Depósitos no BRB pagam ‘penduricalhos’ a magistrados no Maranhão, diz desembargador - John Cutrim
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Publicado em: Por: John Cutrim
Sentimento por Entidade:
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Tribunal de Justiça do Maranhão
O órgão é apresentado como responsável por pagar verbas indenizatórias milionárias a magistrados utilizando dinheiro de um negócio polêmico com o BRB, que está sob investigação. A prática é descrita como 'penduricalhos'.
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BRB
O banco é associado a um 'polêmico negócio' e está sob investigação da Polícia Federal por suposta compra de títulos podres, o que gera desconfiança.
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magistrados
São os beneficiários das verbas indenizatórias milionárias, descritas como 'penduricalhos', o que gera uma conotação negativa para a categoria no contexto da notícia.
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Polícia Federal
A PF é mencionada como a instituição que abriu inquérito para apurar irregularidades no BRB, o que confere um caráter de fiscalização e busca por justiça, mas sem um juízo de valor explícito sobre a instituição em si.
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Banco do Brasil
É mencionado como a instituição que remunerava a conta de depósitos judiciais com um valor menor, em comparação com o BRB, servindo apenas como ponto de referência para a comparação.
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José Ribamar Froz Sobrinho
É o desembargador que revela a origem dos recursos para as indenizações e defende a operação com o BRB, assumindo a responsabilidade. Embora ele tente justificar a decisão, o contexto da notícia e a associação com o BRB e os 'penduricalhos' geram uma percepção mista, mas com inclinação negativa devido às críticas que recebeu.
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FERJ
É o Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário, que serve como fonte de recursos para as indenizações e instrumentos de trabalho. É apresentado de forma neutra como um fundo.
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Estadão
É a fonte da notícia, que buscou manifestação do Tribunal de Justiça do Maranhão, demonstrando um papel de imprensa investigativa.
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AMMA
A Associação dos Magistrados do Maranhão é mencionada como presente na sessão onde o desembargador Froz Sobrinho fez suas declarações, sem ter um papel ativo na narrativa.
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Paulo Velten
É o desembargador que critica a decisão de Froz Sobrinho, classificando-a como 'gravíssima'. Sua fala é apresentada como uma oposição, mas a sua própria posição não é avaliada no texto.
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Dias Toffoli
É o ministro do STF a quem a abertura do inquérito da PF foi comunicada, sem que haja uma avaliação sobre sua atuação ou posicionamento.
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Daniel Vorcaro
É o dono do Master, suspeito de envolvimento na investigação da PF sobre o BRB, o que gera uma conotação negativa.
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Ricardo Duailibe
É o desembargador que sucedeu Froz Sobrinho na presidência do TJ, sem que sua atuação seja avaliada no texto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma denúncia sobre o uso de verbas públicas para pagamento de 'penduricalhos' a magistrados, associando o Banco de Brasília (BRB) a um negócio polêmico e sob investigação. Há um tom crítico e de desconfiança em relação às práticas financeiras do Tribunal de Justiça do Maranhão e do BRB.
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