Caso é relatado no segundo episódio do podcast Perdas e Danos
Ler notícia completa no site do autor ↗️Executivo da Nestlé contratou torturador da ditadura militar
Publicado em: Por: iMaranhense
Sentimento por Entidade:
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Nestlé
A Nestlé é retratada como uma empresa que apoiou a ditadura militar, financiou aparatos de repressão e praticou marketing agressivo de leite em pó, prejudicando a amamentação. O acesso aos seus arquivos foi negado, o que reforça a percepção negativa.
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Gualter Mano
É mencionado como o executivo da Nestlé que fez contribuições financeiras para o IPES, um think tank ligado ao golpe de 1964, indicando seu envolvimento com o regime.
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IPES
Descrito como um think tank conservador formado por empresários e militares que ajudou a preparar o terreno para o golpe de 1964, o que confere uma conotação negativa à entidade.
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Arquivo Nacional
Mencionado como guardião de comprovantes de contribuições da Nestlé, sem juízo de valor sobre a instituição em si.
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OBAN
Identificada como o maior aparato de tortura e morte do regime militar, uma estrutura clandestina e laboratório para os DOI-Codi, o que a torna um símbolo de repressão e violência.
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Comissão Nacional da Verdade
É a fonte que registra a participação da Nestlé e lista pessoas responsáveis por torturas e assassinatos. Sua menção é factual, mas o conteúdo que ela revela é negativo para outros entes.
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Delfim Netto
Mencionado como o ministro que organizou um banquete onde banqueiros e multinacionais doaram dinheiro para a Oban, associando-o a um evento de financiamento da repressão.
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Amador Aguiar
Citado como um dos banqueiros que doou para a Oban durante o banquete organizado por Delfim Netto, indicando seu envolvimento com o financiamento do regime.
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Bradesco
Mencionado como o banco de Amador Aguiar, que doou para a Oban, sugerindo um possível envolvimento financeiro com o regime.
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Gastão Eduardo de Bueno Vidigal
Citado como um dos banqueiros que doou para a Oban durante o banquete organizado por Delfim Netto, indicando seu envolvimento com o financiamento do regime.
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Banco Mercantil de São Paulo
Mencionado como o banco de Gastão Eduardo de Bueno Vidigal, que doou para a Oban, sugerindo um possível envolvimento financeiro com o regime.
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General Eletric
Listada como uma multinacional que colaborou com a Oban, indicando apoio financeiro ao regime de repressão.
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Mercedes Benz
Listada como uma multinacional que colaborou com a Oban, indicando apoio financeiro ao regime de repressão.
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Siemens
Listada como uma multinacional que colaborou com a Oban, indicando apoio financeiro ao regime de repressão. Também é mencionada como encabeçadora de um consórcio alvo de denúncias de corrupção.
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Light
Listada como uma multinacional que colaborou com a Oban, indicando apoio financeiro ao regime de repressão.
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Oswaldo Ballarin
É central na narrativa, acusado de ser o elo da Nestlé com a ditadura, homenageado pelo apoio à repressão, de ter ligações com aparatos de tortura através da CIA e de ter transferido fundos para a empresa. Sua defesa é apresentada como insuficiente.
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Estado-Maior do II Exército
Mencionado como o órgão do general Ernani Ayrosa, que homenageou Oswaldo Ballarin pelo apoio à repressão, associando-o indiretamente ao contexto repressivo.
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Ernani Ayrosa
General chefe do Estado-Maior do II Exército que homenageou Oswaldo Ballarin pelo apoio à repressão, indicando seu envolvimento e validação das práticas do regime.
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Senado dos Estados Unidos
Mencionado como o local onde Oswaldo Ballarin representou a Nestlé em uma audiência pública para investigar a estratégia de marketing de leite em pó, sem juízo de valor sobre o órgão em si.
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Brown Boveri
Empresa onde Oswaldo Ballarin ocupou cargo executivo e que é acusada de ter ligações com a CIA e de financiar a repressão, além de ser alvo de denúncias de corrupção.
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Asea Brown Boveri - ABB
É a empresa atualizada da Brown Boveri, que herdou as denúncias de corrupção e financiamento da repressão, embora a empresa responda com políticas de direitos humanos.
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Pão de Açúcar
Mencionado como local de uma obra onde a Brown Boveri atuou, sem relação direta com as denúncias do texto.
