Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se contra a concessão da domiciliar. De acordo com ele, a jurisprudência da Corte prevê esse tipo de medida apenas quando o tratamento médico indispensável não pode ser oferecido na unidade de custódia, o que, segundo seu entendimento, não ocorre no caso.

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