Os vereadores de São Luís demonstraram pela primeira vez não se dobrar à chantagem do prefeito Eduardo Braide, que deu um ultimato para que os parlamentares aprovassem a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 ainda nesta semana. A semana terminou …
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Publicado em: Por: Clodoaldo Correa
Sentimento por Entidade:
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Eduardo Braide
O prefeito é retratado como alguém que usa 'chantagem' e 'ultimato', além de mobilizar uma 'milícia digital' para pressionar os vereadores. A comparação com o ano anterior, onde os vereadores cederam a uma 'aberração jurídica', reforça a percepção negativa de suas táticas.
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São Luís
A cidade é o palco dos eventos políticos descritos. O texto menciona obras, vouchers de transporte e reajuste de professores como questões importantes para a cidade, indicando um interesse positivo no bem-estar de São Luís.
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Lei Orçamentária Anual (LOA)
A LOA é o tema central da discussão política, apresentada de forma neutra como um instrumento orçamentário.
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Octávio Soeiro
É mencionado apenas como o vereador que tirou licença, sem julgamento de valor sobre sua atuação.
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Raimundo Penha
É apresentado como o novo presidente da Comissão de Orçamento que adota uma postura firme e negociadora, buscando diálogo com a prefeitura e recusando aprovação por pressão. Sua atitude é descrita como condizente com o papel de fiscalização.
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99
A empresa é mencionada em um contexto negativo, onde a prefeitura pagou 'milhões de recursos públicos' a ela, associado a uma decisão anterior dos vereadores que o texto qualifica como 'aberração jurídica'.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente positiva sobre a postura dos vereadores de São Luís em relação ao prefeito Eduardo Braide, destacando uma nova proatividade e resistência à pressão. Há um tom de crítica ao prefeito, mas a narrativa principal celebra a independência dos parlamentares.
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