A aliados, Toffoli atribui a Lula entrega de relatório da PF sobre celular de Vorcaro ao STF - John Cutrim
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Publicado em: Por: John Cutrim
Sentimento por Entidade:
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Dias Toffoli
O ministro é retratado como alguém que atribui ações a Lula por vingança, se sente perseguido pela Polícia Federal e tem um histórico controverso, como a demora na decisão sobre o enterro do irmão de Lula e a aproximação com Bolsonaro. A narrativa foca em suas mágoas e justificativas.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Supremo Tribunal Federal (STF)
O STF é mencionado no contexto de pressões sobre Toffoli para abandonar uma relatoria e como o destinatário final de um relatório da PF. A menção à sua presidência por Fachin e a pressão dos ministros sugere um ambiente de conflito interno ou de decisões tomadas sob pressão.
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Polícia Federal (PF)
A PF é retratada como um instrumento de Lula, agindo sob sua ordem para entregar um relatório a Toffoli, o que sugere uma politização do órgão. A entrega do dossiê é vista como um movimento orquestrado.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Edson Fachin
Fachin é mencionado apenas como presidente do STF que recebeu o relatório da PF. Não há adjetivação ou ação específica atribuída a ele no texto que gere sentimento.
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Daniel Vorcaro
Vorcaro é mencionado como a pessoa cujas conexões estão sendo destrinchadas pelo relatório da PF. Não há julgamento ou sentimento associado a ele no texto.
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Andrei Rodrigues
O diretor-geral da PF é descrito como agindo a mando de Lula ao enviar o dossiê para o STF, o que sugere uma falta de autonomia e uma ação politizada. Toffoli o vê como um executor da vontade de Lula.
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Paulo Gonet
Gonet é mencionado como Procurador-Geral da República que recebeu uma cobrança de Lula sobre fraudes do banco de Vorcaro. Sua prerrogativa de pedir suspeição contra Toffoli é citada, mas sem julgamento sobre sua atuação.
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PGR
A Procuradoria-Geral da República é mencionada pela prerrogativa de Paulo Gonet de pedir suspeição contra um ministro, sem julgamento de valor sobre o órgão em si.
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Lava-Jato
A Lava-Jato é retratada negativamente, sendo comparada a um 'pau de arara do século 21' e associada a 'tortura psicológica' e obtenção de provas contra inocentes, especialmente no contexto da anulação de provas pela Odebrecht.
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Justiça
A Justiça é mencionada no contexto da rejeição inicial do pedido de Lula para comparecer ao enterro do irmão, indicando uma atuação restritiva que gerou controvérsia e críticas.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Vavá
Vavá é mencionado como o irmão falecido de Lula, cujo enterro gerou o episódio controverso com Toffoli. Ele é um elemento factual na narrativa, sem julgamento.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Vavá
Vavá é mencionado como o irmão falecido de Lula, cujo enterro gerou o episódio controverso com Toffoli. Ele é um elemento factual na narrativa, sem julgamento.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Dona Lindu
Dona Lindu é mencionada como a mãe de Lula, cujo enterro na ditadura militar é usado para contrastar com a situação de Lula em relação ao enterro de Vavá. É um elemento histórico comparativo.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Arthur Lula da Silva
O neto de Lula é mencionado como falecido, e sua autorização para comparecer ao enterro é apresentada como um evento posterior e menos controverso do que o caso de Vavá.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Toffoli
O ministro é retratado como alguém que atribui ações a Lula por vingança, se sente perseguido pela Polícia Federal e tem um histórico controverso, como a demora na decisão sobre o enterro do irmão de Lula e a aproximação com Bolsonaro. A narrativa foca em suas mágoas e justificativas.
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Jair Bolsonaro
Bolsonaro é associado a Toffoli em um período de aproximação, com elogios e confraternização. A menção à sua postura em relação ao golpe militar e declarações autoritárias sugere um contexto de crítica à sua gestão e à relação com o STF na época.
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João Goulart
Goulart é mencionado historicamente como o presidente deposto pelo golpe militar de 1964, em relação ao qual Toffoli mudou sua denominação. É um elemento histórico para contextualizar a mudança de discurso de Toffoli.
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Brasília
Brasília é mencionada como a cidade onde Bolsonaro e Toffoli confraternizaram em sua casa. É um local geográfico sem carga de sentimento.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Toffoli
O ministro é retratado como alguém que atribui ações a Lula por vingança, se sente perseguido pela Polícia Federal e tem um histórico controverso, como a demora na decisão sobre o enterro do irmão de Lula e a aproximação com Bolsonaro. A narrativa foca em suas mágoas e justificativas.
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Odebrecht
A Odebrecht é mencionada no contexto do acordo de leniência cujas provas Toffoli anulou, classificando a Lava-Jato como tortura. A empresa em si não é julgada, mas o contexto de suas provas e a Lava-Jato são negativos.
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Lava-Jato
A Lava-Jato é retratada negativamente, sendo comparada a um 'pau de arara do século 21' e associada a 'tortura psicológica' e obtenção de provas contra inocentes, especialmente no contexto da anulação de provas pela Odebrecht.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Toffoli
O ministro é retratado como alguém que atribui ações a Lula por vingança, se sente perseguido pela Polícia Federal e tem um histórico controverso, como a demora na decisão sobre o enterro do irmão de Lula e a aproximação com Bolsonaro. A narrativa foca em suas mágoas e justificativas.
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GLOBO
O GLOBO é mencionado como o veículo que revelou o encontro de reconciliação entre Lula e Toffoli. É uma fonte de informação, sem julgamento de valor.
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Lula
Lula é apresentado como o principal articulador por trás das ações da Polícia Federal contra Toffoli, motivado por uma mágoa antiga. Embora também seja retratado em momentos de dificuldade (prisão, falecimento de familiares), o foco principal é sua suposta vingança e cobrança por apuração rigorosa.
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Toffoli
O ministro é retratado como alguém que atribui ações a Lula por vingança, se sente perseguido pela Polícia Federal e tem um histórico controverso, como a demora na decisão sobre o enterro do irmão de Lula e a aproximação com Bolsonaro. A narrativa foca em suas mágoas e justificativas.
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Granja do Torto
Granja do Torto é o local onde Lula e Toffoli se encontraram para almoçar. É um local geográfico sem carga de sentimento.
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Fernando Haddad
Haddad é mencionado como Ministro da Fazenda que participou do almoço com Lula e Toffoli, discutindo o caso Master. Sua participação é descritiva, sem julgamento de valor.
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Lauro Jardim
Lauro Jardim é citado como colunista que revelou a conversa sobre o caso Master. É uma fonte de informação, sem julgamento de valor.
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Master
O caso Master é o tema central das investigações e conversas mencionadas, mas o 'Master' em si (seja um banco ou outro ente) não é julgado no texto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente negativa sobre as ações e motivações de figuras políticas e jurídicas, focando em desconfiança, mágoa e vingança. A narrativa é construída em torno de acusações implícitas e explícitas de manipulação e interesses pessoais.
- Muito Positivo
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