Os depoimentos do prefeito de Turilândia, Paulo Curió (União Brasil), e da primeira-dama Eva Curió, investigados por suspeita de desviar mais de R$ 56 milhões por meio de empresas fictícias, foram adiados pela segunda vez. As oitivas, que aconteceriam nesta terça-feira (6), foram remarcadas para sexta-feira (9), após pedido da defesa aceito pelo Ministério Público

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