Os ataques a mulheres e meninas na internet são uma extensão da violência de gênero já enraizada na sociedade, mas vêm ganhando alcance cada vez ma...
Ler notícia completa no site do autor ↗️Violência digital contra mulher também é crime; veja como denunciar
Publicado em: Por: iMaranhense
Sentimento por Entidade:
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Organização das Nações Unidas (ONU)
A ONU é citada como fonte de uma estatística relevante sobre o uso de IA para criar vídeos íntimos falsos, o que contribui para a gravidade do problema abordado. A menção é informativa e não avaliativa.
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Código Penal
O Código Penal é apresentado como um instrumento legal que tipifica condutas de violência digital como crime, o que é positivo no contexto de combate a essas práticas.
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Lei 14.132
A lei é mencionada como um avanço na tipificação do crime de perseguição e assédio (stalking), especialmente quando direcionada a mulheres, o que é visto como positivo.
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Senado
O Senado é citado como o proponente de um projeto de lei que resultou na Lei 14.132 e como um órgão que tem reforçado o combate à violência política de gênero com a criação do Zap Delas. A atuação é descrita de forma positiva.
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Leila Barros
A senadora é mencionada como a apresentadora de um projeto de lei que resultou na tipificação do stalking, e outro projeto que visa inserir a violência eletrônica na Lei Maria da Penha. Sua atuação legislativa é apresentada de forma positiva.
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PDT-DF
O partido é mencionado apenas como a afiliação política da senadora Leila Barros, sem qualquer juízo de valor.
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Lei Maria da Penha
A lei é citada como um instrumento que prevê punições para agressores e responsabilização de plataformas, sendo um marco importante no combate à violência contra a mulher.
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Marco Civil da Internet
O Marco Civil é mencionado como uma legislação que prevê punições e responsabilização de plataformas, contribuindo para o combate à violência digital.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é citado pelo lançamento de uma cartilha com orientações sobre violência digital, o que representa uma iniciativa de informação e apoio às vítimas.
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Ministério Público
O MP é apresentado como um órgão ao qual as denúncias podem ser encaminhadas, com promotorias especializadas em gênero ou crimes digitais, aptas a agir legalmente, o que é visto como positivo.
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Polícia Civil
A Polícia Civil é mencionada como um órgão que pode ser acionado para investigar crimes digitais, mas sem um juízo de valor específico sobre sua atuação no texto.
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Defensoria Pública
A Defensoria Pública é destacada como um recurso para vítimas que não podem arcar com custos judiciais, oferecendo acesso à justiça, o que é positivo.
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Polícia Federal
A PF é citada pela abertura de inquérito para investigar vídeos simulando agressões contra mulheres, demonstrando atuação na repressão a crimes virtuais.
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Advocacia-Geral da União (AGU)
A AGU é mencionada pelo pedido de investigação sobre vídeos simulando agressões, indicando sua atuação na proteção contra esse tipo de conteúdo.
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Ministério Público Eleitoral
O Ministério Público Eleitoral é citado como um canal de denúncia para violência política, mas sem um juízo de valor específico sobre sua atuação no texto.
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Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
O TSE é citado como um canal de denúncia para violência política, mas sem um juízo de valor específico sobre sua atuação no texto.
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Zap Delas
O Zap Delas é apresentado como uma ferramenta inovadora e útil para receber relatos de violência política de gênero e oferecer apoio, sendo uma iniciativa positiva.
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Procuradoria Especial da Mulher do Senado
A Procuradoria é citada como a iniciativa por trás do Zap Delas, demonstrando seu compromisso com o enfrentamento da violência de gênero.
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ONU Mulheres
A ONU Mulheres é citada como fonte de dados sobre violência cibernética, contribuindo para a compreensão da dimensão global do problema.
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DataSenado
O DataSenado é mencionado pela realização de uma pesquisa sobre violência contra a mulher, fornecendo dados importantes para o debate.
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Observatório da Mulher contra a Violência
O Observatório é citado como o solicitante da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, indicando seu papel na monitorização e combate à violência.
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Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW) da ONU
A CSW é mencionada como o palco de debates sobre violência digital, indicando a relevância internacional do tema.
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Ministério das Mulheres
O Ministério é citado por promover um encontro paralelo à reunião da CSW para discutir estratégias de enfrentamento à misoginia online, demonstrando sua atuação na área.
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Organização dos Estados Americanos (OEA)
A OEA é mencionada pela aprovação de uma Lei Modelo para combater a violência digital de gênero, o que representa um esforço regional para lidar com o problema.
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Congresso
O Congresso é apresentado como um foco de ações para fortalecer a legislação de enfrentamento à violência digital, com propostas em análise, o que é visto como positivo.
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Soraya Thronicke
A senadora é citada como autora de um projeto de lei que aumenta penas para crimes de violência digital, demonstrando sua atuação na área.
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Podemos-MS
O partido é mencionado apenas como a afiliação política da senadora Soraya Thronicke, sem qualquer juízo de valor.
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Comissão de Direitos Humanos (CDH)
A CDH é citada como a comissão que aprovou um projeto de lei, mas sem um juízo de valor específico sobre sua atuação no texto.
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Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)
A CCJ é mencionada como a próxima etapa para um projeto de lei, mas sem um juízo de valor específico sobre sua atuação no texto.
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Randolfe Rodrigues
O senador é citado como autor de um projeto de lei que institui a Política Nacional de Combate ao Discurso de Ódio contra a Mulher na Internet, demonstrando sua atuação na área.
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PT-AP
O partido é mencionado apenas como a afiliação política do senador Randolfe Rodrigues, sem qualquer juízo de valor.
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PL 116/2020
O projeto de lei é destacado por sua proposta de inserir formas de violência eletrônica na Lei Maria da Penha, o que é visto como positivo.
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Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados é mencionada como o local onde um projeto de lei está em análise, mas sem um juízo de valor específico sobre sua atuação no texto.
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Ana Paula Lobato
A senadora é citada como autora de um projeto de lei que criminaliza a misoginia, demonstrando sua atuação na área.
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PSB-MA
O partido é mencionado apenas como a afiliação política da senadora Ana Paula Lobato, sem qualquer juízo de valor.
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Lei do Racismo
A Lei do Racismo é mencionada como o instrumento ao qual a misoginia pode ser incluída, indicando uma conexão entre diferentes formas de discriminação.
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Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio
O pacto é apresentado como uma iniciativa conjunta entre poderes para conter a violência contra as mulheres, o que é visto como positivo.
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Senado Verifica
O Senado Verifica é descrito como um serviço de checagem de dados útil para combater a desinformação, o que é positivo.
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UNESCO
A UNESCO é citada como fonte de um estudo sobre violência online contra jornalistas, fornecendo dados relevantes sobre o tema.
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Maria da Penha
Maria da Penha é mencionada como um exemplo de vítima de violência que também sofreu ameaças digitais, e sua história ilustra a migração da intimidação para o ambiente online. Sua figura é associada à luta contra a violência.
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Paula Cochrane
Paula Cochrane é creditada como a repórter da matéria, sem qualquer juízo de valor sobre seu trabalho.
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Tatiana Beltrão
Tatiana Beltrão é creditada como a editora da matéria, sem qualquer juízo de valor sobre seu trabalho.
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Sentimento Geral
O texto aborda um tema grave e de grande impacto social, a violência digital contra mulheres, detalhando suas formas, consequências e os mecanismos legais e institucionais para combatê-la. A predominância de informações sobre crimes, agressões e a necessidade de proteção confere um tom predominantemente negativo, embora a existência de soluções e a atuação de órgãos públicos introduzam elementos de neutralidade e esperança.
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