Governo manobra para derrotar relator Após cinco horas de discussão, foi rejeitado nesta terça-feira (14) o relatório final da CPI do crime organizado. O texto, do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pedia o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República por crimes de responsabilidade. O relatório foi rejeitado por seis
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Publicado em: Por: Maranhão Hoje
Sentimento por Entidade:
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CPI do Crime Organizado
A CPI é apresentada como tendo chegado ao fim sem um relatório final aprovado, o que configura um fracasso em seus objetivos principais. O texto detalha as dificuldades e manobras que levaram a esse desfecho.
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Governo
O governo é explicitamente acusado de 'manobrar para derrotar relator' e de realizar 'manobras vergonhosas' e 'nefastas' para prejudicar o trabalho da comissão e enterrar o relatório, indicando uma atuação negativa.
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Alessandro Vieira
É o relator da CPI e apresentou um relatório que pedia o indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral. O texto descreve suas explicações e justificativas, mas o relatório foi rejeitado, o que o coloca em uma posição de neutralidade com um leve viés positivo pela sua atuação.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é criticado pelo relator por meio de concessão de habeas corpus que prejudicaram as investigações da CPI. Ministros do STF são alvos de pedidos de indiciamento, e um deles critica os pedidos, indicando um conflito e uma percepção negativa do órgão no contexto da CPI.
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Roberto Campos Neto
É citado como um dos nomes que deveriam ter constado da lista de indiciados, por ter autorizado a compra do Banco Master. A menção é negativa por colocá-lo em uma lista de indiciamento.
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Banco Master
O Banco Master passou a ocupar o foco das investigações da CPI e o ex-presidente do Banco Central autorizou sua compra, sendo citado em relação a pedidos de indiciamento. A associação com investigações e indiciamentos confere um tom negativo.
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Daniel Vorcaro
É citado como dono do banco e deveria ter constado da lista de indiciados, o que confere um tom negativo à sua menção.
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Fabiano Contarato
Como presidente da comissão, indeferiu o pedido de votação em separado do relatório e colocou o texto integral para votação. Ele também fez um balanço das atividades e expressou discordância com os pedidos de indiciamento, mas concordou que o trabalho foi prejudicado por decisões do STF. Sua posição é de mediação e ponderação, mantendo um tom neutro.
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Dias Toffoli
É um dos ministros do STF que o relatório pedia o indiciamento por crimes de responsabilidade, citando a não declaração de suspeição no julgamento do caso do Banco Master e conduta incompatível com a honra, dignidade e decoro. A menção é diretamente ligada a acusações graves.
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Alexandre de Moraes
É um dos ministros do STF que o relatório pedia o indiciamento por crimes de responsabilidade, citando a não declaração de suspeição no julgamento do caso do Banco Master e conduta incompatível com a honra, dignidade e decoro. A menção é diretamente ligada a acusações graves.
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Gilmar Mendes
É um dos ministros do STF que o relatório pedia o indiciamento por conduta incompatível com a honra, dignidade e decoro. Ele também criticou os pedidos de indiciamento por redes sociais, afirmando que não têm base legal e 'flertam com arbitrariedades'. A menção é ligada a acusações e a uma crítica aos pedidos.
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Paulo Gonet
É o procurador-geral da República que o relatório pedia o indiciamento por crime de desídia (negligência nas obrigações institucionais). A menção é diretamente ligada a uma acusação formal.
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Senado
O Senado é o local onde a CPI foi instalada e onde o relatório foi discutido e rejeitado. A menção é factual e neutra.
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Jaques Wagner
Afirmou concordar com partes do relatório (sugestões de aperfeiçoamentos na lei), mas discordou da parte dos indiciamentos. Sua posição é de concordância parcial, mantendo um tom neutro.
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Rogério Carvalho
Criticou o relatório por não apresentar algo consistente, além de sugestões de mudanças nas leis que não precisariam da CPI. A crítica ao relatório confere um tom levemente negativo.
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Humberto Costa
Lembrou que a CPI deve ser um instrumento de investigação e não de debate político, achaques, vingança ou 'justiçamento'. Sua declaração é uma ponderação sobre o papel da CPI, com tom neutro.
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Eduardo Girão
Apontou 'manobras nefastas' para prejudicar o trabalho da comissão e citou o cancelamento de reuniões e a retirada de senadores. Sua fala é uma crítica direta às manobras, com um tom de denúncia.
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Marcos do Val
Foi retirado da comissão, o que foi citado como uma 'manobra nefasta'. Sua menção é factual, sem julgamento direto sobre ele.
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Sergio Moro
Foi retirado da comissão na data da votação final e criticou as mudanças na composição como 'manobra vergonhosa' do governo. A menção é ligada à crítica a uma manobra política.
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Marcio Bittar
Citou a alteração na composição da CPI na data da votação final. Sua menção é factual e neutra.
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Magno Malta
Criticou manifestações de ministros do STF sobre os pedidos de indiciamento, citando especificamente Gilmar Mendes. A crítica a declarações de ministros confere um tom levemente negativo.
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Sentimento Geral
O texto descreve o fracasso de uma CPI em aprovar seu relatório final, com menções a manobras políticas e críticas de diversos senadores. O tom geral é de frustração e insatisfação com o desfecho, indicando um resultado negativo para a iniciativa.
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