Administradoras alegam que cobrança de taxa mínima pode chegar a 45% das despesas.
Ler notícia completa no site do autor ↗️Condomínios no Rio pedem mudança na forma de cobrança da conta de água
Publicado em: Por: lnove
Sentimento por Entidade:
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Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis
A entidade é apresentada como a condutora do movimento que reclama da cobrança de consumo mínimo, indicando que a forma atual não é adequada à realidade e tem aumentado os custos. O texto detalha as reclamações e ações da associação.
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Marcelo Borges
O presidente da Abadi é citado como porta-voz das reclamações contra a cobrança de tarifa mínima, reforçando que ela é 'muito alta' e inadequada. Suas declarações são centrais para apresentar o problema sob a ótica dos condomínios.
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Agência Brasil
A agência é a fonte da notícia e busca posicionamento das partes envolvidas, apresentando os fatos de forma informativa. Não há um viés positivo ou negativo associado à agência em si.
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Superior Tribunal de Justiça
O STJ é mencionado por uma decisão que validou a cobrança mínima, o que gerou mais atenção para o problema. Embora a decisão tenha sido validada, o contexto da menção é dentro de uma reclamação, o que confere um tom ligeiramente negativo à entidade por ter validado a cobrança questionada.
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Supremo Tribunal Federal
O STF é mencionado como o local onde a Abadi aguarda um julgamento sobre a forma de cobrança, com a esperança de uma reversão do entendimento. A menção é neutra, pois se refere a um processo em andamento.
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Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais do Rio
O Secovi Rio é citado como parceiro da Abadi na solicitação de revisão do modelo de cobrança, o que o alinha com a posição de reclamação e busca por mudança.
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Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro
A Agenersa é apresentada como o órgão que analisa o pedido da Abadi e afirma que o modelo atual é legítimo, mas que analisará a possibilidade de ajustes. A instituição é tratada de forma neutra, pois está em processo de análise e resposta.
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Lei 14.026/2020
A lei é mencionada como o marco legal que sustenta a legitimidade do modelo atual de cobrança, de forma informativa e sem juízo de valor.
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Águas do Rio
A empresa esclarece que a cobrança de tarifa mínima vigora há décadas e foi consolidada pelo STJ. Sua posição é apresentada de forma defensiva e explicativa, sem um tom positivo ou negativo explícito no texto.
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Rio+Saneamento
A empresa reafirma que a cobrança é autorizada pelo STJ e que a modalidade sempre foi adotada no Brasil. Sua declaração é informativa e defende a prática atual.
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Iguá Rio
A concessionária reforça a conformidade da cobrança com leis e normas, e a necessidade de componentes financeiros para a qualidade do serviço. Sua declaração é defensiva e informativa.
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Bruno de Freitas Moura
O repórter é a fonte da notícia e sua menção é puramente informativa, sem atribuição de sentimento.
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Tânia Rêgo
A fotógrafa é creditada pela imagem de capa, sem atribuição de sentimento.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma reclamação clara de condomínios e associações contra a forma de cobrança de água, citando aumentos significativos nos custos e questionando a legalidade e adequação da tarifa mínima. Embora haja menções a decisões judiciais e posicionamentos de empresas e órgãos reguladores, o tom geral é de insatisfação e busca por mudança por parte dos condomínios.
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