Malu Gaspar, O Globo Não é só o ministro Alexandre de Moraes que está na mira de lideranças do Congresso que articulam mudanças nas regras do foro privilegiado. A mobilização de parlamentares para…
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Publicado em: Por: Luís Pablo
Sentimento por Entidade:
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Alexandre de Moraes
O texto o coloca como alvo de lideranças do Congresso que buscam mudar o foro privilegiado, indicando que suas ações (investigações) geram insatisfação e são vistas como uma mira pelo Parlamento.
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Congresso
O texto descreve o Congresso como articulador de mudanças no foro privilegiado com o objetivo de 'esvaziar o poder do STF' e 'driblar a ação' de ministros, além de acusar seus membros de 'chantagem' e 'mau uso de recursos públicos'.
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Supremo Tribunal Federal
O texto sugere que o objetivo das mudanças no foro privilegiado é 'esvaziar o poder' do STF, indicando uma relação de conflito e oposição entre o Congresso e a instituição.
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Flávio Dino
É retratado como um alvo central das preocupações do Centrão, acusado de atuar em 'dobradinha' com a PF para 'determinar diligências, emparedar o Congresso e fazer chantagem' em investigações sobre emendas parlamentares.
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Polícia Federal
É mencionada como parceira de Flávio Dino em uma suposta 'dobradinha' para 'determinar diligências, emparedar o Congresso e fazer chantagem', o que confere uma conotação negativa à sua atuação no contexto descrito.
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Jair Bolsonaro
É mencionado como alvo das investigações de Moraes e como um pretexto para a proposta de fim do foro privilegiado, mas o texto não atribui diretamente a ele ações ou sentimentos relacionados à proposta em si, apenas ao contexto das investigações.
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Centrão
As lideranças do Centrão são descritas como as mais preocupadas com a ofensiva de Dino e como as que identificaram a oportunidade de emplacar a proposta de acabar com o foro, motivadas por interesses próprios ('salvar o pescoço dos parlamentares').
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Hugo Motta
É mencionado como presidente da Câmara cujo posto foi invadido por bolsonaristas, um evento que serviu de contexto para a articulação da proposta de foro privilegiado, mas sem atribuição de sentimentos ou ações diretas na proposta.
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Arthur Lira
É mencionado como ex-presidente da Casa onde as lideranças do Centrão se reuniram para identificar a oportunidade da proposta de foro privilegiado, sem atribuição direta de sentimentos ou ações na proposta.
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Gilmar Mendes
É citado por ter mencionado um número de inquéritos similar ao estimado pelos congressistas, o que o coloca como uma fonte de informação, mas sem um papel ativo ou sentimento atribuído na articulação da proposta.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente crítica sobre a proposta de mudança do foro privilegiado, associando-a a interesses corporativistas do Congresso e a uma estratégia para se defender de investigações, especialmente as conduzidas por ministros do STF. A linguagem utilizada sugere desconfiança e acusações de 'chantagem' e 'dobradinha' entre ministros e a Polícia Federal.
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