A construção do Mercado Provisório da Cidade, erguido pela Prefeitura de São Luís no Anel Viário para abrigar os feirantes durante a reforma do Mercado Central, tornou-se alvo de críticas por parte dos trabalhadores que deveriam ocupar o espaço. A obra do mercado temporário custou cerca de R$ 18 milhões, valor que corresponde a quase...
Ler notícia completa no site do autor ↗️Prefeito Eduardo Braide gastou R$ 18 milhões na construção de mercado provisório sem construir os boxes, dizem feirantes
Publicado em: Por: G7 MA
Sentimento por Entidade:
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Eduardo Braide
O prefeito é criticado por gastar R$ 18 milhões em um mercado provisório que não atende às necessidades dos feirantes e por atribuir a resistência à mudança à postura dos trabalhadores, o que aumentou a insatisfação.
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Mercado Provisório da Cidade
O local é descrito como precário, sem boxes prontos, com problemas de limpeza, segurança, condições sanitárias, furtos, vandalismo, insetos e roedores, dificultando a comercialização.
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Prefeitura de São Luís
A prefeitura é criticada pela construção do mercado provisório com alto custo e sem a infraestrutura necessária, além da condução do processo e comunicação com os feirantes.
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Mercado Central
O Mercado Central é mencionado como o local que está em reforma e para o qual o mercado provisório serviria de abrigo, sem que haja uma avaliação negativa sobre ele no texto.
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São Luís
A cidade é o cenário onde os eventos ocorrem, mas não há um sentimento específico associado a ela no texto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte insatisfação dos feirantes em relação à construção de um mercado provisório, destacando problemas de infraestrutura, custos elevados e má gestão. As críticas são direcionadas à prefeitura e ao prefeito, gerando um sentimento geral negativo.
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