O Diretório Nacional do Psol acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (20) contra a chamada “gratificação faroeste”, um bônus de produtividade criado pelo governo do estado do Rio de Janeiro para premiar, entre outros critérios, o policial civil que tenha se destacado por matar criminosos. A relatoria do caso foi designada para o...
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Publicado em: Por: Bruno Coelho
Sentimento por Entidade:
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Psol
O Psol é apresentado como o protagonista na ação contra a gratificação, classificando-a como inconstitucional e um 'incentivo financeiro à violência policial', o que confere uma forte conotação negativa à sua posição no contexto da notícia.
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STF
O STF é mencionado como o órgão onde o Psol acionou a ação, sem que haja qualquer julgamento ou posicionamento do tribunal no texto. Sua menção é factual.
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Alexandre de Moraes
O ministro é mencionado como o relator do caso, por prevenção, devido à relação com outra ação. Não há juízo de valor sobre ele no texto.
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ADPF das Favelas
A ADPF das Favelas é citada como contexto para a relatoria de Alexandre de Moraes, sem que haja uma avaliação de seu mérito no texto.
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Cláudio Castro
O governador é citado pelo veto inicial à lei, que foi posteriormente derrubado. A menção ao veto, embora não seja uma crítica direta, o coloca como parte de um processo que resultou na gratificação criticada.
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Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
A Alerj é mencionada pelo fato de ter derrubado o veto do governador, o que permitiu a aprovação da lei que criou a gratificação. A ação da Assembleia é vista como um passo que levou à criação do bônus criticado.
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Rodrigo Amorim
O deputado é citado por ter defendido a derrubada do veto, o que o associa diretamente à aprovação da lei contestada. Sua ação é apresentada como um fator que contribuiu para a criação da gratificação.
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Defensoria Pública da União
A DPU é apresentada como um órgão que se manifestou pela ilegalidade e inconstitucionalidade da gratificação, divulgando nota técnica que a classificou como estímulo a confrontos letais. A posição da DPU é favorável à crítica feita pelo Psol.
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Lei Estadual nº 11.003/2025
A lei é descrita em seus artigos que preveem a bonificação por 'neutralização de criminosos', sendo o foco da crítica do Psol e da DPU, que a consideram inconstitucional e um incentivo à violência.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte crítica à gratificação policial, com o Psol acionando o STF e argumentando inconstitucionalidade e incentivo à violência. A narrativa é predominantemente negativa em relação à gratificação e às circunstâncias de sua aprovação.
- Muito Positivo
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- Neutro
- Negativo
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