Associação Brasileira de Imprensa anunciou que deu entrada em uma representação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pede ação contra o deputado Hugo Motta.
Ler notícia completa no site do autor ↗️Entidades condenam, em audiência no Senado, cerceamento a jornalistas
Publicado em: Por: lnove
Sentimento por Entidade:
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policiais legislativos
São descritos como agressores de jornalistas, o que gera uma percepção negativa.
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TV Câmara
O sinal da emissora foi interrompido, caracterizando um ato de censura, o que gera uma percepção negativa.
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Câmara dos Deputados
O local onde ocorreu a violência e a censura contra jornalistas, associado aos atos negativos descritos.
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Glauber Braga
É mencionado como o deputado que ocupou a cadeira da presidência em protesto, mas o foco da crítica não está nele, e sim na reação à sua ação.
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Hugo Motta
É apontado como o presidente da Câmara dos Deputados que teria ordenado ou permitido a censura e a violência, sendo alvo de representações e críticas severas.
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Senado
O Senado sediou a audiência pública que discutiu o episódio, o que confere um papel de palco para a discussão e a busca por soluções.
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Paulo Paim
É apresentado como o senador que pediu a audiência e demonstrou solidariedade aos jornalistas, tendo uma atuação positiva no contexto da notícia.
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Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
A entidade tomou medidas legais e defendeu os jornalistas, tendo uma atuação proativa e positiva na defesa da classe.
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Procuradoria-Geral da República (PGR)
É o órgão onde a ABI protocolou uma representação, indicando um papel de instância de resolução, mas sem julgamento de valor no texto.
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Constituição Federal
É mencionada como infringida pelo ato de censura, servindo como base legal para as críticas.
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Organização dos Estados Americanos (OEA)
É um dos órgãos onde a ABI protocolará denúncias, indicando um papel de instância internacional de direitos humanos.
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Comissão de Ética da Câmara dos Deputados
É um dos órgãos onde a ABI protocolará denúncias, indicando um papel de instância de fiscalização interna.
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Repórteres sem Fronteiras (RSF)
A entidade avalia o episódio como parte de uma banalização do cerceamento jornalístico, com uma análise crítica e preocupada, mas com um tom de alerta e conscientização.
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Jair Bolsonaro
É mencionado como o ex-governo sob o qual a violência contra a imprensa foi intensificada, associando-o a um período negativo para a liberdade de imprensa.
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Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji)
A entidade descreve a escalada da violência contra a imprensa e os riscos do assédio judicial, tendo uma atuação de alerta e defesa da categoria.
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Supremo Tribunal Federal
É mencionado como o órgão que já reconheceu judicialmente a classificação de assédio judicial, servindo como referência legal.
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Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
A entidade apresenta dados sobre violência contra jornalistas e reforça a importância do trabalho da imprensa, tendo uma atuação de denúncia e defesa.
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Fabíola Sinimbú
É a repórter da Agência Brasil que assina a matéria, sem que haja qualquer juízo de valor sobre sua atuação no texto.
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Pedro Rafael
É o fotógrafo da Agência Brasil responsável pela imagem de capa, sem que haja qualquer juízo de valor sobre sua atuação no texto.
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Sentimento Geral
O texto descreve um evento de violência e censura contra jornalistas, com diversas entidades condenando o ocorrido e pedindo punição. A linguagem utilizada é predominantemente crítica e de repúdio, indicando um forte sentimento negativo em relação aos atos descritos.
- Muito Positivo
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- Negativo
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