Oitivas, determinadas pelo relator Dias Toffoli, são sigilosas
Ler notícia completa no site do autor ↗️No Supremo, PF colhe depoimentos no caso da compra do Master pelo BRB
Publicado em: Por: iMaranhense
Sentimento por Entidade:
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Polícia Federal
A PF é descrita como responsável pela investigação e coleta de depoimentos, mas sua atuação é apresentada como frustrada em seu planejamento inicial por decisões do ministro Dias Toffoli, o que sugere uma atuação com obstáculos.
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BRB
O BRB é retratado como um banco estatal envolvido na negociação de ativos fraudulentos e com diretores suspeitos de envolvimento em um esquema para maquiar ativos podres. A menção a negociações barradas e envolvimento em esquema aponta para um contexto negativo.
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Banco Master
O Banco Master é o centro da investigação, com suspeitas de ativos sem lastro, insolvência, e seu dono tendo sido preso. A descrição o posiciona como a entidade central de irregularidades financeiras.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é o local onde os depoimentos ocorrem, mas o texto foca nas decisões controversas do ministro relator que ocorrem dentro dele, o que confere um tom ligeiramente negativo ao ambiente.
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Dias Toffoli
O ministro é retratado de forma negativa, com suas decisões frustrando a PF, sendo alvo de pressões, realizando viagens em jatinho particular com um advogado da causa, e tendo parentes ligados a fundos de investimento com conexões ao Master. A condução do processo é questionada.
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Dario Oswaldo Garcia Júnior
Mencionado como diretor de Finanças e Controladoria do BRB, seu depoimento é o primeiro a ser colhido, sem juízo de valor sobre sua participação ou declarações.
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André Felipe de Oliveira Seixas Maia
Mencionado como diretor de empresa investigada, seu depoimento está agendado, sem juízo de valor.
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Henrique Souza e Silva Peretto
Mencionado como empresário, seu depoimento está agendado, sem juízo de valor.
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Alberto Felix de Oliveira
Mencionado como superintendente executivo de Tesouraria do Banco Master, seu depoimento está agendado, sem juízo de valor.
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Robério Cesar Bonfim Mangueira
Mencionado como superintendente de Operações Financeiras do BRB, seu depoimento está agendado, sem juízo de valor.
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Luiz Antonio Bull
Mencionado como diretor de Compliance do Banco Master, seu depoimento está agendado, sem juízo de valor.
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Angelo Antonio Ribeiro da Silva
Mencionado como um dos sócios do Master, será ouvido por videoconferência, sem juízo de valor.
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Augusto Ferreira Lima
Mencionado como ex-sócio do Master, será ouvido por videoconferência, sem juízo de valor.
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Procuradoria-Geral da República
Mencionada como o órgão para onde o material apreendido foi enviado para análise, sem juízo de valor sobre sua atuação.
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Fundo Garantidor de Crédito
O FGC é descrito como o órgão que socorreu investidores, pagando mais de R$ 26 bilhões, o que representa uma ação positiva de proteção aos credores.
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Daniel Vorcaro
Identificado como o dono do Master, foi preso e teve bens apreendidos, o que indica envolvimento em atividades ilícitas.
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Tribunal Regional Federal da 1a Região
Mencionado como o tribunal que soltou Daniel Vorcaro, sem juízo de valor sobre a decisão em si.
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Banco Central
O BC é mencionado por ter barrado a compra do Master pelo BRB e decidido pela liquidação do Master por insolvência, apresentando sua atuação de forma factual.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma investigação complexa envolvendo crimes financeiros e a atuação de órgãos públicos e privados. Há menções a fraudes, pressões e decisões controversas, o que gera um tom predominantemente negativo. A neutralidade é mantida pela descrição factual dos eventos e depoimentos.
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