Polícias civis deixaram de responder 78% das perguntas da pesquisa, enquanto as polícias militares não responderam 70% e os departamentos de Polícia Técnico-Científica, 66%.
Ler notícia completa no site do autor ↗️Controle de armamentos não é prioridade dos estados, diz Sou da Paz
Publicado em: Por: iCururupuSentimento por Entidade:
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Sou da Paz
A entidade é apresentada como a realizadora da pesquisa e fonte de análise, com suas diretoras-executivas citadas como especialistas que apontam dados relevantes e boas práticas. Isso confere uma percepção positiva à organização no contexto da notícia.
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Instituto Igarapé
O Instituto Igarapé é mencionado como parceiro na realização da pesquisa, o que lhe confere uma associação neutra, mas colaborativa, com o tema abordado.
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Carolina Ricardo
É citada como diretora-executiva do Instituto Sou da Paz e especialista, suas falas e avaliações são usadas para embasar a crítica sobre a falta de prioridade e transparência no controle de armamentos, conferindo-lhe credibilidade e um tom positivo na matéria.
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Lei de Acesso à Informação (LAI)
A LAI é mencionada como o instrumento utilizado para solicitar informações, e sua não resposta pelas polícias é um ponto de crítica. A lei em si é apresentada de forma neutra, mas sua ineficácia no contexto da notícia gera uma conotação levemente negativa em relação à sua aplicação.
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Lei 13.880/2019
A lei é citada como um exemplo específico de legislação que determina a apreensão de armas em casos de violência doméstica, e a falta de resposta dos estados sobre a aplicação dessa lei é um ponto de destaque negativo. A lei em si tem uma conotação positiva, mas sua ineficiência no contexto da notícia a torna neutra.
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Rio Grande do Sul
O estado é mencionado como um dos que contam com delegacias especializadas no enfrentamento ao tráfico de armas, o que é uma boa prática. No entanto, também é citado como um dos que responderam parcialmente a um questionamento sobre armas apreendidas, o que sugere uma falha. O balanço o deixa em um nível neutro a levemente negativo.
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Espírito Santo
O estado é destacado por ter respondido a uma solicitação de dados sobre armas apreendidas em 2023, sendo o único a fazê-lo nesse período. Essa é uma boa prática, mas o contexto geral da notícia aponta para a falta de transparência, o que o coloca em um nível neutro a levemente negativo.
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Sergipe
O estado é mencionado como um dos que responderam apenas parcialmente a um questionamento sobre armas apreendidas, o que indica uma falha na transparência. Isso lhe confere um sentimento levemente negativo.
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Tocantins
O estado é citado como um dos que tiveram níveis médios de respostas aos questionamentos, o que é melhor que os níveis fracos, mas ainda distante de um nível alto de transparência. Isso o coloca em um sentimento neutro a levemente negativo.
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Rio Grande do Norte
O estado é citado como um dos que tiveram níveis médios de respostas aos questionamentos, o que é melhor que os níveis fracos, mas ainda distante de um nível alto de transparência. Isso o coloca em um sentimento neutro a levemente negativo.
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Pernambuco
O estado é citado como um dos que tiveram níveis médios de respostas aos questionamentos, o que é melhor que os níveis fracos, mas ainda distante de um nível alto de transparência. Isso o coloca em um sentimento neutro a levemente negativo.
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Mato Grosso do Sul
O estado é citado como um dos que tiveram níveis médios de respostas aos questionamentos, o que é melhor que os níveis fracos, mas ainda distante de um nível alto de transparência. Isso o coloca em um sentimento neutro a levemente negativo.
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Acre
O estado é apontado como um dos que apresentaram os níveis mais fracos de transparência dos dados, o que é uma crítica direta à sua gestão de informações sobre armamentos.
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Amapá
O estado é apontado como um dos que apresentaram os níveis mais fracos de transparência dos dados, o que é uma crítica direta à sua gestão de informações sobre armamentos.
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Piauí
O estado é apontado como um dos que apresentaram os níveis mais fracos de transparência dos dados, o que é uma crítica direta à sua gestão de informações sobre armamentos.
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Ministério da Justiça e Segurança Pública
O órgão é apontado como tendo um 'papel central' e a responsabilidade de 'demandar dos estados a geração de informações integradas', o que indica uma expectativa positiva e um papel crucial para a melhoria do cenário.
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Camila Boehm
É mencionada como Repórter da Agência Brasil e a fonte/créditos da notícia. Sua menção é puramente informativa e não carrega juízo de valor sobre sua atuação.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma análise crítica sobre a falta de transparência e prioridade dada ao controle de armamentos pelos estados brasileiros, com base em uma pesquisa. O tom geral é de preocupação e apontamento de falhas, o que resulta em um sentimento negativo.
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