Voto do ministro relator da ação, Alexandre de Moraes, afirma que as provas materiais e testemunhais obtidas comprovam mais que suficientemente para as condenações.
Ler notícia completa no site do autor ↗️Moraes vota por condenar irmãos Brazão pelo assassinato de Marielle
Publicado em: Por: lnove
Sentimento por Entidade:
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Alexandre de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes é retratado como o relator do caso no STF, apresentando seu voto pela condenação com base em provas, o que lhe confere uma posição de autoridade e justiça no contexto da notícia. Sua argumentação é detalhada e fundamentada.
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Marielle Franco
A vereadora Marielle Franco é apresentada como vítima de um crime brutal, cuja luta contra loteamentos de milícia a tornou um alvo. Sua figura é retratada de forma a gerar empatia e indignação pela sua morte, sendo um símbolo de resistência.
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Anderson Gomes
O motorista Anderson Gomes é retratado como vítima do mesmo atentado que tirou a vida de Marielle Franco, sendo co-vítima em um crime hediondo. Sua menção, ao lado da de Marielle, reforça o caráter trágico e injusto dos acontecimentos.
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Chiquinho Brazão
O ex-deputado federal Chiquinho Brazão é diretamente acusado de duplo homicídio qualificado e participação em organização criminosa, com o ministro Moraes expressando 'nenhuma dúvida' em julgá-lo procedente. A narrativa o posiciona como um dos principais mandantes do crime.
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Domingos Brazão
O conselheiro do TCE-RJ Domingos Brazão, irmão de Chiquinho, é igualmente acusado de duplo homicídio qualificado e participação em organização criminosa, com o ministro Moraes não tendo 'nenhuma dúvida' sobre sua culpa. A narrativa o identifica como um dos mandantes do crime.
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Fernanda Chaves
A assessora Fernanda Chaves é mencionada como sobrevivente de uma tentativa de homicídio qualificado, o que a posiciona como vítima que presenciou a brutalidade do ataque. Sua sobrevivência, embora trágica, a torna uma testemunha chave e um elemento de esperança.
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Ronald Alves
O major Ronald Alves é acusado de participação na execução material de atos além da execução, incluindo monitoramento de Marielle Franco, e de fornecer informações essenciais. Sua descrição como 'executor material' e fornecedor de dados o retrata negativamente como parte ativa do plano criminoso.
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Robson Calixto Fonseca
Robson Calixto Fonseca é acusado de participação e organização criminosa armada, com o ministro Moraes julgando a acusação procedente. Sua descrição como participante de uma organização criminosa o posiciona de forma negativa.
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Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior
O ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, é apontado pelo ministro Moraes como estando na folha de pagamento de milícias, caracterizando crimes de obstrução de justiça e corrupção passiva majorada. Embora o triplo homicídio tenha sido afastado por dúvida razoável, sua ligação com milícias e corrupção o retrata negativamente.
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Polícia Federal (PF)
A Polícia Federal é mencionada como responsável pela produção de provas técnicas que corroboram a colaboração e as testemunhas, o que a posiciona como um órgão atuante na investigação e elucidação do crime.
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Ronnie Lessa
Ronnie Lessa é apresentado como réu confesso dos disparos e colaborador, detalhando motivações para o crime. Sua colaboração é crucial para o desenrolar do julgamento, o que lhe confere um papel de destaque, embora como executor confesso.
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Marcelo Freixo
Marcelo Freixo é mencionado como o alvo original do atentado, indicando sua atuação contra milícias no RJ. Sua menção o associa a uma figura de combate ao crime organizado, o que é apresentado de forma neutra no contexto da narrativa do crime.
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Edimilson Oliveira da Silva (Macalé)
Edimilson Oliveira da Silva (Macalé) é descrito como sargento reformado da PM executado em possível 'queima de arquivo', tendo intermediado a comunicação entre mandantes e executores. Sua morte e papel na intermediação o retratam como figura central em atividades ilícitas e perigosas.
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Supremo Tribunal Federal (STF)
O STF, especificamente a Primeira Turma, é o palco do julgamento, onde o voto do ministro Moraes é apresentado. A instituição é retratada como o órgão máximo da justiça responsável por julgar casos de grande repercussão.
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Cristiano Zanin
Cristiano Zanin é mencionado como um dos ministros que votarão no julgamento, sem que suas ações ou opiniões sejam detalhadas no texto. Sua presença é informativa, mas sem atribuição de sentimento.
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Cármen Lúcia
Cármen Lúcia é mencionada como uma das ministras que votarão no julgamento, sem que suas ações ou opiniões sejam detalhadas no texto. Sua presença é informativa, mas sem atribuição de sentimento.
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Flávio Dino
Flávio Dino é mencionado como presidente da Primeira Turma do STF e um dos ministros que votarão. Sua posição é descrita de forma factual, sem atribuição de sentimento.
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Luiz Fux
Luiz Fux é mencionado como tendo se retirado para a Segunda Turma, o que explica o quórum incompleto. Sua menção é factual e não carrega sentimentos.
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Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro é mencionado em relação à saída do ministro Luiz Fux para a Segunda Turma durante o julgamento do ex-presidente. A menção é contextual e não atribui sentimento ao ex-presidente.
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Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ)
O TCE-RJ é mencionado como o órgão onde Domingos Brazão atua como conselheiro. A menção é institucional e não carrega sentimento.
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Procuradoria-Geral da República (PGR)
A PGR é apresentada como a instituição responsável pela acusação, defendendo a condenação dos réus e alegando que o assassinato está relacionado a interesses políticos e fundiários. Sua atuação é descrita como parte do processo judicial.
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Agência Brasil
Agência Brasil é a fonte da notícia, sendo mencionada nos créditos. Sua função é informativa e não carrega sentimento.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom predominantemente negativo, focando em crimes graves como assassinato, organização criminosa e corrupção, e descrevendo as ações dos acusados de forma condenatória, com base no voto de um ministro.
- Muito Positivo
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- Neutro
- Negativo
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