Foto: Rosinei Coutinho/STF Argumento principal é de que flexibilizações violam direito ao meio ambiente equilibrado O Partido Verde (P...
Ler notícia completa no site do autor ↗️Partidos e associações questionam pontos da Lei Geral de Licenciamento Ambiental
Publicado em: Por: Folha do Trabalho
Sentimento por Entidade:
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Partido Verde
O partido é apresentado como um dos autores de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) questionando dispositivos da Lei Geral de Licenciamento Ambiental, alegando flexibilização indevida e violação de direitos fundamentais.
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Rede Sustentabilidade
A legenda é apresentada como autora de uma ADI, argumentando que a lei em questão inova em matérias já disciplinadas por lei complementar e questionando a aplicação de licenciamento simplificado.
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Partido Socialismo e Liberdade
O partido é citado como autor de uma ADI, questionando a Lei Geral de Licenciamento Ambiental e a Lei 15.300/2025, alegando inconstitucionalidade na criação da Licença Ambiental Especial (LAE) por falta de critérios técnicos.
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Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente
A associação é apresentada como autora de uma ADI, argumentando que a lei em questão inova em matérias já disciplinadas por lei complementar e questionando a aplicação de licenciamento simplificado.
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Articulação dos Povos Indígenas do Brasil
A associação é citada como autora de uma ADI, questionando a Lei Geral de Licenciamento Ambiental e a Lei 15.300/2025, alegando inconstitucionalidade na criação da Licença Ambiental Especial (LAE) por falta de critérios técnicos.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é o órgão onde as ações foram protocoladas e onde o ministro Alexandre de Moraes atuará, sendo apresentado de forma neutra como o palco das decisões.
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Alexandre de Moraes
O ministro é mencionado como o responsável por distribuir as ações e solicitar informações, atuando em sua função judicial de forma neutra no contexto da notícia.
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Lei Geral de Licenciamento Ambiental
A lei é o objeto central de questionamento e crítica no texto, sendo apresentada como flexibilizando indevidamente o licenciamento ambiental e violando direitos fundamentais.
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Lei 15.190/2025
Esta lei (Lei Geral de Licenciamento Ambiental) é o objeto central de questionamento e crítica no texto, sendo apresentada como flexibilizando indevidamente o licenciamento ambiental e violando direitos fundamentais.
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Lei 15.300/2025
Esta lei, que regulamentou a Licença Ambiental Especial (LAE), é questionada por PSOL e Apib, que a consideram inconstitucional por falta de critérios técnicos objetivos.
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Lei Complementar 140/2011
Esta lei é mencionada como um marco regulatório que a nova lei ordinária estaria inovando e modificando indevidamente, servindo como base para o argumento das entidades.
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Congresso Nacional
O Congresso Nacional é mencionado pelo fato de ter derrubado vetos presidenciais relacionados à Lei Geral de Licenciamento Ambiental, sendo apresentado de forma factual.
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Presidente da República
O Presidente é mencionado pelo veto a dispositivos da lei, mas o foco da notícia está na derrubada desses vetos pelo Congresso e nas ações posteriores.
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Conselho de Governo
O Conselho de Governo é citado como o órgão que definirá quais empreendimentos são estratégicos para a Licença Ambiental Especial, de forma descritiva.
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Conselho Nacional do Meio Ambiente
O Conama é mencionado como o órgão que tradicionalmente estabelece normas e critérios ambientais com base em evidências científicas, contrastando com a forma de decisão criticada na nova lei.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente crítica e de questionamento sobre a Lei Geral de Licenciamento Ambiental, com entidades expressando preocupações e movendo ações legais. Há uma percepção de flexibilização excessiva e potenciais violações a direitos ambientais.
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