Os dados divulgados nesta segunda-feira, logo após o Dia Internacional da Mulher, atualizam um levantamento feito em 2024, quando 137 canais foram mapeados
Ler notícia completa no site do autor ↗️Canais misóginos no Youtube somam mais de 130 mil vídeos
Publicado em: Por: iCururupu
Sentimento por Entidade:
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Youtube
A plataforma é retratada como um meio onde conteúdo misógino prolifera e se monetiza, com pouca ação efetiva para remoção ou controle, sendo criticada pela pesquisadora por sua responsabilidade.
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Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab)
O NetLab é apresentado como a fonte da pesquisa que revela o problema, conferindo credibilidade e importância ao estudo.
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Universidade Federal do Rio de Janeiro
A UFRJ é mencionada como a instituição à qual o NetLab pertence, agregando autoridade e relevância à pesquisa.
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Luciane Belín
A pesquisadora é apresentada como especialista no assunto, cujas falas explicam e reforçam a gravidade do problema da misoginia online, conferindo-lhe um papel de destaque e credibilidade.
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Google
A Google, como responsável pelo Youtube, é mencionada no contexto de ser procurada para responder sobre o problema, mas sem ter dado resposta, o que sugere uma falta de engajamento ou responsabilidade em relação ao conteúdo misógino na plataforma.
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Tâmara Freire
A repórter é mencionada como a autora da reportagem, atribuindo a autoria da notícia sem gerar um impacto positivo ou negativo em sua imagem.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom fortemente negativo ao descrever a disseminação de conteúdo misógino em uma plataforma popular, destacando o aumento de canais, inscritos e vídeos, além da monetização desses discursos de ódio e a ineficácia das plataformas em combatê-los. A pesquisa e as falas da especialista reforçam a gravidade do problema.
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