Os dois filhos do jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar em 1975, foram reconhecidos como anistiados políticos pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Além de receberem um pedido oficial de desculpas do Estado brasileiro, Ivo e André Herzog serão indenizados em R$ 100 mil cada. A portaria que reconhece os dois irmãos...
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Publicado em: Por: Bruno Coelho
Sentimento por Entidade:
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Vladimir Herzog
A menção a Vladimir Herzog é feita em um contexto de reconhecimento e reparação, destacando-o como vítima de um crime grave ('assassinado pela ditadura militar') e como figura central para a concessão de anistia aos seus filhos. O texto o retrata de forma a evocar empatia e justiça.
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Ivo Herzog
Ivo Herzog é reconhecido como anistiado político, recebendo um pedido de desculpas e indenização. O texto o apresenta como vítima de violações de direitos humanos e traumas intergeracionais, justificando o sentimento positivo pela reparação que lhe é concedida.
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André Herzog
Assim como Ivo, André Herzog é reconhecido como anistiado político, recebendo reparação do Estado. O texto o posiciona como vítima de violações de direitos humanos e traumas, o que justifica o sentimento positivo pela justiça feita.
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Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania
O ministério é retratado como o órgão que efetua o reconhecimento da anistia e a reparação, agindo de forma justa e cumprindo um papel importante na restauração de direitos. A publicação da portaria e a justificativa em nota reforçam essa percepção positiva.
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Ivo e André Herzog
A menção conjunta aos irmãos reforça o reconhecimento de sua condição de anistiados políticos e as reparações recebidas, consolidando a narrativa de justiça e superação de traumas.
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Diário Oficial da União
A menção ao Diário Oficial da União é meramente factual, indicando o local e a data de publicação da portaria. Não há um juízo de valor explícito sobre o órgão em si, apenas sobre o ato que nele foi publicado.
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Macaé Evaristo
Macaé Evaristo, como ministra, é a responsável pela publicação da portaria de anistia. Sua ação é apresentada como parte do processo de reparação, o que confere um tom positivo à sua figura no contexto do texto.
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Clarice Herzog
Clarice Herzog é apresentada como esposa de Vladimir Herzog e anistiada política em 2024. A menção a ela, juntamente com a informação de que sua anistia 'amplia o processo de reparação já reconhecido pelo Estado em relação à família Herzog', confere um sentimento positivo, pois a insere no contexto de justiça e reparação familiar.
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Comissão de Anistia
A Comissão de Anistia, através de sua conselheira, é apresentada como parte do processo que leva ao reconhecimento da anistia, atuando na análise de requerimentos e na justificativa de decisões. Sua função no processo de reparação é vista de forma positiva.
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Gabriela de Sá
Gabriela de Sá, como conselheira da Comissão de Anistia e relatora, é citada por suas explicações sobre a importância do reconhecimento da anistia política. Suas justificativas são apresentadas de forma clara e fundamentada, contribuindo para a narrativa de reparação histórica.
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DOI-CODI
O DOI-CODI é mencionado como o local onde o registro de Vladimir Herzog sem vida foi exposto, associado a violações de direitos humanos e traumas. A referência a este órgão é intrinsecamente negativa, ligada a um período de repressão e violência.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom predominantemente positivo, pois relata um ato de reparação histórica e reconhecimento de vítimas da ditadura militar. A narrativa foca na justiça sendo feita e na superação de traumas, com menções a pedidos de desculpas e indenizações.
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