Alexandre de Moraes, do STF, disse que juízes podem receber por palestras e ter ações de empresas, desde que não atuem como sócios-dirigentes.
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Publicado em: Por: iCururupu
Sentimento por Entidade:
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Alexandre de Moraes
O ministro é apresentado como fonte de declarações sobre a conduta de juízes e sobre críticas à atuação da Corte. O texto relata suas afirmações sobre a possibilidade de juízes receberem por palestras e terem ações de empresas, e sua negação sobre um encontro relacionado ao Banco Master. A menção a uma reportagem que classificou como 'falsa e mentirosa' introduz um elemento de conflito, mas o texto se mantém descritivo sobre suas declarações e ações.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é mencionado como o órgão ao qual pertence Alexandre de Moraes e onde ocorreram as declarações. O texto também aborda a discussão sobre a criação de um Código de Ética para a Corte e a derrubada de uma alteração do Código de Processo Civil que ampliou o impedimento de juízes. A instituição é tratada de forma factual.
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Conselho Nacional de Justiça
O CNJ é citado pela resolução que restringiu o uso de redes sociais por magistrados, tema central para o julgamento mencionado. A instituição é apresentada em um contexto de sua atuação.
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Lei Orgânica da Magistratura Nacional
A Loman é mencionada como a lei que impede o magistrado de ser sócio-dirigente de empresas, servindo de base para os argumentos de Alexandre de Moraes. É apresentada como um dispositivo legal.
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Dias Toffoli
O ministro é retratado concordando com Alexandre de Moraes e expandindo o argumento sobre a possibilidade de magistrados serem acionistas e receberem dividendos. É mencionado também em relação a críticas por permanecer como relator do caso Banco Master. O texto foca em suas declarações e no contexto de sua atuação.
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Agência Brasil
A Agência Brasil é identificada como a fonte da reportagem e o canal pelo qual o texto foi divulgado ('Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp'). É tratada como a origem da informação.
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Código de Processo Civil
O CPC é mencionado pela alteração que ampliou o impedimento de juízes, a qual foi derrubada pela Corte. É apresentado como um corpo legal.
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Edson Fachin
O ministro é citado como presidente da Corte que discute a adoção de um Código de Ética para o Supremo. Sua menção está ligada a uma iniciativa institucional.
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Banco Master
O Banco Master é apresentado em um contexto de investigações, tentativas de compra e liquidação pelo Banco Central. A menção ao escritório de advocacia da família de Moraes ter prestado serviços ao banco e a irregularidades em um fundo de investimento ligado a ele, onde o fundo comprou participação em um resort de familiares de Toffoli, confere uma conotação negativa ao banco em relação a controvérsias.
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Paulo Henrique Costa
O ex-presidente do BRB é mencionado em relação a um suposto encontro com Alexandre de Moraes, que o ministro negou. Sua aparição é contextual e ligada a uma alegação.
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Banco Regional de Brasília
O BRB é mencionado em relação a uma tentativa de compra do Banco Master, e seu ex-presidente é citado. A empresa aparece em um contexto de transações comerciais.
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Daniel Vorcaro
O banqueiro é apresentado como dono do Banco Master e anfitrião de um suposto encontro negado por Alexandre de Moraes. Sua menção é ligada a um evento específico.
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Portal Metrópoles
O portal é citado como o veículo que noticiou o suposto encontro entre Moraes e Paulo Henrique Costa, reportagem que Moraes classificou como 'falsa e mentirosa'. O portal é apresentado como fonte de uma notícia contestada.
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Barci de Moraes
O escritório de advocacia é mencionado por ter prestado serviços ao Banco Master antes de sua liquidação, e por pertencer à família do ministro Alexandre de Moraes. É apresentado em um contexto de prestação de serviços e ligação familiar.
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Banco Central
O Banco Central é citado pela liquidação do Banco Master. É apresentado em um contexto de sua atuação regulatória.
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Polícia Federal
A PF é mencionada por ter encontrado irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master, conforme noticiado. É apresentada em um contexto de investigação.
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Tayayá
O resort é mencionado como tendo uma participação comprada por um fundo de investimento ligado ao Banco Master, sendo anteriormente de propriedade de familiares do ministro Dias Toffoli. É apresentado como um ativo imobiliário.
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André Richter
O nome é apresentado como o repórter da Agência Brasil, sendo a fonte creditada para a matéria. É tratado como o autor da reportagem.
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Sentimento Geral
O texto apresenta informações factuais sobre declarações de ministros do STF e discussões sobre ética e conduta de magistrados, sem um viés emocional predominante. A neutralidade é mantida ao relatar as opiniões e os fatos apresentados.
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