Criticada por “novo PowerPoint” contra Lula no caso Banco Master, emissora acumula histórico de distorções e omissões que marcaram as eleições e a redemocratização do país Por Glauco Faria Revista Fórum – Após a emissora de notícias das Organizações Globo, …
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Publicado em: Por: Daby Santos
Sentimento por Entidade:
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Globo
É a entidade central do texto, sendo consistentemente criticada por manipulações, distorções e omissões em coberturas eleitorais e políticas, como no caso Banco Master, Proconsult e o debate de 1989. A emissora é retratada como tendo um histórico de interferência.
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Lula
É mencionado em contexto de ser alvo de manipulações (PowerPoint de Dallagnol, ilustração do Banco Master, edição do debate de 1989) e como figura política importante em movimentos como as Diretas Já. O sentimento é ligeiramente positivo devido a ser retratado como vítima de manipulações.
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Banco Master
É o escândalo que desencadeia a crítica atual à Globo, sendo apresentado como um caso onde a emissora distorceu fatos, minimizando o papel de figuras centrais e associando indevidamente outros personagens. O contexto é negativo.
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Deltan Dallagnol
É mencionado como o ex-procurador que utilizou o 'PowerPoint' contra Lula, sendo posteriormente condenado a pagar indenização por danos morais. Sua ação é diretamente associada a manipulação.
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Guido Mantega
É mencionado como ex-ministro da Fazenda, aparecendo em uma ilustração da Globo associada ao caso Banco Master. Sua menção é factual e sem juízo de valor explícito no texto.
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PT da Bahia
É mencionado como parte da ilustração da Globo sobre o caso Banco Master. A menção é factual e não carrega um sentimento explícito.
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Gabriel Galípolo
É mencionado como presidente do Banco Central, aparecendo em uma ilustração da Globo sobre o caso Banco Master. Sua menção é factual.
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Roberto Campos Neto
É mencionado como nomeado por Bolsonaro, sob cuja gestão Vorcaro obteve autorização para assumir o Banco Máxima. A menção é factual e contextual.
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Paulo Sergio Neves de Souza
É mencionado como ex-diretor de Fiscalização do BC e 'funcionário' ou 'consultor informal' de Vorcaro. Sua menção é factual.
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Belline Santana
É mencionado como ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária (Desup) e 'funcionário' ou 'consultor informal' de Vorcaro. Sua menção é factual.
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Polícia Federal (PF)
É mencionada como a entidade que apontou Paulo Sergio Neves de Souza e Belline Santana como 'funcionários' ou 'consultores informais' de Vorcaro. A menção é factual.
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INSS
É mencionado pelo convênio firmado com o Master para operar crédito consignado no governo Bolsonaro. A menção é factual.
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Paulo Pimenta
É citado como deputado federal que classificou o episódio da Globo como 'muito grave' e 'grotesca tentativa de manipulação'. Sua fala é usada para reforçar a crítica ao canal, o que lhe confere um tom positivo no contexto da crítica.
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Bolsonaro
É associado ao governo sob o qual Roberto Campos Neto foi nomeado e o Master firmou convênio com o INSS. Também é mencionado que sua campanha recebeu muito dinheiro e não aparece no 'PowerPoint' da Globo. A associação a esses fatos, em um contexto crítico, confere um tom levemente negativo.
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Tarcísio de Freitas
É mencionado juntamente com Bolsonaro como tendo recebido muito dinheiro em campanhas eleitorais e não aparecendo no 'PowerPoint' da Globo. A menção é factual e comparativa.
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Proconsult
É um caso emblemático de acusação de interferência eleitoral envolvendo a Globo e militares, onde a empresa foi contratada para totalizar votos. O contexto é de forte crítica e associação a problemas na apuração.
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Tribunal Regional Eleitoral (TRE)
É mencionado como o órgão que venceu a licitação para a Proconsult totalizar os votos no Rio de Janeiro em 1982. A menção é factual.
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Mauro José de Souza Silveira
É um professor que analisou o caso Proconsult, e suas análises são usadas para embasar a crítica à Globo. O fato de suas análises corroborarem a tese do texto confere um tom levemente positivo.
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PUC-Rio
É a instituição onde Mauro José de Souza Silveira é professor. A menção é contextual e factual.
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Jornal do Brasil
É contrastado com a Globo no caso Proconsult. O Jornal do Brasil é retratado como tendo uma cobertura mais transparente e celebrando sua atuação, em oposição à Globo. Isso confere um tom levemente positivo.
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Leonel Brizola
É retratado como candidato a governador em 1982, cuja vitória foi projetada pelo JB mas dificultada pela Globo. Posteriormente, é mencionado como democraticamente eleito e alvo de campanha feroz da Globo, inclusive com confissão de Roberto Marinho. O fato de ter sido vítima de manipulação confere um tom positivo.
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Moreira Franco
É mencionado como candidato a governador em 1982, que a Globo tentou eleger em detrimento de Brizola, divulgando projeções com ele na frente. Sua candidatura está associada à tentativa de manipulação da Globo.
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Altamiro Borges
É um jornalista que lembra o histórico da Globo contra Brizola, citando a confissão de Roberto Marinho. Sua lembrança e citação reforçam a crítica ao canal, conferindo um tom levemente positivo.
