O Tribunal de Contas do Estado da Bahia pagou, em 2025, salários que passaram de R$ 82 mil por mês a conselheiros, valores bem acima do teto constitucional do funcionalismo público.
Ler notícia completa no site do autor ↗️Enquanto o teto é R$ 46 mil, TCE-BA ultrapassa limite e paga até R$ 82,9 mil a conselheiros
Publicado em: Por: O Informante
Sentimento por Entidade:
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Tribunal de Contas do Estado da Bahia
É retratado como um órgão que paga salários acima do teto constitucional e que pode ser alvo de interesses políticos, com custos elevados para os cofres públicos.
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Marcus Vinícius de Barros Presídio
É mencionado como o conselheiro que recebeu o maior valor do ano, ultrapassando significativamente o teto, o que o associa diretamente à prática criticada no texto.
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Antônio Honorato de Castro Neto
Embora aposentado, recebeu um valor elevado referente ao 13º salário, o que o insere no contexto de 'supersalários' criticados no texto.
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Carolina Matos Alves Costa
Recebeu remuneração acima do limite legal, sendo citada como exemplo de pagamentos que não respeitam o teto salarial.
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Gildásio Penedo Cavalcanti de Albuquerque Filho
Recebeu remuneração acima do limite legal, sendo citado como exemplo de pagamentos que não respeitam o teto salarial.
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Otto Alencar Filho
Sua nomeação para o TCE-BA é questionada sob a ótica de interesse político familiar, apesar de ele negar. A menção à sua trajetória e à de sua família em cargos estratégicos reforça essa percepção.
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Otto Alencar
É mencionado como pai de Otto Filho e ex-conselheiro do TCM-BA, o que contextualiza a influência política da família em tribunais de controle.
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Jerônimo Rodrigues
É mencionado como o governador que indicou Otto Alencar Filho para o TCE-BA, o que o insere no contexto de possíveis indicações políticas.
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Renata Giannini Garcia Alencar
Ocupa cargo comissionado no TCM-BA, com nomeação que ocorreu após a eleição do pai de seu marido para vice-governador, levantando suspeitas de nepotismo e influência política, apesar de suas declarações.
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Plínio Carneiro Filho
É o corregedor do TCM-BA, cujo gabinete emprega Renata Giannini Garcia Alencar, o que o coloca indiretamente no contexto de possíveis indicações políticas.
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Lula
É mencionado como o presidente cujo governo Otto Alencar Filho era vice-líder, um fato que contextualiza a saída de Otto Filho de cargos importantes no Congresso.
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Charles Fernandes
É o deputado que assumiu o mandato na Câmara deixado por Otto Alencar Filho, uma menção factual sem carga emocional.
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Desenbahia
É mencionada como a instituição que Otto Alencar Filho presidiu, contextualizando sua experiência profissional, sem julgamento de valor.
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Tribunal de Contas dos Municípios
É mencionado como outro tribunal onde a influência política da família Alencar é percebida, através do cargo da esposa de Otto Filho.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte crítica à remuneração de conselheiros do TCE-BA, que ultrapassa o teto constitucional, e levanta questionamentos sobre indicações políticas para cargos em tribunais de contas, com um tom predominantemente negativo.
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