Seis dos 10 ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) receberam verbas acima do teto remuneratório do funcionalismo enquanto já ocupavam cargos na corte, que agora é palco de decisões contrárias ao…
Ler notícia completa no site do autor ↗️Moraes, Dino e mais 4 ministros do STF receberam verbas acima do teto
Publicado em: Por: Neto Ferreira
Sentimento por Entidade:
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Alexandre de Moraes
É apontado como o ministro que recebeu os maiores valores acima do teto, com mais de R$ 1 milhão líquido do MP-SP. O texto também o descreve como relator de recursos sobre simetria entre MP e Judiciário e como quem solicitou informações sobre penduricalhos, o que, no contexto da notícia, reforça a contradição e a gravidade da sua situação.
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Flávio Dino
É mencionado como autor de liminares que barraram supersalários e, ao mesmo tempo, recebeu verbas acima do teto, inclusive valores retroativos enquanto juiz federal e como governador do Maranhão. A contradição entre suas ações e seus recebimentos é o foco da crítica.
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Gilmar Mendes
Assim como Dino, é citado como autor de liminar que suspendeu penduricalhos e, ao mesmo tempo, recebeu mais de R$ 880 mil do MPF. A notícia também menciona que ele liberou o pagamento de penduricalhos retroativos, reforçando a percepção de inconsistência.
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Luiz Fux
É listado entre os ministros que receberam verbas extras acima do teto, mas sem detalhes específicos sobre os valores ou o contexto, o que gera uma percepção negativa, mas menos acentuada que os demais.
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Kassio Nunes Marques
É mencionado como um dos ministros que receberam verbas extras, com a informação específica de que recebeu mais de R$ 277 mil do TRF-1 em novembro de 2020, logo após tomar posse no STF. Isso sugere um recebimento indevido ou contraditório.
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André Mendonça
É incluído na lista de ministros que receberam verbas acima do teto, com o detalhe de ter recebido R$ 175,3 mil em honorários retroativos, o que aponta para uma situação similar à dos demais mencionados.
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Cármen Lúcia
É mencionada como procuradora de estado, e a reportagem não identificou penduricalhos pagos a ela no período analisado. Sua menção é para contrastar com os demais, e não há informação negativa sobre ela.
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Edson Fachin
É citado como procurador de estado, e a reportagem não identificou penduricalhos pagos a ele no período analisado. Sua menção é para contrastar com os demais, e não há informação negativa sobre ele.
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Dias Toffoli
É mencionado como advogado-geral da União, e a reportagem não identificou penduricalhos pagos a ele no período analisado. Sua menção é para contrastar com os demais, e não há informação negativa sobre ele.
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Cristiano Zanin
É mencionado como alguém que nunca foi concursado e, portanto, não teria direito a esses adicionais. A menção é factual e não carrega um viés negativo ou positivo sobre ele no contexto da notícia.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é apresentado como o palco de decisões contrárias ao pagamento de supersalários, mas a notícia revela que seus próprios membros receberam verbas acima do teto. Isso gera uma percepção de incongruência e falha institucional na fiscalização e na própria conduta de seus integrantes.
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Advocacia-Geral da União
É mencionada como um dos órgãos cujas bases de dados foram utilizadas para o levantamento, e também como o cargo que Dias Toffoli ocupou. Não há julgamento de valor sobre o órgão em si.
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Ministério Público do Estado de São Paulo
É o órgão de onde Alexandre de Moraes recebeu mais de R$ 1 milhão líquido em honorários de sucumbência. Embora a prática de honorários seja legal, o montante e o contexto de recebimento por um ministro do STF, que agora lida com decisões sobre supersalários, levantam questionamentos.
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Ministério Público Federal
É o órgão de onde Gilmar Mendes recebeu mais de R$ 880 mil pagos desde 2019. Similar ao MP-SP, o recebimento de valores expressivos por um ministro do STF, que atua em decisões sobre o tema, gera uma percepção negativa.
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Tribunal Regional Federal da 1ª Região
É o órgão de onde Flávio Dino e Kassio Nunes Marques receberam verbas retroativas e adicionais. A menção a esses recebimentos por ministros do STF, que deveriam estar alheios a tais práticas, contribui para a percepção negativa.
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Folha de São Paulo
É a fonte da notícia e realizou o levantamento. A menção é factual e atribui à Folha o papel de investigadora, o que é visto positivamente no contexto jornalístico de apuração.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom investigativo e crítico ao expor que diversos ministros do STF receberam verbas acima do teto remuneratório, o que contrasta com suas próprias decisões em barrar supersalários na administração pública. A falta de retorno dos ministros às perguntas da reportagem e a descrição dos 'penduricalhos' contribuem para um sentimento geral de desconfiança e reprovação.
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