Presidente Lula tinha criticado leilão com preço acima da tabela…
Ler notícia completa no site do autor ↗️Leilão de gás com ágio dispara crise e leva à demissão de diretor da Petrobras
Publicado em: Por: O Imparcial
Sentimento por Entidade:
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Petrobras
A Petrobras é retratada como o centro de uma crise devido a um leilão de gás com ágio, o que levou à demissão de um diretor e gerou críticas do presidente. A imagem da empresa é abalada pela má gestão percebida no evento.
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Claudio Romeo Schlosser
É destituído do cargo de diretor executivo devido à sua responsabilidade pela área que realizou o leilão de gás com ágio. O texto o associa diretamente a uma decisão criticada e prejudicial.
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Luiz Inácio Lula da Silva
É apresentado como o principal crítico do leilão, classificando-o de forma veemente. Sua intervenção é vista como um fator decisivo para a crise e a demissão, o que confere a ele uma posição de autoridade e correção no contexto.
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Lula
É retratado como o crítico principal e mais vocal do leilão, com declarações fortes como 'cretinice, bandidagem', o que o posiciona como uma figura de autoridade moral e política que repreende a má gestão.
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Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
A ANP é mencionada como o órgão fiscalizador que realizou uma ação para apurar 'suspeitas de prática de preços com ágios elevados', o que demonstra uma atuação regulatória e de controle, sem um julgamento positivo ou negativo direto sobre a agência em si.
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Ministério de Minas e Energia (MME)
É mencionado como o ministério ao qual a ANP é vinculada, sem que haja uma ação ou julgamento específico sobre o ministério no texto.
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Magda Chambriard
É mencionada como presidente da Petrobras e que a diretoria de Schlosser ficava sob seu guarda-chuva, além de ser integrante do Conselho de Administração. Sua menção é factual e não carrega juízo de valor.
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Angélica Laureano
É mencionada como a sucessora temporária de Claudio Schlosser, assumindo a diretoria de Logística, Comercialização e Mercados. Sua nomeação é apresentada de forma factual.
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William França
É mencionado como o diretor que acumulará temporariamente as funções de Angélica Laureano. Sua função é descrita de maneira factual.
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Jean Paul Prates
É mencionado como o antecessor de Magda Chambriard na presidência da Petrobras, e que Claudio Schlosser estava na diretoria desde março de 2023, quando Prates presidia a companhia. Sua menção é contextual e histórica.
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Marcelo Weick Pogliese
É eleito presidente do Conselho de Administração da Petrobras. A eleição é apresentada como um fato relevante na reestruturação pós-crise, com uma leve conotação positiva por representar uma nova liderança.
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Bruno Moretti
É mencionado como o antecessor de Marcelo Weick Pogliese na presidência do Conselho de Administração, tendo renunciado para assumir o Ministério do Planejamento. Sua saída é apresentada como um fato que levou à eleição de Pogliese.
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Simone Tebet
É mencionada como a pessoa que Simone Tebet substituiria no Ministério do Planejamento, e que ela deve disputar o Senado. Sua menção é contextual e não afeta diretamente a narrativa principal.
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Guilherme Santos Mello
É indicado pelo governo para o posto de presidente do conselho. Sua indicação é apresentada como um movimento estratégico do governo, com uma leve conotação positiva por ser um nome técnico com formação relevante.
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Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
É mencionada como a instituição onde Guilherme Santos Mello possui doutorado e da qual é professor licenciado. A menção é puramente informativa sobre sua formação acadêmica.
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Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
É mencionada como a instituição onde Guilherme Santos Mello possui mestrado e graduação. A menção é puramente informativa sobre sua formação acadêmica.
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Universidade de São Paulo (USP)
É mencionada como a instituição onde Guilherme Santos Mello possui graduação. A menção é puramente informativa sobre sua formação acadêmica.
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Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
É mencionado como uma empresa pública onde Guilherme Santos Mello atua como presidente do conselho. A menção é factual sobre sua atuação profissional.
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Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. – Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA)
É mencionada como uma empresa pública onde Guilherme Santos Mello é integrante do Conselho de Administração. A menção é factual sobre sua atuação profissional.
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gás liquefeito de petróleo (GLP)
O GLP é o produto central do leilão criticado e que gerou a crise, sendo associado a um 'ágio de mais de 100%' e à 'bandidagem' nas palavras do presidente. Sua menção carrega uma conotação negativa devido ao contexto.
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gás de cozinha
É o nome popular do GLP, também associado ao leilão problemático e à alta de preços que o governo busca mitigar com medidas de subsídio e isenção fiscal. Sua menção está ligada ao problema da crise.
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TV Record Bahia
É a emissora onde o presidente Lula concedeu a entrevista em que criticou o leilão. Sua menção é contextual e não carrega juízo de valor.
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guerra no Irã
É citada como um dos fatores que contribuíram para a escalada internacional do preço do petróleo e derivados, impactando o cenário do leilão. A menção a uma guerra carrega uma conotação negativa inerente.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma crise na Petrobras decorrente de um leilão de gás com ágio elevado, culminando na demissão de um diretor. A forte crítica do presidente Lula e a subsequente fiscalização da ANP indicam um tom predominantemente negativo em relação aos eventos e à gestão da empresa no episódio.
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