O deputado do Partido Liberal (PL) Josimar Maranhãozinho (MA), réu por desvio de emendas no Supremo Tribunal Federal (STF), ficou em silêncio nesta quinta-feira (28/8) durante seu interrogatório no âmbito da ação penal que tramita na Corte contra ele e outras sete pessoas, incluindo outros dois parl
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Publicado em: Por: Elias LacerdaSentimento por Entidade:
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Josimar Maranhãozinho
É apresentado como réu por desvio de emendas, líder do esquema e optou por ficar em silêncio no STF, o que pode ser interpretado como uma admissão implícita ou uma estratégia de defesa em um contexto de acusação.
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Partido Liberal
O partido é mencionado como a filiação dos deputados envolvidos nas acusações de desvio de emendas, o que associa a legenda ao escândalo.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é o palco onde os interrogatórios acontecem e onde o processo tramita, sendo apresentado de forma neutra como a instituição responsável pela condução do caso.
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Pastor Gil
É réu no processo por desvio de emendas e, embora tenha negado as acusações, seu nome é diretamente ligado ao esquema e a mensagens trocadas com Maranhãozinho que corroboram a denúncia.
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Bosco Costa
É réu no processo por desvio de emendas e, assim como Pastor Gil, negou as acusações, mas seu nome aparece em conversas que indicam participação no esquema.
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Procuradoria-Geral da República
A PGR é apresentada como a responsável pela denúncia e pelas alegações contra os parlamentares, atuando como parte acusadora no processo de forma neutra.
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Cristiano Zanin
É mencionado como o relator do caso que negou o pedido de adiamento dos interrogatórios, uma decisão que manteve o andamento do processo. A decisão é apresentada de forma factual, sem juízo de valor sobre sua pessoa, mas a ação de manter os interrogatórios pode ser vista como um avanço na investigação.
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Polícia Federal
A PF é citada pela disponibilização de um laudo pericial, atuando como órgão de investigação de forma neutra.
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Eudes Sampaio Nunes
É o prefeito de São José do Ribamar que teria recebido pedidos de propina. Sua menção está ligada às acusações de desvio de verbas, mas o texto não detalha sua participação ativa ou negativa, apenas que não citou o montante em seu interrogatório.
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Josival
Identificado como 'o Pacovan', é apontado como responsável pelas cobranças e por intermediar o contato entre Maranhãozinho e o prefeito, sendo uma figura central nas transações ilícitas descritas.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte conotação negativa ao detalhar acusações de desvio de verbas públicas e a postura de silêncio de um dos deputados investigados, além de decisões judiciais que mantiveram os interrogatórios. As alegações da PGR e a investigação da PF contribuem para o tom desfavorável.
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