Avaliação de ministros do Supremo é compartilhada por Kakay, Eugênio Aragão e Marco Aurélio de Carvalho: a Lava Jato sobreviveSergio Moro e Dias Toffoli (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado | Rosinei Coutinho/STF) Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reagiram de forma contundente a integrantes da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) diante da...
Ler notícia completa no site do autor ↗️Moro pode estar por trás dos ataques a Moraes e Toffoli, do STF
Publicado em: Por: Sidnei Costa
Sentimento por Entidade:
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Sergio Moro
É apontado como articulador de uma campanha coordenada contra o STF e o governo, com agentes da PF ligados a ele. O texto sugere que ele está por trás dos ataques.
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Dias Toffoli
É um dos alvos dos ataques mencionados no texto, que visam desgastar sua imagem e a do STF. A demora no cumprimento de uma liminar expedida por ele é citada como exemplo de interferência.
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Alexandre de Moraes
É mencionado como um dos ministros do STF que sofrem ataques, indicando que sua atuação e a da Corte estão sob pressão.
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Supremo Tribunal Federal
É apresentado como alvo de ataques e desgastes políticos orquestrados por remanescentes da Lava Jato e oposição, com o objetivo de prejudicar o governo.
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Polícia Federal
É descrita como um órgão onde remanescentes da Lava Jato ocupam cargos estratégicos e que estaria sendo utilizada para promover ataques ao STF e ao governo. Há menção a disputas internas e vazamentos.
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Procuradoria-Geral da República
Assim como a PF, é apontada como um local com influência de remanescentes da Lava Jato, contribuindo para tensões e ataques ao STF.
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Kakay
É apresentado como um advogado criminalista que compartilha a avaliação de que a Lava Jato atua para atacar o STF e o governo, fornecendo declarações que fundamentam essa tese.
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Eugênio Aragão
É citado como ex-ministro da Justiça que vê influência da Lava Jato na PF e PGR, contribuindo para tensões com o STF. Suas declarações corroboram a tese principal do texto.
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Marco Aurélio de Carvalho
É apresentado como coordenador do Grupo Prerrogativas que compartilha a interpretação de que oposição se aliou a remanescentes da Lava Jato para enfraquecer o STF e prejudicar o governo. Suas falas reforçam a narrativa.
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PL-PR
Partido ao qual o senador Sergio Moro está filiado, mencionado no contexto de sua atuação política e influência.
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Grupo Prerrogativas
Organização da qual Kakay e Marco Aurélio de Carvalho fazem parte, apresentada como um grupo que compartilha a visão crítica sobre as ações da Lava Jato.
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Andrei Rodrigues
Diretor-geral da PF, mencionado no contexto de sua condução do caso e da expectativa do governo de que ele mapeie e afaste quadros alinhados ao lavajatismo.
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Fábio Luís Inácio (Lulinha)
Mencionado em uma fala de Carvalho como exemplo de pessoa contra quem não foram encontradas provas, apesar dos vazamentos, indicando a ineficácia de certas investigações.
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André Mendonça
Ministro do STF, mencionado em uma fala de Kakay sobre a nomeação de agentes de confiança para investigação do Banco Master e o isolamento da imprensa e do diretor-geral da PF.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão crítica sobre a influência de remanescentes da Lava Jato em órgãos públicos, sugerindo articulações para atacar o STF e o governo. Há um tom de preocupação e desconfiança em relação a essas ações.
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