Julgamento na Turma presidida por Flávio Dino Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por corrupção passiva, sete dos oito réus da Ação Penal (AP) 2670, acusados de solicitar propina em troca da destinação de recursos de emendas parlamentares ao Município de São José de Ribamar (MA). As penas fixadas variam de 6
Ler notícia completa no site do autor ↗️Deputados Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil condenados a prisão por cobrança de propinas de emendas parlamentares
Publicado em: Por: Maranhão Hoje
Sentimento por Entidade:
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Josimar Maranhãozinho
É condenado a prisão por corrupção passiva e descrito como líder do esquema, com pena de 6 anos e 5 meses de reclusão.
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Pastor Gil
É condenado a prisão por corrupção passiva, com pena de 5 anos e 6 meses de reclusão.
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Flávio Dino
É mencionado como presidente da Turma do STF que julgou o caso, mas sua atuação no texto é meramente descritiva da sessão.
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Supremo Tribunal Federal
O STF, através de sua Primeira Turma, proferiu a condenação, demonstrando sua atuação na aplicação da justiça. O sentimento é levemente positivo pela sua função de garantir a lei.
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Primeira Turma
A Primeira Turma do STF é o órgão que proferiu a decisão de condenação, atuando na esfera judicial.
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Ação Penal (AP) 2670
É a ação judicial que resultou na condenação por corrupção, carregando um peso negativo intrínseco ao processo.
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Município de São José de Ribamar
É o município que seria beneficiado pelas emendas parlamentares, mas acabou sendo palco do esquema de corrupção, o que gera um sentimento negativo associado.
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Josimar Cunha Rodrigues
É o nome completo de Josimar Maranhãozinho, condenado por corrupção.
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PL-MA
Partido ao qual os deputados Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil pertencem, mas o partido em si não é diretamente criticado ou elogiado no texto.
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Gildenemir de Lima Sousa
É o nome completo de Pastor Gil, condenado por corrupção.
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PL-SE
Partido ao qual o ex-deputado João Bosco da Costa pertence, mas o partido em si não é diretamente criticado ou elogiado no texto.
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João Bosco da Costa
Ex-deputado federal condenado por corrupção passiva, com pena de 5 anos de reclusão, beneficiado pela idade.
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Bosco Costa
Apelido de João Bosco da Costa, condenado por corrupção passiva.
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João Batista Magalhães
Assessor parlamentar condenado por corrupção passiva, com pena de 5 anos de reclusão e perda do cargo público.
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Antônio José Silva Rocha
Denunciado e condenado por corrupção passiva, com pena de 5 anos de reclusão.
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Abraão Nunes Martins Neto
Denunciado e condenado por corrupção passiva, com pena de 5 anos de reclusão.
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Adones Gomes Martins
Denunciado e condenado por corrupção passiva, com pena de 5 anos de reclusão.
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Thalles Andrade Costa
Denunciado por organização criminosa, mas absolvido desta acusação, o que atenua o sentimento negativo em relação aos outros condenados por corrupção.
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Procuradoria-Geral da República
A PGR é a responsável pela denúncia e acusação, demonstrando sua função de fiscalização e persecução penal. O sentimento é levemente positivo pela sua atuação.
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PGR
Abreviação de Procuradoria-Geral da República, que apresentou a denúncia e atuou no caso.
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Cristiano Zanin
É o relator do caso no STF, e seu voto foi o que prevaleceu para a condenação. Sua atuação é descrita de forma técnica e decisiva, o que gera um sentimento neutro a levemente positivo.
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José Eudes
É o então prefeito do município que teria sido pressionado a pagar propina. O texto o retrata como vítima de chantagem e intimidação, o que gera um sentimento de simpatia, mas o contexto geral do esquema de corrupção ligado a ele também traz um viés negativo.
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Alexandre de Moraes
Ministro do STF que acompanhou o voto do relator, sua participação é descritiva da sessão de julgamento.
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Cármen Lúcia
Ministra do STF que descreve o esquema como 'ciranda criminosa' e o quadro como 'grave de corrupção'. Suas palavras reforçam a gravidade do caso, mas sua análise é feita de forma a condenar os atos, o que a posiciona de forma neutra a levemente positiva pela sua postura.
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Ministério da Saúde
É mencionado como o destino das propostas de recursos, mas não tem um papel ativo no julgamento ou no esquema em si.
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covid-19
É o contexto temporal em que houve a ampliação do uso de emendas parlamentares, mas não é um elemento central da narrativa ou do julgamento.
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Câmara dos Deputados
É o órgão que decidirá sobre a compatibilidade do cumprimento da pena com o exercício do mandato dos deputados condenados.
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Constituição
É citada como base para o controle e transparência na aplicação de recursos públicos, sem um viés positivo ou negativo direto no contexto da notícia.
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Sentimento Geral
O texto relata a condenação de deputados por corrupção, com penas de prisão e inelegibilidade, o que gera um sentimento geral fortemente negativo.
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