O levantamento Práticas de aferição de idade em 25 serviços digitais usados por crianças no Brasil , de 2025, revela que 84% dos serviços digitais mais usados por crianças no Brasil não verificaram a idade...
Ler notícia completa no site do autor ↗️De cada 10 serviços digitais, 8 não checam idade na criação de conta
Publicado em: Por: iMaranhense
Sentimento por Entidade:
-
Comitê Gestor da Internet no Brasil
O CGI.br é apresentado como o realizador de um estudo importante e inédito sobre a verificação de idade em serviços digitais, o que confere uma conotação neutra a positiva à sua atuação no contexto da pesquisa.
-
NIC.br
O NIC.br é mencionado como coautor do estudo, indicando sua participação em uma iniciativa relevante para a segurança digital de crianças e adolescentes, o que confere uma conotação neutra a positiva.
-
Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente
A lei é apresentada como um marco regulatório importante para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, com potencial para resolver os problemas apontados pelo estudo. Sua entrada em vigor é um ponto positivo.
-
ECA Digital
É a mesma lei citada acima, apresentada como um marco regulatório importante para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, com potencial para resolver os problemas apontados pelo estudo. Sua entrada em vigor é um ponto positivo.
-
Lei Felca
É a mesma lei citada acima, apresentada como um marco regulatório importante para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, com potencial para resolver os problemas apontados pelo estudo. Sua entrada em vigor é um ponto positivo.
-
Agência Brasil
A Agência Brasil é mencionada como um canal para seguir, sem qualquer avaliação de sua atuação ou conteúdo.
-
Youtube Kids
O Youtube Kids é listado como um dos serviços avaliados que não verificam a idade no momento da criação da conta, o que é um ponto negativo para a proteção infantil.
-
WhatsApp
O WhatsApp é explicitamente criticado por não exigir verificação de idade na criação de conta e permitir o acesso apenas com vinculação a número de celular, o que representa uma falha significativa na proteção de menores.
-
Gemini
Gemini é citado como um serviço de IA generativa que, no estudo, utiliza empresas terceirizadas para checagem de idade, mas a menção geral à falta de verificação na criação de conta o coloca em um contexto de vulnerabilidade.
-
ChatGPT
ChatGPT é citado como um serviço de IA generativa que, no estudo, utiliza empresas terceirizadas para checagem de idade, mas a menção geral à falta de verificação na criação de conta o coloca em um contexto de vulnerabilidade.
-
Apple Store
A Apple Store é mencionada por relatar idades mínimas, mas não barrar o acesso no cadastro, limitando-se a oferecer recursos de controle parental, o que indica uma proteção insuficiente no momento da criação da conta.
-
Google Play
A Google Play é mencionada por relatar idades mínimas, mas não barrar o acesso no cadastro, limitando-se a oferecer recursos de controle parental, o que indica uma proteção insuficiente no momento da criação da conta.
-
Minecraft
Minecraft é citado como um jogo online com idade mínima exigida, mas a proteção é baseada em ferramentas de supervisão parental e configurações por faixa etária, o que sugere uma verificação de idade não rigorosa no cadastro.
-
Fortnite
Fortnite é citado como um jogo online com idade mínima exigida, mas a proteção é baseada em ferramentas de supervisão parental e configurações por faixa etária, o que sugere uma verificação de idade não rigorosa no cadastro.
-
Roblox
Roblox é citado como um jogo online com idade mínima exigida, mas a proteção é baseada em ferramentas de supervisão parental e configurações por faixa etária, o que sugere uma verificação de idade não rigorosa no cadastro.
-
PlayStation
PlayStation é citado como um jogo online com idade mínima exigida, mas a proteção é baseada em ferramentas de supervisão parental e configurações por faixa etária, o que sugere uma verificação de idade não rigorosa no cadastro.
-
Facebook
Facebook é listado como uma rede social que exige idade mínima de 13 anos, mas não confere a idade no cadastro, adota a autodeclaração e permite autorização parental, indicando uma falha na verificação inicial.
-
Instagram
Instagram é listado como uma rede social que exige idade mínima de 13 anos, mas não confere a idade no cadastro, adota a autodeclaração e permite autorização parental, indicando uma falha na verificação inicial.
-
X
X (anteriormente Twitter) é listado como uma rede social que exige idade mínima de 13 anos, mas não confere a idade no cadastro, adota a autodeclaração e permite autorização parental, indicando uma falha na verificação inicial.
-
YouTube
YouTube é listado como uma rede social que exige idade mínima de 13 anos, mas não confere a idade no cadastro, adota a autodeclaração e permite autorização parental, indicando uma falha na verificação inicial.
-
Discord
Discord é listado como uma rede social que exige idade mínima de 13 anos, mas não confere a idade no cadastro, adota a autodeclaração e permite autorização parental, indicando uma falha na verificação inicial.
-
Mercado Livre
Mercado Livre é citado como uma rede de marketplace voltada a adultos que estabelece idade mínima de 18 anos, mas a barreira é contornável devido à aceitação da autodeclaração no cadastro, sem exigência de aferição.
-
Amazon
Amazon é citado como uma rede de marketplace voltada a adultos que estabelece idade mínima de 18 anos, mas a barreira é contornável devido à aceitação da autodeclaração no cadastro, sem exigência de aferição.
-
Sentimento Geral
O texto apresenta uma crítica contundente à falta de verificação de idade em serviços digitais utilizados por crianças e adolescentes no Brasil, destacando falhas e a necessidade de regulamentação. Há um tom de alerta e preocupação com a segurança dos menores.
- Muito Positivo
- Positivo
- Neutro
- Negativo
- Muito Negativo
