PF deflagra operações de combate ao crime organizado no setor de combustíveis; Receita identificou irregularidades em postos do Maranhão - John Cutrim
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Publicado em: Por: John Cutrim
Sentimento por Entidade:
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Receita Federal
A Receita Federal é apresentada como um órgão atuante e eficaz na identificação de irregularidades e na constituição de créditos tributários, o que confere um sentimento positivo à sua atuação no contexto da operação.
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Polícia Federal
A Polícia Federal é descrita como uma das principais executoras da operação, demonstrando sua capacidade de combate ao crime organizado, o que gera um sentimento positivo.
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Operação Carbono Oculto
O nome da operação, embora explicativo, está intrinsecamente ligado a atividades criminosas (dinheiro escondido na cadeia de combustível), conferindo um sentimento negativo ao evento em si.
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Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN)
A PGFN é mencionada por ingressar com ações judiciais de bloqueio de bens, demonstrando atuação na recuperação de créditos tributários, o que é visto de forma positiva.
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Ministério Público de São Paulo (MPSP)
O MPSP é citado como participante da operação, o que indica uma atuação institucional em combate ao crime, mas sem detalhes específicos que gerem um sentimento mais forte.
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Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)
O Gaeco é mencionado como parte da estrutura de combate ao crime organizado, indicando sua função, mas sem um julgamento explícito de sua atuação no texto.
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Ministério Público Federal
O MPF é citado como parceiro na operação, o que sugere sua atuação em conformidade com o combate ao crime, mas sem detalhes que permitam uma avaliação mais aprofundada.
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Polícia Civil
A Polícia Civil é listada como participante da operação, indicando sua colaboração no combate ao crime, mas sem um destaque particular.
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Polícia Militar
A Polícia Militar é mencionada como parceira na operação, o que indica sua contribuição para a segurança pública e o combate ao crime.
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Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz/SP)
A Sefaz/SP é citada como participante da operação, indicando sua colaboração em ações de fiscalização e combate a fraudes.
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Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
A ANP é listada como órgão parceiro na operação, o que sugere sua atuação no setor de combustíveis e colaboração com as investigações.
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Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP)
A PGE/SP é mencionada como participante da operação, indicando sua atuação jurídica em apoio às ações de combate ao crime.
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fintechs
As fintechs são descritas como ferramentas utilizadas pelo crime organizado para ocultar e lavar dinheiro, aproveitando brechas na regulação. A menção a atuarem como 'banco paralelo' e movimentarem bilhões de forma opaca gera um sentimento fortemente negativo.
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fundos de investimentos
Os fundos de investimentos são apresentados como mecanismos de blindagem patrimonial e ocultação de recursos ilícitos, com múltiplas camadas de ocultação e controle pela organização criminosa, o que confere um sentimento negativo.
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Sentimento Geral
O texto descreve uma operação policial e fiscal de grande escala contra o crime organizado no setor de combustíveis, detalhando fraudes, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. A linguagem utilizada é predominantemente informativa, mas o tema central e os valores envolvidos (bilhões em fraudes e créditos tributários) geram um sentimento geral negativo em relação às atividades criminosas descritas.
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