Coautora, com Heloísa Helena (Rede-RJ), do pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar o escândalo do Banco Master, Fernanda Melchionna (PSOL-RS) classificou co…
Ler notícia completa no site do autor ↗️“Pouca vergonha”, diz coautora de pedido sobre negociata entre Centrão e bolsonaristas para barrar CPI do Master
Publicado em: Por: Jorge Vieira
Sentimento por Entidade:
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Fernanda Melchionna
A deputada é apresentada como uma denunciante ativa, coautora de um pedido de CPI e crítica das negociatas. Seu discurso é o principal veículo de informação e crítica no texto, mas a análise foca em como ela é retratada, que é como uma voz de oposição e denúncia, o que a mantém neutra, mas com um tom de ação.
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Heloísa Helena
Mencionada como coautora do pedido de CPI, sem ações ou falas diretas no texto que justifiquem um sentimento específico.
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Centrão
O Centrão é retratado como um grupo que realiza 'negociatas', 'chantagens' e busca 'abafar' investigações, com o objetivo de proteger figuras políticas e interesses próprios.
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bolsonaristas
Os bolsonaristas são associados a tentativas de barrar investigações, negociatas e à proteção de Jair Bolsonaro, sendo descritos como parte de um plano para obter 'anistia' e 'silêncio'.
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Banco Master
O Banco Master é o centro de um escândalo financeiro, associado a 'roubalheira', 'corrupção' e 'títulos podres', sendo o foco de investigações e denúncias.
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Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro é mencionado no contexto da tentativa de reduzir sua pena e tirá-lo da prisão, associado a uma 'tentativa de golpe' e a um 'golpista', o que gera um sentimento negativo.
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PL da Dosimetria
O PL da Dosimetria é apresentado como um instrumento de chantagem e negociação para beneficiar Jair Bolsonaro, com o objetivo de reduzir sua pena e anistiar 'golpistas', gerando um sentimento negativo.
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Davi Alcolumbre
É acusado de ameaçar convocar sessão conjunta para derrubar veto de Lula, o que é interpretado como parte da negociata para barrar a CPI do Banco Master. Aliados dele já foram alvos da PF.
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Hugo Motta
É acusado de ameaçar convocar sessão conjunta para derrubar veto de Lula, o que é interpretado como parte da negociata para barrar a CPI do Banco Master.
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Polícia Federal
Mencionada como tendo realizado operações sobre o escândalo do Banco Master e como tendo sido alvo de investigação Carlos Jordy, mas sua atuação em si não é avaliada no texto.
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Carlos Jordy
Mencionado como bolsonarista que propôs a criação de uma CPMI, mas é também alvo da Polícia Federal, o que sugere uma participação ambígua ou questionável no contexto.
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Ibaneis Rocha
É acusado de tentar comprar 'títulos podres' do Banco Master com dinheiro público, o que é visto como uma ação negativa e prejudicial.
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Fábio Félix
Sua atuação e denúncia são creditadas como responsáveis por impedir a compra de títulos podres do Banco Master, o que lhe confere um papel positivo na narrativa.
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Banco Central
Sua negativa em relação à compra de títulos podres do Banco Master é vista como um fator positivo que impediu a ação.
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Rio Previdência
É apontado por ter usado dinheiro da aposentadoria de servidores para comprar títulos podres do Banco Master, o que é visto como uma ação corrupta e prejudicial.
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Rogério Correia
É apresentado como vice-líder do PT na Câmara, denunciando a chantagem e convocando à luta contra ela. Sua fala é de oposição e mobilização, o que o coloca em uma posição ativa e positiva dentro da narrativa.
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Lindbergh Farias
Denunciou a manobra como 'uma vergonha' e convocou à mobilização da sociedade. Sua fala é de denúncia e apelo à ação, o que o coloca em uma posição ativa e positiva dentro da narrativa.
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Daniel Vorcaro
É o dono do Banco Master, associado ao escândalo financeiro e a ligações com a igreja Lagoinha e doadores de campanhas políticas extremistas, o que gera um sentimento negativo.
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André Mendonça
É descrito como 'terrivelmente evangélico' e alçado ao STF por Bolsonaro, e desobrigou o banqueiro Daniel Vorcaro de depor, o que é apresentado como parte do plano para blindar o Banco Master.
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Tarcísio Gomes de Freitas
Mencionado como tendo recebido doação individual de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, o que o associa indiretamente ao escândalo do Banco Master e a ligações questionáveis.
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Nikolas Ferreira
Mencionado como parte da igreja Lagoinha, à qual Daniel Vorcaro está associado, o que o liga indiretamente ao escândalo.
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André Valadão
Mencionado como parte da igreja Lagoinha, à qual Daniel Vorcaro está associado, o que o liga indiretamente ao escândalo.
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Fabiano Zettel
Descrito como o 'maior doador individual' das campanhas de Tarcísio e Bolsonaro, e cunhado de Daniel Vorcaro, o que o associa ao escândalo do Banco Master e a ligações políticas questionáveis.
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Lula
O presidente Lula é mencionado principalmente em relação ao veto do PL da Dosimetria e aos atos simbólicos em memória da democracia. Seu veto é visto como um ponto de disputa, mas sua figura não é diretamente criticada ou elogiada no contexto da negociata.
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Supremo Tribunal Federal
Mencionado como parte de um 'grande acordo' com bolsonaristas e Centrão, e a nomeação de André Mendonça por Bolsonaro para o STF é citada, sugerindo uma possível influência ou participação no plano de blindagem.
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Palácio do Planalto
Local onde ocorreu um ato simbólico contra ataques golpistas, sem atribuição de sentimento específico.
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Revista Fórum
Fonte da notícia, sem atribuição de sentimento específico.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte conotação negativa, com acusações de negociatas, chantagens e corrupção envolvendo figuras políticas e o escândalo do Banco Master. A linguagem utilizada é crítica e de denúncia.
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- Positivo
- Neutro
- Negativo
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