Iniciativa apoiada pela Vale, por meio da Lei Rouanet, promove oficinas, roda de conversa e apresentações culturais neste sábado (7), […]
Ler notícia completa no site do autor ↗️Projeto Agojies Quilombolas fortalece protagonismo feminino e patrimônios imateriais no Maranhão
Publicado em: Por: Daniel Matos
Sentimento por Entidade:
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Projeto Agojies Quilombolas
É o tema central do texto e é descrito de forma extremamente positiva, como uma iniciativa que fortalece o protagonismo feminino, a identidade cultural e a resistência das jovens quilombolas.
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Vale
A Vale é mencionada como patrocinadora da iniciativa através da Lei Rouanet, o que confere um caráter positivo à sua participação no projeto.
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Lei Rouanet
A Lei Rouanet é apresentada como o mecanismo que viabiliza o patrocínio da Vale, sendo, portanto, associada a uma iniciativa cultural positiva.
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Ministério da Cultura
O Ministério da Cultura é mencionado como realizador do projeto e como órgão que concedeu reconhecimento a um dos mestres, o que o associa a uma ação cultural positiva.
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Centro Cultural e Educacional Mandingueiros do Amanhã
É a entidade realizadora do projeto e é descrita com uma trajetória de mais de 30 anos de atuação na difusão cultural, o que confere uma imagem positiva e de relevância.
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Érida Ferreira
É apresentada como contramestra de Capoeira Angola, historiadora, produtora cultural, liderança comunitária e presidente fundadora de uma associação quilombola, além de mãe e Makota. Sua participação nas oficinas é destacada positivamente.
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Instituto Aluandê
É a instituição à qual pertence Érida Ferreira, mencionada no contexto de sua atuação profissional.
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UERJ
É a instituição onde Érida Ferreira se formou como historiadora, associada ao seu percurso acadêmico.
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Associação da Comunidade do Quilombo Urbano Ferreira Diniz
É a associação da qual Érida Ferreira é presidente fundadora, associada à sua atuação comunitária e de liderança.
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Mestre Bamba
É destacado como mestre de percussão, reconhecido pelo Ministério da Cultura e um dos fundadores do Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã, o que confere uma imagem positiva de sua expertise e contribuição.
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Valdira
É mencionada como Mestra de Capoeira, professora da Uema e Dra. em Políticas Públicas, participando de uma roda de conversa importante sobre equidade de gênero, o que a posiciona como uma figura com conhecimento e autoridade.
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Uema
É a instituição onde Valdira é professora, associada ao seu percurso acadêmico e profissional.
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Olga Barros
É apresentada como coordenadora da instituição e coordenadora geral do projeto, explicando a concepção e os objetivos do projeto. Sua fala é fundamental para a compreensão da iniciativa e é descrita de forma positiva.
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Josielma Rodrigues
É uma jovem quilombola participante do projeto, mencionada como Treinela e integrante do Quilombo Santa Joana, representando o público-alvo e os resultados positivos do projeto.
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Nádia dos Santos
É uma jovem quilombola participante do projeto, mencionada como Treinela e integrante do Quilombo Santa Luzia. Sua fala sobre o impacto do projeto na identidade e na luta das mulheres quilombolas é um dos pontos altos do texto, conferindo-lhe um forte sentimento positivo.
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Olga Maria Barros Lopes
É a coordenadora geral do projeto e sua explicação sobre a origem e os objetivos da iniciativa, focando na desigualdade de gênero e no protagonismo feminino, é central para a narrativa positiva do texto.
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Geisa Cristina Santana Muniz
É uma jovem quilombola participante do projeto, integrante da Banda Agojies Quilombolas. Sua declaração sobre a transformação e o fortalecimento da identidade e voz das jovens quilombolas é um testemunho direto e muito positivo do impacto do projeto.
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Quilombo Santa Joana
É uma das comunidades quilombolas beneficiadas pelo projeto, associada à participação de Josielma Rodrigues.
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Quilombo Santa Luzia
É uma das comunidades quilombolas beneficiadas pelo projeto, associada à participação de Nádia dos Santos.
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Vila Fé em Deus
É uma das comunidades quilombolas beneficiadas pelo projeto, associada à participação de Geisa Cristina Santana Muniz.
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Cantagalo
É uma das comunidades quilombolas beneficiadas pelo projeto.
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São Luís
É a cidade onde o projeto será lançado e onde o Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã está localizado.
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Itapecuru-Mirim
É uma das comunidades quilombolas onde o Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã atua.
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Santa Rita
É uma das comunidades quilombolas onde o Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã atua e de onde é o Quilombo Vila Fé em Deus.
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Rio de Janeiro
É mencionado como um dos locais onde o projeto terá alcance indireto, através da atuação do Instituto Aluandê.
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Reino do Daomé
É mencionado como referência histórica para o nome 'Agojies', associado à força e resistência feminina.
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Rainha Ná Agontimé
É uma figura histórica ligada à formação de manifestações afro-brasileiras no Maranhão, servindo de inspiração para o projeto.
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Tambor de Mina
É uma manifestação afro-brasileira no Maranhão, ligada à história da Rainha Ná Agontimé e mencionada como parte do contexto cultural do projeto.
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Bumba Meu Boi
É uma manifestação cultural difundida pelo Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã e prevista nas oficinas formativas do projeto.
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Samba
É uma das oficinas formativas previstas no projeto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente positiva sobre o Projeto Agojies Quilombolas, destacando seu impacto no fortalecimento feminino, na valorização cultural e na identidade das jovens quilombolas. As falas das participantes e a descrição das atividades reforçam esse tom otimista.
- Muito Positivo
- Positivo
- Neutro
- Negativo
- Muito Negativo
