Ministério Público do Maranhão quer a condenação do prefeito de Santa Helena, Joãozinho Pavão (MDB), e do ex-prefeito Zezildo Almeida (PTB, atual PRD) à perda da função pública e à suspensão dos…
Ler notícia completa no site do autor ↗️MP quer condenação de Joãozinho e Zezildo por salários pagos a “influencer” e servidores que moram no RS e GO
Publicado em: Por: Minard
Sentimento por Entidade:
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Ministério Público do Maranhão
O MP-MA é apresentado como o órgão que investiga e move a ação, agindo de forma objetiva dentro de suas atribuições.
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Joãozinho Pavão
É acusado de participar de um esquema de servidores fantasmas, com pedidos de condenação e suspensão de direitos políticos. Sua conduta é classificada como 'uso da máquina pública para satisfação de interesses pessoais e eleitoreiros'.
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MDB
Mencionado apenas como afiliação partidária de Joãozinho Pavão, sem juízo de valor.
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Zezildo Almeida
É acusado de participar de um esquema de servidores fantasmas, com pedidos de condenação e suspensão de direitos políticos. É apontado como tendo assinado documentos que mantinham vínculos funcionais de pessoas que não trabalhavam.
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PTB
Mencionado apenas como afiliação partidária de Zezildo Almeida, sem juízo de valor.
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PRD
Mencionado apenas como afiliação partidária de Zezildo Almeida, sem juízo de valor.
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Santa Helena
É o município onde ocorreu o esquema de servidores fantasmas, gerando prejuízo aos cofres públicos e sendo palco de uma ação de improbidade administrativa.
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Rita de Cássia
É a promotora que assinou a ação de improbidade administrativa, agindo dentro de suas funções.
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Everlany Silva Corrêa
É mencionada como servidora que recebia salário sem trabalhar e que teria negociado diretamente com o prefeito. Sua conduta é descrita em um contexto negativo de esquema.
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Safira Roland Dias
É mencionada como nomeada pela prefeitura mas que mora e trabalha em outro estado, caracterizando-a como parte do esquema de servidores fantasmas.
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Madair Roland Dias
É mencionada como substituindo a irmã em sala de aula em Santa Helena há anos, indicando que poderia estar ocupando uma vaga de forma irregular enquanto a irmã recebia salário.
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Wariston José Lobato Dias
É mencionado como tendo cargo efetivo no município, mas mora e trabalha em outro estado, caracterizando-o como parte do esquema de servidores fantasmas.
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João Paulo Furtado Lopes
É mencionado como lotado em uma secretaria municipal, mas reside em outro estado, caracterizando-o como parte do esquema de servidores fantasmas.
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Wedy Soares Pinheiro
É mencionada como ocupando cargo em creche, mas viajando com frequência e tendo um terceiro exercendo suas funções, caracterizando-a como parte do esquema de servidores fantasmas.
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Yane Dias Lobato
É mencionada como servidora comissionada atuando como esteticista em São Luís, indicando que não exercia a função para a qual foi nomeada no município.
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Fábio Moreira de Freitas
É mencionado como trabalhando como taxista em vez de exercer suas atividades na escola onde é lotado, caracterizando-o como parte do esquema de servidores fantasmas.
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Yann Markus Lobato Souza
É mencionado como nutricionista contratado que recebe vencimentos do município, mas reside em outro estado, caracterizando-o como parte do esquema de servidores fantasmas.
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Adenrouse Ferreira Dias
É mencionada como tendo dispensa de frequência autorizada pela gestão, indicando facilitação para não comparecer ao trabalho.
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Rosinelba Pereira Ferreira
É alvo da ação por ter prestado informações falsas na apuração e por ter autorizado dispensa de frequência para a filha, sendo sua conduta descrita em um contexto negativo.
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São Luís
Mencionado como local de residência de alguns servidores e local de atuação profissional de outros, sem juízo de valor.
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Porto Alegre
Mencionado como local de residência e trabalho de Safira Roland Dias, sem juízo de valor.
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São Paulo
Mencionado como local de residência e trabalho de Wariston José Lobato Dias, sem juízo de valor.
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Aparecida de Goiânia
Mencionado como local de residência de João Paulo Furtado Lopes, sem juízo de valor.
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Goiás
Mencionado como estado onde se localiza Aparecida de Goiânia, sem juízo de valor.
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Atual7
É a fonte da notícia, apresentada de forma neutra.
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WhatsApp
Mencionado como meio pelo qual foram obtidos prints de conversas, sem juízo de valor sobre a plataforma.
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PGM (Procuradoria-Geral do Município)
Mencionado como o órgão que processou Zezildo por supostas irregularidades fiscais, sem juízo de valor.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte conotação negativa, detalhando um esquema de corrupção e improbidade administrativa, com acusações e pedidos de condenação contra os envolvidos.
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