomínio de alto padrão adquirida por Paulo Curió sem registro em seu nome. A associação com imóveis adquiridos com recursos ilícitos confere um tom negativo.
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Doha Eco Residence
O condomínio é mencionado como local de uma casa adquirida por Paulo Curió sem registro em seu nome. A associação com imóveis adquiridos com recursos ilícitos confere um tom negativo.
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Santa Helena
A cidade é mencionada como local de um terreno de R$ 350 mil adquirido por Paulo Curió sem registro em seu nome. A associação com imóveis adquiridos com recursos ilícitos confere um tom negativo.
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Wandson Barros
É apontado como operador financeiro da organização criminosa, recebendo 3% de todos os contratos fraudados. Atuava como 'braço direito' do prefeito, minutava documentos oficiais e gerenciava a logística dos desvios. 'Emprestou' seu nome para Paulo Curió adquirir um apartamento de luxo.
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Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça
Este órgão do Tribunal de Justiça tomou a decisão unânime de autorizar a intervenção estadual em Turilândia. A decisão em si é apresentada como um fato jurídico, sem um julgamento de valor explícito sobre o órgão, mas a decisão tomada tem implicações negativas para a gestão municipal.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma denúncia grave de desvio de dinheiro público e organização criminosa, com fortes acusações contra diversas pessoas, incluindo o prefeito afastado e seus familiares. A linguagem utilizada é predominantemente acusatória e investigativa, resultando em um sentimento geral negativo.
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