O escritório de advocacia da família do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski manteve um contrato milionário com o Banco Master por quase dois anos após ele assumir o comando do…
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Publicado em: Por: Minard
Sentimento por Entidade:
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Ricardo Lewandowski
É retratado como ex-ministro que manteve um contrato milionário com o Banco Master após assumir o Ministério da Justiça, com questionamentos sobre a relevância de suas entregas e a continuidade dos pagamentos mesmo após sua saída formal da sociedade, levantando suspeitas de conflito de interesses e ética.
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Banco Master
É apresentado como o contratante de um escritório de advocacia ligado a um ex-ministro, em um contrato milionário que se estendeu após a nomeação deste para o Ministério da Justiça. Além disso, é alvo de críticas públicas do presidente Lula, que o acusa de envolvimento em um rombo bilionário, o que reforça uma percepção negativa.
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Ministério da Justiça e Segurança Pública
É mencionado como o cargo ocupado por Ricardo Lewandowski, servindo como contexto para a análise do contrato e as potenciais implicações éticas e de conflito de interesses.
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governo Lula
É o contexto político em que Ricardo Lewandowski assumiu o cargo de ministro, sendo mencionado como o período em que o contrato milionário com o Banco Master se manteve ativo.
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PT
É mencionado como o partido do governo Lula e do líder do governo no Senado, Jaques Wagner. A proximidade histórica do banco com figuras centrais do PT é contrastada com o discurso duro do presidente Lula, sugerindo uma possível contradição ou complexidade nas relações políticas.
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Enrique de Abreu Lewandowski
É mencionado como filho de Ricardo Lewandowski e responsável pela continuidade do escritório após a saída do pai. A apuração indica que ele não realizou entregas relevantes, apesar da continuidade dos pagamentos, o que contribui para a percepção negativa sobre a gestão do contrato.
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Yara de Abreu Lewandowski
É mencionada como filha de Ricardo Lewandowski e parte da continuidade do escritório, mas sem atribuições de ação ou crítica direta no texto.
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Jaques Wagner
É citado como líder do governo no Senado que teria indicado o ex-ministro para atuar junto ao banco, servindo como um elo na narrativa sobre a contratação, mas sem julgamento direto de sua conduta.
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Guido Mantega
É mencionado como ex-ministro da Fazenda indicado para atuar junto ao banco, servindo como um elo na narrativa sobre a contratação, mas sem julgamento direto de sua conduta.
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Lula
É retratado criticando publicamente o Banco Master, acusando a instituição de falta de vergonha e envolvimento em um rombo bilionário. Essa postura contrasta com a proximidade histórica do banco com figuras do PT, adicionando uma camada de complexidade e crítica à situação.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma narrativa predominantemente negativa, levantando questionamentos sobre ética, conflito de interesses e a relação entre o setor público e privado, com foco em um contrato milionário envolvendo o escritório de advocacia da família de um ex-ministro após sua nomeação para um cargo público.
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