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Pecém
Mencionado como local de um polo de produção onde a ABB atua, sem relação direta com as denúncias do texto.
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Itaipu
A Usina de Itaipu é apresentada como a maior obra de engenharia dos militares, e o consórcio responsável por sua construção (CIEM) é alvo de denúncias de corrupção e financiamento da repressão.
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CIEM
Consórcio formado por empresas europeias, encabeçado pela Siemens, para a construção de Itaipu, alvo de denúncias de corrupção e financiamento da oposição, o que o associa a práticas ilícitas.
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CIA
Identificada como uma agência de relações públicas de fachada que atuava na vigilância de trabalhadores, perseguição de desafetos e organização de vaquinhas para equipar aparatos de tortura, sendo um braço da repressão.
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Universidade de Lausanne
Mencionado como a instituição de Gabriella Lima, a pesquisadora que descobriu os vínculos, sem juízo de valor sobre a universidade em si.
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Gabriella Lima
É a pesquisadora que desencavou a história, abrindo arquivos e tendo acesso a documentos cruciais. Sua atuação é retratada como fundamental para a revelação das denúncias.
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Conselho Federal Suíço
Mencionado como o governo central suíço ao qual organizações de direitos humanos enviaram denúncias sobre o CIEM e a CIA, sem juízo de valor sobre o órgão.
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Robert Lentz Plassing
Diretor da CIA (Consultores Industriais Associados), descrito como expoente da extrema-direita, organizador de contribuições para o regime e listado como responsável por torturas e assassinatos.
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DOI-Codi
Aparece como um dos principais aparatos de tortura e assassinato do regime militar, para o qual a CIA serviu de laboratório e onde Plassing atuou, sendo um símbolo de violência estatal.
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Rio de Janeiro
Mencionado como o local onde Plassing integrou o DOI-Codi, sem juízo de valor sobre a cidade.
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Jean Ziegler
Ocupava uma vaga no Conselho Nacional Suíço e acusou explicitamente Ballarin e a Brown Boveri de cumplicidade em homicídio premeditado, tendo uma atuação de denúncia.
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Conselho Nacional Suíço
Mencionado como o órgão onde Jean Ziegler atuava ao fazer acusações contra Ballarin e a Brown Boveri, sem juízo de valor sobre o órgão em si.
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IBGE
Citado para fornecer dados sobre o crescimento do PIB durante o milagre econômico, sem juízo de valor sobre o órgão.
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Antoinette Fredericq
Pesquisadora que fez um levantamento sobre o faturamento da Nestlé, mencionada de forma factual.
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Centro Edelstein de Pesquisas Sociais
Instituição para a qual Antoinette Fredericq fez um levantamento, mencionada de forma factual.
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USP
Mencionado como a faculdade onde Marina Rea estudou e onde Ballarin deu aulas sobre fórmulas infantis, sem juízo de valor sobre a universidade.
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Rede Internacional pelo Direito de Amamentar (Ibfan)
Organização da qual Marina Rea é fundadora, que luta pelo direito à amamentação, o que confere uma conotação positiva à entidade.
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War on Want
Organização inglesa que publicou o relatório 'The Baby Killer', acusando indústrias, incluindo a Nestlé, de provocar a morte de crianças em países pobres, tendo um papel de denúncia.
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The Baby Killer
Título de um relatório que acusou a Nestlé e outras indústrias de provocarem a morte de crianças em países pobres, o que confere uma conotação extremamente negativa ao relatório e às práticas denunciadas.
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Public Eye
ONG suíça que, em 2024, mostrou que produtos da Nestlé para crianças pobres são mais açucarados que os para crianças ricas, mantendo a linha de denúncia contra a empresa.
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Itaipu
A direção da Itaipu responde às denúncias sobre o consórcio CIEM, reconhecendo o contexto da ditadura militar e suas práticas autoritárias, mas foca em iniciativas atuais de direitos humanos. A resposta é defensiva e contextualiza o passado.
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ABB
A ABB responde às denúncias com sua política de direitos humanos e tolerância zero a comportamentos antiéticos, o que é uma resposta padrão e defensiva diante das acusações de corrupção e financiamento da repressão.
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Sentimento Geral
O texto apresenta fortes evidências e acusações de envolvimento de executivos e empresas com o regime militar brasileiro, incluindo apoio a aparatos de tortura e práticas antiéticas. O tom geral é de denúncia e crítica.
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