Do cinema à literatura, obras conhecidas apostam em reviravoltas, narradores pouco confiáveis e realidades distorcidas para confundir o público e transformar a mentira em ferramenta narrativa poderosa.
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Publicado em: Por: O Imparcial
Sentimento por Entidade:
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Clube da Luta
A obra é mencionada como um exemplo clássico de engano na narrativa, sem julgamento de valor.
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O Sexto Sentido
A obra é mencionada como um exemplo clássico de engano na narrativa, sem julgamento de valor.
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A Origem
A obra é citada por explorar camadas da realidade e fazer o espectador questionar, sem um julgamento de valor explícito.
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Christopher Nolan
O diretor é associado a obras que exploram a realidade e a confusão narrativa, de forma positiva por sua habilidade em criar tais tramas.
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Ilha do Medo
A obra é mencionada pela narrativa psicológica que leva a uma revelação, sem julgamento de valor.
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Martin Scorsese
O diretor é mencionado como responsável por 'Ilha do Medo', sem julgamento de valor sobre sua pessoa.
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Os Suspeitos
A obra é citada como um grande exemplo de final enganoso, de forma descritiva.
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Bryan Singer
O diretor é mencionado como responsável por 'Os Suspeitos', sem julgamento de valor sobre sua pessoa.
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Amnésia
A obra é citada por apostar em estrutura não linear para colocar o público na confusão do protagonista, de forma descritiva.
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Cisne Negro
A obra é mencionada por misturar realidade e delírio, sem julgamento de valor.
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Darren Aronofsky
O diretor é mencionado como responsável por 'Cisne Negro', sem julgamento de valor sobre sua pessoa.
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Natalie Portman
A atriz é mencionada no contexto da relação em 'Cisne Negro', sem julgamento de valor.
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Mila Kunis
A atriz é mencionada no contexto da relação em 'Cisne Negro', sem julgamento de valor.
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O Grande Truque
A obra é citada por transformar a ideia de ilusão em tema central, de forma descritiva.
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Lost
A série é mencionada como exemplo de jogo com o espectador, sem julgamento de valor.
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Dark
A série é mencionada como exemplo de jogo com o espectador, sem julgamento de valor.
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Black Mirror
A série é citada por explorar realidades distorcidas e finais perturbadores, de forma descritiva.
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Westworld
A série é mencionada por brincar com linhas temporais e identidades ocultas, de forma descritiva.
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Mr. Robot
A série é destacada pelo uso de narrador não confiável, de forma descritiva.
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A Namorada Ideal
A obra é citada por confrontar a verdade conforme muda quem narra, de forma descritiva.
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O Código Da Vinci
A obra é mencionada como exemplo de uso de perspectivas fragmentadas na literatura, sem julgamento de valor.
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Garota Exemplar
A obra é mencionada como exemplo de uso de perspectivas fragmentadas na literatura, sem julgamento de valor.
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A Garota no Trem
A obra é mencionada como exemplo de uso de perspectivas fragmentadas na literatura, sem julgamento de valor.
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O Assassinato de Roger Ackroyd
O livro é considerado um grande exemplo de narrativa enganosa, de forma descritiva.
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E Não Sobrou Nenhum
O livro é considerado um grande exemplo de narrativa enganosa, de forma descritiva.
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Agatha Christie
A autora é associada a grandes exemplos de narrativa enganosa na literatura policial, o que é apresentado de forma positiva em relação à sua obra.
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As Vantagens de Ser Invisível
A obra é citada por revelar camadas ocultas da memória do protagonista, de forma descritiva.
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Verity
O livro é mencionado como exemplo de narrativa enganosa, sem julgamento de valor.
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Colleen Hoover
A autora é mencionada como responsável por 'Verity', sem julgamento de valor sobre sua pessoa.
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Um de Nós Está Mentindo
O livro é mencionado como exemplo de narrativa enganosa, sem julgamento de valor.
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Karen M. McManus
A autora é mencionada como responsável por 'Um de Nós Está Mentindo', sem julgamento de valor sobre sua pessoa.
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Correio Braziliense
É a fonte da notícia, mencionada sem qualquer conotação.
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Sentimento Geral
O texto é predominantemente informativo, descrevendo como a mentira é usada como ferramenta narrativa em diversas obras de ficção. Não há um tom marcadamente positivo ou negativo, mas sim uma exploração do tema.
- Muito Positivo
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- Negativo
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