A condução política do governador do Maranhão, Carlos Brandão, tem sido alvo de críticas crescentes nos bastidores e em análises políticas que apontam uma tentativa de ampliar a influência do Executivo sobre instituições que deveriam atuar de forma autônoma, como a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), o Tribunal de Justiça do...
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Publicado em: Por: G7 MA
Sentimento por Entidade:
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Carlos Brandão
O governador é retratado como o principal agente de uma 'condução política' criticada, que busca 'ampliar a influência do Executivo sobre instituições autônomas', com um 'projeto de poder' atribuído a ele e ao irmão. O texto menciona 'dificuldades para consolidar consenso', 'derrotas', 'disputas internas', 'votações apertadas', 'deterioração da relação entre os poderes', 'falta de transparência', 'politização de órgãos técnicos', 'desrespeito a limites institucionais', 'desgaste institucional e político', 'afastamento de aliados históricos', 'surgimento de dissidências internas', 'desconforto', 'ruídos', 'dependência do poder administrativo' e 'incertezas' sobre sua saída. A menção de que se desfiliou do PSB após falta de consenso também contribui para a percepção negativa.
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Assembleia Legislativa
A instituição é citada como um dos alvos da tentativa de ampliação de influência do Executivo ('ampliar a influência do Executivo sobre instituições que deveriam atuar de forma autônoma, como a Assembleia Legislativa'). É mencionada uma 'eleição disputada para a presidência do TJMA' e um 'impasse na escolha da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, que terminou empatada e sem consenso dentro da base governista', indicando instabilidade e conflito.
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Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA)
O TCE-MA é listado entre as instituições que deveriam atuar de forma autônoma, mas que estariam sob tentativa de influência do Executivo. A existência de 'cargos vagos em instituições-chave, como o TCE-MA, que segue com duas cadeiras desocupadas em razão de questionamentos sobre indicações' reforça a percepção de problemas e instabilidade relacionados à instituição.
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Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA)
O TJMA é mencionado como um órgão que deveria atuar de forma autônoma, mas que estaria sob influência do Executivo. É citado um 'eleição disputada para a presidência do TJMA' e que a vaga destinada à OAB-MA 'permanece sem preenchimento pelos mesmos motivos' (questionamentos sobre indicações), indicando conflitos e instabilidade.
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Câmaras Municipais
As Câmaras Municipais são citadas como alvo da influência do Executivo. A 'doação de caminhonetes 4×4 a câmaras municipais' é interpretada como 'tentativa de aproximação e alinhamento político dos 217 legislativos municipais', o que sugere uma ação com viés de controle e influência.
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São Luís
São Luís é mencionada apenas como o local de uma das Câmaras Municipais sob análise, sem que a cidade em si seja objeto de avaliação ou crítica no texto.
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Marcus Brandão
Marcus Brandão é apontado como o 'articulador' do 'projeto de poder atribuído a Brandão e ao seu irmão'. Ele é diretamente responsabilizado por 'acumular fracassos na “função”', o que contribui para a percepção negativa de sua atuação e influência.
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Os Analistas
O site 'Os Analistas' é citado como a fonte de um levantamento que aponta uma 'deterioração da relação entre os poderes', atribuída à gestão Brandão. A menção a um levantamento publicado por este site confere credibilidade à crítica apresentada, mas o site em si não é avaliado, apenas sua publicação.
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Gaeco
O Gaeco é mencionado em um episódio específico: 'a demissão em massa de integrantes do Gaeco no âmbito do Ministério Público'. Essa demissão é citada como um dos episódios que contribuem para a deterioração da relação entre os poderes, indicando uma ação negativa em relação ao órgão.
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OAB-MA
A OAB-MA é citada no contexto da vaga não preenchida no Tribunal de Justiça, devido a 'questionamentos sobre indicações'. Isso sugere que a instituição está inserida em um cenário de disputas e problemas de indicação, o que pode ter um impacto negativo em sua percepção dentro deste contexto.
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Alexandre de Moraes
Alexandre de Moraes é mencionado como o ministro do STF que determinou o afastamento de 'familiares e aliados próximos' de Brandão. Sua ação é apresentada como um fator que 'contribuíram para o desgaste institucional e político da gestão', o que, embora não seja uma crítica direta a ele, o posiciona como uma figura de autoridade que intervém em questões problemáticas da gestão Brandão, conferindo uma conotação de resolução ou fiscalização.
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Supremo Tribunal Federal (STF)
O STF é mencionado através da ação de um de seus ministros (Alexandre de Moraes), que determinou o afastamento de pessoas ligadas ao governador. A menção à atuação do STF confere um tom de fiscalização e intervenção em questões institucionais, o que, no contexto da crítica à gestão, pode ser visto como um contraponto positivo à politização.
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PSB
O PSB é citado como o partido pelo qual Brandão chegou ao governo, mas do qual ele se desfiliou após 'falta de consenso em torno de seu nome'. Isso indica um rompimento e descontentamento dentro do partido em relação à gestão ou às articulações do governador.
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PT
O PT é mencionado como um partido que também demonstrou 'desconforto' com as posturas do governador. A menção é breve e indica uma relação tensa, mas sem detalhamento de ações negativas diretas.
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Brasília
Brasília é mencionada como o local onde setores políticos demonstraram 'desconforto' com a gestão Brandão. A cidade em si não é avaliada, apenas o contexto político que ocorre nela.
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Palácio dos Leões
O Palácio dos Leões é referido como a sede do governo, e o texto menciona que a 'sustentação política do governo tem dependido cada vez mais do poder administrativo do Executivo', enquanto o 'horizonte de saída de Brandão do Palácio dos Leões amplia as incertezas'. Isso associa o local a um cenário de instabilidade e dependência administrativa.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente negativa sobre a gestão do governador Carlos Brandão, focando em críticas sobre politização de instituições, conflitos entre poderes e dificuldades de articulação política. A narrativa é construída a partir de 'críticas crescentes', 'avaliações políticas', 'críticos', 'fracassos', 'deterioração da relação', 'falta de transparência', 'desrespeito a limites institucionais', 'desgaste institucional e político', 'dissidências internas', 'desconforto', 'ruídos', 'incertezas', 'tensão institucional' e 'fragilização do diálogo'.
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