O médico e terapeuta sexual João Borzino explica como atua o Addyi, recém liberado pela FDA para tratar a baixa libido em mulheres na pós-menopausa Lançado em 1998, o Viagra causou uma revolução sexual ao tratar a disfunção erétil. O medicamento permitiu que milhões de homens voltassem a ter relações sexuais. Desde então, a indústria...
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Publicado em: Por: O Quarto Poder
Sentimento por Entidade:
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Viagra
O Viagra é mencionado como um marco na revolução sexual e tratamento da disfunção erétil, mas o texto o utiliza como contraponto para criticar a simplificação da libido feminina, o que o coloca em uma luz neutra a levemente positiva por seu impacto inicial, mas com ressalvas sobre a comparação.
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João Borzino
O médico e terapeuta sexual é apresentado como a principal fonte de informação e opinião no texto. Suas explicações são detalhadas e embasadas, conferindo-lhe uma imagem de autoridade e sabedoria, o que resulta em um sentimento positivo.
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Addyi
O Addyi é retratado como uma tentativa da indústria farmacêutica de criar um 'Viagra feminino', mas o texto questiona sua eficácia e a abordagem simplista que ele representa para a complexidade da libido feminina. O medicamento é visto mais como um sintoma da busca por soluções rápidas do que uma cura genuína, o que gera um sentimento negativo.
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FDA
A FDA é mencionada como a agência regulatória americana que liberou o Addyi. Sua menção é factual e não carrega conotação positiva ou negativa no contexto da discussão.
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Flibanserina
A flibanserina, comercializada como Addyi, é descrita como um medicamento originalmente para depressão que se mostrou 'eficaz em alguns casos' para baixa libido, mas o texto enfatiza que ela atua no cérebro e não é uma solução direta ou rápida, sendo comparada de forma crítica ao Viagra. Sua representação é predominantemente negativa devido à crítica sobre sua aplicabilidade e a medicalização que representa.
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Sildenafil
O sildenafil (princípio ativo do Viagra) é mencionado para contrastar seu mecanismo de ação (direto no fluxo sanguíneo) com o da flibanserina (no cérebro). Sua menção é informativa e, ao ser comparado com a abordagem mais complexa da libido feminina, ele é visto de forma neutra a levemente positiva por sua clareza de ação, embora o texto critique a comparação direta com o 'Viagra feminino'.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão crítica sobre a medicalização da libido feminina, questionando a eficácia e a abordagem simplista de medicamentos como o Addyi. Embora o tema seja tratado de forma informativa, a ênfase na complexidade da experiência humana e nos aspectos psicológicos e sociais em detrimento de soluções farmacêuticas rápidas confere um tom ligeiramente negativo à discussão sobre a 'solução' medicamentosa.
- Muito Positivo
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