No ano passado, mais de 1.248 homens mataram mulheres no Brasil. Das 1.568 mulheres assassinadas, 62,6% eram negras e 66,3% foram mortas dentro de ...
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Publicado em: Por: iMaranhense
Sentimento por Entidade:
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Brasil
O país é retratado como palco de um número aterrador de assassinatos de mulheres, o que gera vergonha e exige ação. A menção à violência política de gênero e ao racismo estrutural também contribui para uma percepção negativa.
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Luizianne Lins
É descrita como presidente da comissão e suas declarações são citadas como um 'chamado de emergência' e 'grito de alerta', indicando uma postura ativa e engajada no combate à violência. A menção à Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher como fonte de subsídios para políticas públicas também a posiciona de forma positiva.
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PT-CE
O partido é mencionado apenas como a afiliação política da deputada Luizianne Lins, sem receber qualquer qualificação específica no texto.
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DataSenado
É citado como a fonte da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, que é considerada importante para subsidiar políticas públicas. A instituição é apresentada de forma neutra, mas a pesquisa que ela realiza é valorizada.
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Ligue 180
É apresentado como um número nacional essencial para acolhimento de denúncias e como uma 'porta de saída do ciclo de violências'. Sua eficácia e capilaridade são destacadas, com menção ao engajamento da sociedade em denúncias através dele.
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Eutália Barbosa Rodrigues Naves
É apresentada como secretária-executiva do Ministério das Mulheres e suas falas sobre a gravidade da violência política de gênero e a importância da igualdade para a democracia são destacadas, conferindo-lhe uma postura relevante e engajada.
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Ministério das Mulheres
É mencionado como o ministério ao qual a secretária-executiva Eutália Barbosa Rodrigues Naves pertence e que apoia a elaboração de uma proposta de lei contra violência digital, indicando um papel ativo no combate à violência.
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Rúbia Abs da Cruz
É citada como representante do Consórcio Lei Maria da Penha e faz alertas importantes sobre a amplitude da violência contra a mulher e a necessidade de prevenção e educação. Sua fala sobre a mudança cultural em meninos é ressaltada.
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Consórcio Lei Maria da Penha
A organização é representada por Rúbia Abs da Cruz, que faz alertas importantes sobre a violência contra a mulher e a necessidade de prevenção e educação, conferindo à associação um papel relevante na discussão.
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Lei Maria da Penha
O nome da lei é mencionado no contexto do consórcio, associado à luta contra a violência, indicando uma conotação positiva pela sua relevância na proteção das mulheres.
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Maria Teresa Prado
É apresentada como servidora do Senado e do Observatório da Mulher contra a Violência, e seus dados sobre a eficácia de medidas protetivas no Distrito Federal são destacados, conferindo-lhe credibilidade e relevância.
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Senado Federal
É o órgão onde Maria Teresa Prado atua e de onde provém o Observatório da Mulher contra a Violência, além de ser um dos locais onde o debate ocorreu, indicando sua relevância institucional.
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Distrito Federal
É mencionado como um local onde, segundo dados apresentados, nenhuma mulher com medida protetiva foi morta no ano passado, o que demonstra a importância da rede de atendimento e proteção, conferindo uma percepção positiva ao contexto local.
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Juliana Brandão
É apresentada como pesquisadora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e suas análises sobre a vulnerabilidade das mulheres negras e jovens são destacadas, conferindo-lhe autoridade e relevância nos dados apresentados.
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Fórum Brasileiro de Segurança Pública
A organização é representada por Juliana Brandão, cujas análises sobre a assimetria de gênero e racismo estrutural são destacadas, conferindo à associação um papel relevante na discussão e apresentação de dados.
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Ellen dos Santos Costa
É citada como coordenadora-geral do Ligue 180 e suas explicações sobre a evitabilidade do feminicídio e a importância do serviço como porta de saída do ciclo de violências são ressaltadas, conferindo-lhe credibilidade e relevância.
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Sandrali Campos Bueno
É apresentada como vice-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e suas falas sobre a necessidade de escutar os movimentos de mulheres, a intersecção entre desigualdade de gênero e raça, e a importância da participação social são destacadas, conferindo-lhe relevância e engajamento.
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Conselho Nacional dos Direitos da Mulher
A organização tem Sandrali Campos Bueno como vice-presidente e suas falas sobre a necessidade de escutar os movimentos de mulheres e a intersecção entre desigualdade de gênero e raça são destacadas, conferindo ao conselho um papel relevante na discussão.
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Schuma Schumaher
É mencionada como representante dos Movimentos de Mulheres, mas sem declarações ou ações específicas atribuídas a ela no texto.
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Movimentos de Mulheres
São mencionados como um grupo que deve ser ouvido pelo poder público, indicando sua importância na defesa dos direitos das mulheres.
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Margareth Rose
É mencionada como representante da Frente de Mulheres Negras do Distrito Federal, mas sem declarações ou ações específicas atribuídas a ela no texto.
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Frente de Mulheres Negras do Distrito Federal
É mencionada como um grupo que participou da audiência, indicando sua relevância na defesa dos direitos das mulheres negras.
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Marina Andrade
É mencionada como representante da Frente de Mulheres Negras do Distrito Federal, mas sem declarações ou ações específicas atribuídas a ela no texto.
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Sentimento Geral
O texto aborda um tema extremamente grave e sensível, a violência contra a mulher e o feminicídio, com dados alarmantes e relatos que evocam forte repúdio e indignação. A linguagem utilizada para descrever a situação é predominantemente negativa, focando na brutalidade dos crimes e na urgência de ações.
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