O Brasil segue em primeiro lugar no ranking de países que mais matam pessoas transexuais e travestis no mundo, com 80 assassinatos registrados em 2025. Os dados são da última edição do dossiê feito pela...
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Publicado em: Por: iMaranhense
Sentimento por Entidade:
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Brasil
O Brasil é retratado como o país que mais mata pessoas transexuais e travestis no mundo, ocupando essa posição há quase 18 anos, o que caracteriza uma forte conotação negativa.
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Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra)
A Antra é apresentada como a fonte dos dados e como uma organização que monitora e denuncia a violência, além de propor soluções. A entidade é vista como ativa e importante na divulgação e combate ao problema.
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Bruna Benevides
Bruna Benevides é citada como presidente da Antra e autora do dossiê, sendo a voz que explica os dados e as causas da violência. Suas falas são apresentadas como importantes para a compreensão do cenário e para a proposição de ações.
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Ceará
O Ceará é mencionado como um dos estados com maior número de assassinatos de pessoas trans e travestis, indicando um cenário de violência preocupante.
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Minas Gerais
Minas Gerais é mencionado como um dos estados com maior número de assassinatos de pessoas trans e travestis, indicando um cenário de violência preocupante.
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Região Nordeste
A Região Nordeste é apontada como a que concentra o maior número de assassinatos de pessoas trans e travestis, refletindo uma alta incidência de violência na região.
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Região Sudeste
A Região Sudeste é citada como a segunda com maior número de assassinatos, indicando um nível de violência relevante.
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Centro-Oeste
O Centro-Oeste é mencionado como uma região com número de assassinatos, sem um destaque tão forte quanto outras, mas ainda dentro do contexto de violência.
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Norte
A Região Norte é citada com um número de assassinatos, indicando a extensão do problema.
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Sul
A Região Sul é mencionada com um número de assassinatos, indicando a extensão do problema.
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São Paulo
São Paulo é destacado como o estado mais letal para pessoas trans e travestis no período de 2017 a 2025, com o maior registro de mortes, o que confere uma forte conotação negativa.
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Ministério dos Direitos Humanos
O Ministério dos Direitos Humanos é o local onde o dossiê será apresentado, o que sugere uma relação institucional com a temática, mas sem um julgamento explícito de sua atuação no texto.
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Grupo Gay da Bahia (GGB)
O GGB é apresentado como outra entidade que divulga dados sobre mortes violentas de LGBT+, reforçando a importância do monitoramento e da divulgação de informações sobre o tema.
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México
O México é citado como o segundo país com maior número de homicídios e suicídios de pessoas LGBT+ em todo o mundo, indicando um problema de violência também em outro país.
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Estados Unidos
Os Estados Unidos são mencionados como o terceiro país com maior número de homicídios e suicídios de pessoas LGBT+ em todo o mundo, indicando um problema de violência também em outro país.
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Mariana Tokarnia
Mariana Tokarnia é mencionada como supervisora de uma estagiária, sem que haja uma avaliação ou descrição de sua atuação no texto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta dados alarmantes sobre a violência contra pessoas trans e travestis no Brasil, destacando o país como o que mais mata essa população, apesar de uma ligeira queda nos números. A narrativa é predominantemente negativa, focando na gravidade do problema e na falta de ações efetivas.
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