Além das empresas do setor de combustíveis suspeitas de lavagem e sonegação bilionárias, a Reag Investimentos, gigante da Faria Lima que tem R$ 299 bilhões sob gestão, administra fundos que esconde…
Ler notícia completa no site do autor ↗️Alvo da PF gere fundos com dinheiro escondido de Eike e Corinthians
Publicado em: Por: iMaranhão
Sentimento por Entidade:
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Reag Investimentos
A Reag Investimentos é apresentada como administradora de fundos que escondem dinheiro de investigados, sendo alvo de uma megaoperação policial por suspeita de envolvimento em um esquema bilionário de fraudes. A empresa é associada a práticas ilegais e dificuldades em auditorias.
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Eike Batista
Eike Batista é mencionado como tendo dinheiro escondido em fundos administrados pela Reag, e suas empresas falidas estão no centro de guerras judiciais. O texto relata a ruína de seu império e suas dívidas com a União, embora ele negue blindagem patrimonial.
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Corinthians
O clube é associado à Arena Corinthians, administrada por um fundo da Reag, e um ex-conselheiro questiona a entrada da empresa no clube e a aceitação de uma dívida, gerando uma percepção negativa indireta.
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Ministério Público de São Paulo (MPSP)
O MPSP é mencionado como um dos órgãos que deflagraram a megaoperação, indicando uma ação de fiscalização e combate a fraudes, o que é uma atuação positiva de um órgão público.
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Polícia Federal (PF)
A PF é citada como parceira na megaoperação, indicando sua atuação na investigação de esquemas financeiros, o que é uma ação de fiscalização positiva.
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Receita Federal
A Receita Federal é mencionada como participante da megaoperação, associada à investigação de sonegação, o que representa uma atuação de fiscalização positiva.
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Primeiro Comando da Capital (PCC)
O PCC é diretamente ligado ao esquema bilionário de fraudes investigado, sendo mencionado como facção criminosa envolvida, o que gera uma forte conotação negativa.
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Mohamad Mourad
Mohamad Mourad é apontado como foragido e suspeito de usar um fundo para aportar dinheiro de forma oculta na compra de empresas, associando-o a práticas ilícitas.
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Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
A CVM é mencionada como o órgão ao qual os papéis de fundos são informados, indicando sua função regulatória e de fiscalização do mercado financeiro, sem uma carga de sentimento positiva ou negativa direta no texto.
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NB4 Participações S.A.
A NB4 Participações S.A. é descrita como objeto de investimentos do Fundo Botafogo e está no centro de guerras judiciais entre Eike Batista e credores, indicando instabilidade e envolvimento em disputas legais.
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Fundo Botafogo
O Fundo Botafogo é apresentado como um veículo de investimento que administra o patrimônio da NB4 e é apontado como parte de uma estrutura para ocultar dinheiro de Eike Batista, além de ter dificuldades em auditorias.
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Thor Batista
Thor Batista é mencionado como diretor da NB4, empresa ligada ao esquema de Eike Batista, o que o associa indiretamente às investigações e problemas financeiros do pai.
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BTG
O BTG é mencionado como um fundo ligado a uma ação judicial sobre direitos de voto no Fundo Botafogo, sem que o texto atribua qualquer ação positiva ou negativa direta à empresa.
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Fundo de Investimentos SCCP
O Fundo de Investimentos SCCP é gerido pela Reag e administra o capital da Arena Corinthians, estando envolvido em questões de crédito e repercutindo na repercussão negativa sobre a Reag.
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BNDES
O BNDES é mencionado em relação a uma linha de crédito para a construção da Arena Corinthians, indicando seu papel no financiamento de infraestrutura, sem uma carga de sentimento específica no contexto da notícia.
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NeoQuímica Arena
A NeoQuímica Arena (Arena Corinthians) é mencionada como o local administrado pelo Fundo SCCP, que está sob investigação, mas o local em si não é objeto de sentimento.
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Antonio Roque Citadini
Antonio Roque Citadini é citado como ex-conselheiro do TCE e conselheiro do Corinthians, que questionou a entrada da Reag no clube. Sua fala é uma crítica, mas o texto não avalia a pessoa em si.
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OAS
A OAS é apresentada como uma empreiteira cujos ativos estão na Coesa, e que enfrentou acusações de manobras em recuperações judiciais e blindagem de acionistas, associando-a a práticas questionáveis.
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Coesa
A Coesa abriga ativos da OAS e é controlada por ex-executivos, sendo alvo de ofensivas de credores que a acusam de usar recuperações judiciais para se blindar de processos e dívidas.
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Família Matta Pires
A Família Matta Pires é mencionada como antiga acionista da OAS e alvo de acusações de uso do fundo Zegama para blindagem patrimonial, associando-a a práticas ilícitas.
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Zegama
O fundo Zegama é apontado como um possível instrumento para blindar a família Matta Pires, antiga acionista da OAS, indicando seu uso em esquemas de ocultação patrimonial.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma investigação policial que envolve a Reag Investimentos e diversas empresas e personalidades em esquemas de lavagem de dinheiro e sonegação. A narrativa é predominantemente negativa, com menções a operações policiais, suspeitas de ilegalidade e dificuldades em auditorias, impactando a percepção geral sobre as entidades citadas.
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