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Roberto Marinho
É citado por uma confissão ao The New York Times onde admite ter lutado contra Leonel Brizola e usado todas as possibilidades para derrotá-lo, confessando a manipulação ilegal. Essa confissão é usada como prova da atuação enviesada da Globo.
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Fernando Collor de Mello
É mencionado no contexto do debate de 1989 contra Lula, onde a edição da Globo no Jornal Nacional favoreceu Collor, apresentando apenas seus 'melhores momentos'. Sua vitória está associada a essa manipulação.
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PT
É mencionado como o partido que moveu ação no TSE solicitando novos trechos do debate de 1989 no Jornal Nacional, pedido que foi negado. A menção é factual.
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Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
É mencionado como o órgão onde o PT moveu ação solicitando a apresentação de novos trechos do debate de 1989, pedido que foi negado. A menção é factual.
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Armando Nogueira
É citado como diretor da Central Globo de Jornalismo que acusou Alberico de Souza Cruz e Ronald de Carvalho de deformarem a edição do debate de 1989. Ele expressa deslealdade e traição profissional, mas sua posição é de quem foi traído, não de quem cometeu o ato negativo.
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Alberico de Souza Cruz
É acusado por Armando Nogueira de ter deformado a edição do debate de 1989, agindo à revelia do diretor. É diretamente associado à manipulação do debate.
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Ronald de Carvalho
É acusado por Armando Nogueira de ter deformado a edição do debate de 1989, juntamente com Alberico de Souza Cruz. É diretamente associado à manipulação do debate.
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Jornal Hoje
É mencionado como um dos telejornais onde a edição deformada do debate de 1989 foi apresentada. A menção é factual.
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Memória Globo
É o projeto onde as admissões sobre os erros de edição do debate de 1989 e as pressões militares na cobertura das Diretas Já foram feitas. Sua menção é como fonte de informação que corrobora as críticas.
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Emenda Dante de Oliveira
É a emenda proposta em 1983 que visava restabelecer eleições diretas para presidente, ligada ao movimento 'Diretas Já'. Sua menção é factual e histórica.
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Diretas Já
É o movimento social e político pela redemocratização e restabelecimento das eleições diretas. O texto o associa a um comício histórico que a Globo teria omitido em sua cobertura, conferindo um tom positivo ao movimento e negativo à cobertura da Globo.
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Praça da Sé
Local do comício histórico das Diretas Já em São Paulo, com mais de 300 mil pessoas. A menção é factual.
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Franco Montoro
É mencionado como um dos grandes líderes políticos presentes no comício das Diretas Já na Praça da Sé. Sua presença é factual.
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Ulysses Guimarães
É mencionado como um dos grandes líderes políticos presentes no comício das Diretas Já na Praça da Sé. Sua presença é factual.
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Fernando Henrique Cardoso
É mencionado como um dos grandes líderes políticos presentes no comício das Diretas Já na Praça da Sé. Sua presença é factual.
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Mário Covas
É mencionado como um dos grandes líderes políticos presentes no comício das Diretas Já na Praça da Sé. Sua presença é factual.
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Jornal Nacional
É criticado pela cobertura omissa e distorcida do comício das Diretas Já e pela edição favorável a Collor no debate de 1989. Sua atuação é retratada como manipuladora em ambos os casos.
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José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni)
É citado como ex-vice-presidente de operações da Globo, que atribuiu a cobertura inadequada das Diretas Já às pressões militares e à limitação do poder de audiência da emissora. Sua fala explica o contexto, mas não o exime de responsabilidade.
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Alice-Maria
É mencionada como parte da equipe de jornalismo da Globo que sentiu frustração e tristeza por não poder fazer a cobertura das Diretas Já de maneira adequada, devido às pressões. Sua menção é contextual.
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Dr. Roberto
É mencionado como 'Dr. Roberto' (presumivelmente Roberto Marinho) que, segundo Boni, não podia resistir às pressões dos militares na época das Diretas Já. A menção é indireta e contextualiza a limitação da emissora.
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Organizações Globo
Sinônimo de Globo no texto, é acusada de interferir em processos eleitorais, com coberturas enviesadas, falsificações e distorções, tanto no passado quanto no presente.
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Glauco Faria
É o autor do texto. Sua autoria é factual.
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Revista Fórum
É a publicação onde o artigo foi veiculado. A menção é factual.
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Daniel Vorcaro
É apresentado como o banqueiro no centro do escândalo do Banco Master, com quem funcionários do BC foram apontados como 'consultores informais'. Sua figura está associada ao escândalo.
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Banco Máxima
É o banco que se tornou o Banco Master, e a autorização para assumir seu controle foi obtida durante a gestão de Roberto Campos Neto. Está associado ao escândalo.
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Garrincha
É citado de forma coloquial ('Parafraseando Garrincha') para introduzir a ideia de que a Globo não 'combinou' com o movimento Diretas Já. A menção é uma figura de linguagem.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte carga crítica em relação à atuação da emissora Globo em diversos momentos históricos e recentes, acusando-a de manipulação e distorção de fatos em coberturas eleitorais e políticas. A narrativa é predominantemente negativa em relação à emissora e a alguns de seus representantes.
- Muito Positivo
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