Dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira Em 2025, a taxa anual de desocupação do país (5,6%) recuou 1,0 ponto percentual frente ao resultado de 2024 (6,6%). No quarto trimestre de 2025, a taxa foi de 5,1%, apresentando redução significativa de 1,1 ponto percentual frente ao quarto trimestre do ano anterior (6,2%). Os dados são da
Ler notícia completa no site do autor ↗️Vinte unidades da Federação, dentre elas o Maranhão, registram em 2025 a menor taxa de desocupação
Publicado em: Por: Maranhão Hoje
Sentimento por Entidade:
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Maranhão
O Maranhão é citado como uma das unidades da federação com a menor taxa de rendimento real habitual e uma das maiores taxas de informalidade, indicando um desempenho desfavorável em comparação com a média nacional e outras regiões.
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IBGE
O IBGE é apresentado como a fonte dos dados e o órgão responsável pela pesquisa, o que confere neutralidade e credibilidade à informação divulgada.
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Bahia
A Bahia é mencionada em três contextos negativos: como uma das maiores taxas de desocupação, uma das maiores taxas de subutilização e uma das maiores taxas de informalidade, além de ter um dos menores rendimentos reais.
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Pernambuco
Pernambuco é listado como um dos estados com as maiores taxas de desocupação, tanto na série histórica anual quanto no comparativo trimestral.
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Piauí
O Piauí se destaca negativamente por apresentar a maior taxa de subutilização do país e uma das menores taxas de rendimento real habitual, além de estar entre os estados com as maiores taxas de desocupação.
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Mato Grosso
Mato Grosso é consistentemente citado como um dos estados com as menores taxas de desocupação e subutilização, indicando um desempenho positivo no mercado de trabalho.
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Santa Catarina
Santa Catarina é frequentemente mencionada entre os estados com as menores taxas de desocupação, subutilização e informalidade, além de apresentar um alto percentual de empregados com carteira assinada, indicando um cenário favorável.
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Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul aparece entre os estados com as menores taxas de desocupação e subutilização, indicando um desempenho positivo.
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Amazonas
O Amazonas é citado com uma taxa de desocupação elevada em relação à média nacional e uma das maiores taxas de informalidade, indicando desafios no mercado de trabalho local.
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Rio Grande do Norte
O Rio Grande do Norte aparece com uma taxa de desocupação anual elevada em relação à média nacional.
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Amapá
O Amapá é citado com taxas de desocupação anual e trimestral elevadas, acima da média nacional.
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Sergipe
Sergipe aparece com uma taxa de desocupação anual elevada em relação à média nacional.
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Distrito Federal
O Distrito Federal é mencionado positivamente por apresentar um dos maiores rendimentos reais habituais e uma das menores taxas de informalidade, embora sua taxa de desocupação anual seja moderada.
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Pará
O Pará é citado com uma taxa de desocupação anual elevada e uma das maiores taxas de informalidade do país.
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Ceará
O Ceará aparece com uma taxa de desocupação anual elevada em relação à média nacional e uma queda significativa na taxa de desocupação no quarto trimestre.
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Paraíba
A Paraíba é citada com uma taxa de desocupação anual moderada, mas com uma queda significativa na taxa de desocupação no quarto trimestre e uma das menores taxas de empregados com carteira assinada.
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São Paulo
São Paulo apresenta uma taxa de desocupação anual baixa, uma das menores taxas de informalidade e um dos maiores rendimentos reais, além de uma queda na desocupação trimestral, indicando um bom desempenho geral.
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Tocantins
Tocantins aparece com uma taxa de desocupação anual elevada em relação à média nacional.
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Minas Gerais
Minas Gerais tem uma taxa de desocupação anual abaixo da média, mas não é destacada em outros indicadores positivos ou negativos de forma proeminente.
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Goiás
Goiás tem uma taxa de desocupação anual abaixo da média, mas não é destacado em outros indicadores positivos ou negativos de forma proeminente.
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Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul apresenta uma taxa de desocupação anual baixa e um alto percentual de empregados com carteira assinada, indicando um cenário favorável.
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Paraná
O Paraná apresenta uma taxa de desocupação anual baixa, indicando um bom desempenho no mercado de trabalho.
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Espírito Santo
O Espírito Santo é citado com uma taxa de desocupação anual baixa e uma das menores taxas de subutilização, indicando um desempenho positivo.
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William Kratochwill
William Kratochwill é apresentado como um analista da pesquisa, e sua fala é uma explicação técnica dos dados, sem julgamento de valor sobre ele.
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Alagoas
Alagoas é citado com uma das maiores taxas de subutilização e uma taxa de desocupação trimestral elevada.
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Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro é mencionado por ter um dos maiores rendimentos reais habituais e uma queda na desocupação trimestral, mas sua taxa de desocupação anual não é explicitamente comparada.
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Sentimento Geral
O texto apresenta dados que indicam uma melhora geral na taxa de desocupação e no rendimento real, o que é positivo. No entanto, também aponta para problemas estruturais persistentes, como a informalidade e a subutilização em algumas regiões, o que modera o otimismo geral.
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