Condenado a 17 anos, 3 meses e 27 dias de prisão por crimes de roubo e extorsão, o investigador da Polícia Civil do Maranhão Kassamio Leal Paraíba ainda não cumpre pena e continua recebendo salários do Estado. A sentença foi proferida em setembro de 2025 pela 1ª Vara Criminal de Timon, assinada pelo juiz Rogério
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Publicado em: Por: BandMA
Sentimento por Entidade:
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Kassamio Leal Paraíba
O investigador é retratado de forma extremamente negativa, sendo o centro da notícia por sua condenação a mais de 17 anos de prisão por crimes graves e por continuar recebendo salário do Estado. A descrição de seus crimes e a decisão judicial reforçam a negatividade.
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Polícia Civil do Maranhão
O órgão público é mencionado no contexto de um de seus membros ter sido condenado por crimes graves, o que reflete negativamente na instituição, embora o texto não a critique diretamente. A falha em impedir o recebimento de salário por um condenado também impacta a percepção do órgão.
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Estado
O Estado é mencionado como o ente que continua pagando o salário do investigador condenado, o que é apresentado como um problema e uma falha sistêmica, gerando uma conotação negativa.
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1ª Vara Criminal de Timon
O órgão é mencionado como o responsável pela sentença inicial, sem juízo de valor sobre sua atuação no texto.
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Rogério Monteles da Costa
O juiz é mencionado como o responsável pela sentença, e sua decisão é descrita como fundamentada em provas robustas, o que confere uma neutralidade positiva à sua atuação no contexto da decisão.
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Governo do Maranhão
O governo é citado através de seu Portal da Transparência, que revela o recebimento contínuo de salário pelo investigador condenado, o que, no contexto da notícia, aponta para uma falha na gestão ou fiscalização.
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Renault Sandero
O veículo é mencionado como o utilizado no crime, sem qualquer conotação positiva ou negativa para o produto em si.
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Luccy Keiko Leal Paraíba
O delegado-geral é mencionado apenas como irmão do investigador condenado, sem que sua atuação ou pessoa sejam avaliadas no texto.
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Polícia Civil do Piauí
O órgão é mencionado como o local de atuação do irmão do investigador condenado, sem que sua atuação ou a instituição sejam avaliadas no texto.
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Jhonildo
O corréu é mencionado por sua condenação, o que o insere em um contexto negativo, embora menos central que o investigador principal.
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Marcos Wanderson Venâncio Mendes
O indivíduo é mencionado como integrante do grupo criminoso, mas sua punibilidade foi extinta por morte, retirando o foco de sua condenação e deixando sua menção neutra no contexto geral.
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G1
A fonte da notícia é mencionada, sem qualquer juízo de valor sobre ela.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma situação negativa e de indignação, onde um policial civil condenado por crimes graves continua recebendo salário do Estado enquanto aguarda julgamento em segunda instância. A narrativa foca na falha do sistema em impedir o pagamento e na gravidade dos crimes.
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