A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado instalou nesta quarta-feira (4) uma subcomissão para acompanhar as investigações sobre o Banco Master, alvo de apurações da Polícia Federal por suspeitas de operações irregulares que podem ultrapassar R$ 12 bilhões. A iniciativa partiu do presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que também conduzirá o novo...
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Publicado em: Por: Isaías RochaSentimento por Entidade:
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Renan Calheiros
O senador é a figura central do texto, liderando as investigações e expressando opiniões fortes. Embora ele seja o porta-voz das críticas, o texto o retrata como um agente de investigação e busca por transparência, o que o mantém em um tom neutro, mas com a ressalva de que suas declarações são duras e acusatórias em relação a outros.
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Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado
A CAE é apresentada como o órgão que instaura a subcomissão para investigar o caso, o que é uma ação positiva em termos de busca por esclarecimentos e transparência. A atuação do órgão é descrita de forma neutra, mas a iniciativa em si é vista como um passo em direção à resolução do problema.
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Senado
O Senado é o palco das ações investigativas e da criação da subcomissão, o que o posiciona como um agente de fiscalização e controle. A menção ao Senado está associada à iniciativa de apurar irregularidades, conferindo um tom levemente positivo à sua atuação no contexto da notícia.
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Banco Master
O Banco Master é descrito como alvo de investigações por operações irregulares, fraudes bilionárias, problemas de liquidez, venda de um banco "quebrado" e "trapaça escancarada". A liquidação tardia e as ramificações políticas da fraude reforçam a imagem extremamente negativa da instituição.
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Polícia Federal
A Polícia Federal é mencionada como a responsável pelas apurações iniciais sobre o Banco Master, o que a posiciona como um órgão de investigação. O texto não emite juízo de valor sobre a atuação da PF, apenas a cita como parte do processo investigativo.
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Banco Central
Embora o Banco Central seja uma autoridade supervisora, o texto sugere que ele falhou na fiscalização, com "vista grossa" e "cegueira da fiscalização", que, ao que tudo indica, foi deliberada. A liquidação do Banco Master é considerada tardia, indicando uma falha na atuação do órgão em prevenir ou mitigar os problemas.
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Lula
O presidente Lula é mencionado em relação a encontros não registrados oficialmente com o controlador do Banco Master. Embora Renan Calheiros afirme que o pedido de esclarecimento não parte de suspeita contra o presidente, a associação com um banqueiro investigado e a falta de registro nas agendas oficiais criam um contexto de desconfiança e questionamento sobre sua conduta.
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Daniel Vorcaro
Daniel Vorcaro é descrito como o controlador do Banco Master, envolvido em operações irregulares e suspeitas. A menção a suas reuniões não oficiais com o presidente Lula e sua tentativa de vender um banco "quebrado" o retratam de forma extremamente negativa.
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Palácio do Planalto
O Palácio do Planalto é associado a encontros não oficiais e não registrados com o controlador do Banco Master, o que cria um ambiente de questionamento sobre a transparência e a conduta dentro do local.
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O Globo
O jornal O Globo é citado como a fonte da revelação sobre o encontro entre Lula e Daniel Vorcaro. O texto apenas reporta a informação, sem emitir juízo de valor sobre o jornal.
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Guido Mantega
O ex-ministro da Fazenda é mencionado como o intermediador do encontro entre Lula e Daniel Vorcaro. Sua participação em um encontro que posteriormente se revela problemático o associa indiretamente às irregularidades, conferindo um tom levemente negativo.
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Fernando Haddad
O ministro da Fazenda participou do encontro com Daniel Vorcaro. Sua presença é mencionada como parte do fato, mas o texto não atribui a ele qualquer responsabilidade ou juízo de valor específico sobre sua conduta no evento.
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Gabriel Galípolo
O presidente do BC participou do encontro com Daniel Vorcaro. Sua presença é mencionada como parte do fato, mas o texto não atribui a ele qualquer responsabilidade ou juízo de valor específico sobre sua conduta no evento. Ele é citado novamente no final como alvo de reunião, o que é neutro.
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Presidência
A Presidência é associada à falta de registros oficiais de encontros importantes, o que levanta questões sobre a transparência e o controle de acesso ao presidente.
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Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
O GSI é mencionado pela falha nos controles de entrada que permitiram a entrada de Daniel Vorcaro sem registro oficial, o que sugere uma falha na segurança e no controle de acesso.
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Lei de Acesso à Informação
A Lei de Acesso à Informação é mencionada como o instrumento utilizado para obter dados sobre as visitas de Vorcaro, o que a posiciona como uma ferramenta importante para a transparência e a fiscalização.
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BRB
O BRB é mencionado como uma instituição pública que os "trapaceiros" tentaram vender o banco quebrado. O texto não atribui ao BRB qualquer responsabilidade ou juízo de valor, apenas o cita como potencial comprador em uma situação irregular.
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Tribunal de Contas da União (TCU)
O TCU é descrito como alvo de "pressões diretas" e "chantagem" por parte do banqueiro para reverter a liquidação. A tentativa de "votar a elevação do FGC para R$ 1 bilhão como parte dessa pressão" sugere que o TCU foi pressionado a tomar decisões favoráveis aos envolvidos nas fraudes.
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Vital do Rêgo Filho
O presidente do TCU é mencionado como tendo se reunido com Renan Calheiros, mas o texto não atribui a ele qualquer juízo de valor ou responsabilidade direta no contexto das pressões sofridas pelo TCU.
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Câmara
A Câmara é mencionada por ter tentado votar a elevação do FGC e por tentativas de alterar a lei de autonomia do Banco Central, o que sugere um ambiente de pressão e tentativas de interferência em órgãos de controle e fiscalização.
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Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
O FGC é mencionado no contexto de uma tentativa de elevação para R$ 1 bilhão como parte de uma pressão sobre o TCU, o que sugere que o aumento poderia ter sido uma forma de beneficiar os envolvidos nas fraudes ou de mitigar perdas de forma irregular.
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Andrei Rodrigues
O diretor-geral da Polícia Federal é citado como uma das autoridades que Renan Calheiros pretende ouvir. O texto não emite juízo de valor sobre sua atuação, apenas o lista como um interlocutor potencial.
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Edson Fachin
O presidente do STF é citado como uma das autoridades que Renan Calheiros pretende ouvir. O texto não emite juízo de valor sobre sua atuação, apenas o lista como um interlocutor potencial.
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Alessandro Vieira
Senador integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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Damares Alves
Senadora integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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Eduardo Braga
Senador integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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Esperidião Amin
Senador integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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Fernando Farias
Senador integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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Leila Barros
Senadora integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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Randolfe Rodrigues
Senador integrante da subcomissão. Sua menção é puramente informativa, sem juízo de valor.
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MDB
Partido de Renan Calheiros e Alessandro Vieira. A menção é contextual e não carrega juízo de valor.
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Republicanos
Partido de Damares Alves. A menção é contextual e não carrega juízo de valor.
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PP
Partido de Esperidião Amin. A menção é contextual e não carrega juízo de valor.
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PDT
Partido de Leila Barros. A menção é contextual e não carrega juízo de valor.
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PT
Partido de Randolfe Rodrigues. A menção é contextual e não carrega juízo de valor.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte crítica a irregularidades financeiras e à fiscalização, com um tom de indignação e desconfiança em relação às autoridades e aos envolvidos nas operações do Banco Master. A linguagem utilizada é acusatória e aponta para falhas deliberadas e "trapaça escancarada", o que confere um sentimento predominantemente negativo.
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