Investigação aponta esquema envolvendo advogados, empresários e decisões judiciais… Tal como no Brasil A ex-ministra da Suprema Corte do Chile, Ángela Vivanco (foto), foi presa na noite do do…
Ler notícia completa no site do autor ↗️Enquanto isso no Brasil fazem o quê querem!!! Chile prende ex-ministra da Suprema Corte por suborno e tráfico de influência
Publicado em: Por: Caio Hostilio
Sentimento por Entidade:
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Ángela Vivanco
A ex-ministra é a figura central do texto e é diretamente acusada de suborno, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, culminando em sua prisão. A descrição a retrata em um contexto de ilegalidade e investigação criminal.
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Chile
O Chile é apresentado como o palco de um evento judicial grave e inédito, o que confere um tom negativo ao país neste contexto específico, embora não seja uma crítica geral ao país.
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Las Condes
O bairro é mencionado como o local da prisão, sem que haja qualquer conotação positiva ou negativa associada a ele no texto.
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Santiago
A cidade é mencionada como o local da prisão e da transferência da ex-ministra, sem que haja qualquer conotação positiva ou negativa associada a ela no texto.
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Luis Hermosilla
É mencionado como um advogado com quem a ex-ministra é supostamente ligada no âmbito de um caso investigado, sugerindo envolvimento em atividades ilícitas.
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Sebástian Piñera
É mencionado como ex-presidente e aliado de Luis Hermosilla, mas sem qualquer ação ou avaliação direta no texto, mantendo um tom neutro.
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Centro de Justiça de Santiago
É o local para onde a ex-ministra foi transferida, sem que haja qualquer conotação positiva ou negativa associada a ele no texto.
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Gonzalo Migueles
É formalmente acusado e em prisão preventiva, além de ser descrito como sócio de Ángela Vivanco e o suposto receptor de subornos para a ex-ministra.
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Mario Vargas
É formalmente acusado e em prisão preventiva, além de ser um dos advogados que representavam a empresa Belaz Movitec SpA e ter dinheiro apreendido em seus escritórios.
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Eduardo Lagos
É formalmente acusado e em prisão preventiva, além de ser um dos advogados que representavam a empresa Belaz Movitec SpA e ter dinheiro apreendido em seus escritórios.
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Belaz Movitec SpA
A empresa é acusada de pagar subornos à ex-ministra. A investigação aponta que a empresa teria recebido uma decisão judicial desfavorável que foi posteriormente revertida, sugerindo um envolvimento em atividades ilícitas para obter favores judiciais.
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Movitec
É mencionada como parte da formação da Belaz Movitec SpA, implicada em um caso de suborno.
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Belaz
É mencionada como parte da formação da Belaz Movitec SpA, implicada em um caso de suborno.
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Codelco
A empresa estatal é mencionada como parte de um conflito judicial onde a Belaz Movitec SpA deveria pagar US$ 20 milhões. A decisão inicial foi desfavorável à Belaz Movitec SpA, o que a coloca como a parte 'lesada' pela suposta decisão corrupta, conferindo um leve tom positivo.
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Tribunal de Apelações de Copiapó
O tribunal é mencionado como o local onde o caso teve início com uma decisão desfavorável à Belaz Movitec SpA, sem que haja uma avaliação de seu desempenho no texto.
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Suprema Corte
A Suprema Corte é mencionada como o órgão que reverteu uma decisão anterior, e a presidência extraordinária de Ángela Vivanco durante esse processo é destacada, ligando o órgão ao escândalo de corrupção.
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o antagonista
É a fonte da notícia, não havendo qualquer julgamento de valor sobre ela no texto.
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Sentimento Geral
O texto relata um evento grave e sem precedentes no Chile, envolvendo a prisão de uma ex-ministra da Suprema Corte por crimes de corrupção. A narrativa é focada em acusações e investigações, gerando um sentimento predominantemente negativo.
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