O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, pediu, em Ação Civil Pública ajuizada nesta segunda-feira, 9, o ressarcimento do valor de R$ 341.586,10 aos cofres públicos, devido a ilegalidades nas obras de uma quadra poliesportiva na Unidade Integrada João Lisboa, no povoado Terceira Vicinal. Na manifestação, assinada...
Ler notícia completa no site do autor ↗️MPMA pede ressarcimento de R$ 341,5 mil em função do pagamento de obra inexistente em Buriticupu
Publicado em: Por: Jornal Itaqui Bacanga
Sentimento por Entidade:
-
Ministério Público do Maranhão
O MPMA é apresentado como o órgão que age para investigar e pedir ressarcimento, exercendo seu papel de fiscalização e combate à corrupção, o que confere uma conotação positiva à sua atuação no contexto da notícia.
-
1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu
Assim como o MPMA, esta promotoria é apresentada como agente de investigação e denúncia, atuando em prol do interesse público.
-
Buriticupu
O local é o cenário de uma investigação por ilegalidades e desvio de verba pública, o que confere uma conotação negativa ao município no contexto da notícia.
-
João Carlos Teixeira da Silva
O prefeito é diretamente acusado de ter conhecimento e participação em atos que permitiram o pagamento por obras não executadas, sendo citado como parte da 'sequência coordenada de atos administrativos' e tendo sua presença no local da obra reforçando sua ciência direta sobre a situação.
-
Afonso Batista
O chefe de gabinete é acusado de assinar autorizações de empenho e ordem de pagamento, além de participar da transferência bancária, indicando envolvimento direto no processo ilegal.
-
Salma Torres
A ex-secretária de Educação é acusada de assinar a nota de liquidação e viabilizar o pagamento de serviços inexistentes, demonstrando participação ativa no esquema.
-
Ruan Alves
O engenheiro civil e fiscal de contrato é acusado de atestar a execução de serviços que não ocorreram e de ter seu relatório encaminhado ao MPMA, o que o coloca como parte da cadeia de validação indevida.
-
Josias Costa Filho
O engenheiro civil e fiscal de contrato é acusado de atestar a execução de serviços que não ocorreram, indicando seu envolvimento no processo ilegal.
-
Paulo Ricardo Paiva
O controlador-geral do Município é acusado de emitir parecer aprovando o processo de pagamento 'sem ressalvas' e declarando-o 'apto para pronto pagamento', dando aparência de regularidade a um processo fraudulento.
-
JKF Construções e Serviços Ltda
A empresa é a principal beneficiária do pagamento por obras inexistentes e é acusada de solicitar recebimento de valores baseados em medição sem provas, sendo o centro da investigação de fraude e desvio de verba.
-
Johnatas Faustino
Como representante legal da construtora, é acusado de solicitar o recebimento de valores baseados em medição sem provas, estando diretamente ligado às ações da JKF Construções.
-
Unidade Integrada João Lisboa
O local onde a obra deveria ter sido realizada é mencionado como o foco da investigação e da denúncia de ilegalidades, associando-o ao problema.
-
Coordenadoria de Obras e Engenharia do MPMA
Este órgão do MPMA emitiu um parecer técnico crucial para a investigação, apontando a inexistência da execução de serviços e o superfaturamento, o que reforça a atuação positiva do MPMA.
-
Sentimento Geral
O texto apresenta uma denúncia grave do Ministério Público contra a administração municipal e uma empresa por desvio de verba pública, com fortes indícios de fraude e falsidade ideológica. O tom é de acusação e requer punição, indicando um cenário de ilegalidade e desvio de recursos.
- Muito Positivo
- Positivo
- Neutro
- Negativo
- Muito Negativo
