A estratégia do ‘terror’ ou de criação de clima, “o poder e o espelho”, o roteiro original da ‘novela do Tech Office’ e o celular do assassino são assuntos em destaque no Colunaço deste domingo!!!
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Publicado em: Por: O Informante
Sentimento por Entidade:
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Dr. Pêta
O nome é mencionado como o autor da coluna, sem que haja uma avaliação explícita sobre sua pessoa ou ações no texto. A menção é neutra, apenas identificando o autor.
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Carlos Brandão
O governador é retratado como alvo de uma 'estratégia do terror' e 'criação de clima' para seu afastamento, sendo descrito como 'obcecado e pretendido afastamento', 'obcecado e pretendido afastamento', 'desafeto de Dino no Maranhão', 'alvo escancarado' e que 'a pressão aumentou'. Há uma clara percepção de que ele está sendo perseguido politicamente.
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Estado de S.Paulo (Estadão)
O jornal é apresentado como um veículo que publica matérias com 'visível interesse de criar clima' para o afastamento do governador, e que suas publicações são parte de uma 'estratégia alucinada' ou 'arrocho compulsivo'. Há uma conotação de que o jornal está sendo usado para fins políticos.
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Flávio Dino
O ministro é acusado de interferir na política do Maranhão, de ter 'tirado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) o processo do homicídio do Tech Office' e de 'pretender fazer contra o governador Carlos Brandão' uma 'violência judicial, de cunho político'. É descrito como um dos 'dois integrantes [do STF] que não seguem as leis, mas, sim, os seus próprios interesses' e que seu 'disfarce... desapareceu'.
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Alexandre de Moraes
O ministro é acusado de interferir na política do Maranhão, de ter 'decidido sobre o afastamento de governador desafeto de Dino no Maranhão' e de 'pretender fazer contra o governador Carlos Brandão' uma 'violência judicial, de cunho político'. É descrito como um dos 'dois integrantes [do STF] que não seguem as leis, mas, sim, os seus próprios interesses'.
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Eduardo Braide
O prefeito é retratado como um 'amiguinho de dinistas e petistas' que 'faz parte desse esquema' para afastar o governador Brandão, sendo visto como 'o único político capaz de endurecer uma disputa com Orleans Brandão' e que 'insuflar' sua candidatura seria uma forma de 'meter medo' em Carlos Brandão. Sua participação é vista como parte de um plano político.
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Orleans Brandão
O nome é mencionado em uma comparação sobre quem seria capaz de 'endurecer uma disputa' com o prefeito Eduardo Braide, sem que haja uma avaliação direta sobre Orleans Brandão.
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Jornal Pequeno
O jornal é elogiado por ter 'aberto as suas páginas para mostrar ao Maranhão... a violência judicial, de cunho político' e por ter sido 'direto e sem rodeios', expondo um 'incômodo que já não cabia mais em conversa reservada'. A ação do jornal é vista como corajosa.
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O INFORMANTE
O portal é citado como fonte que reproduziu o editorial do Jornal Pequeno e trouxe à tona um 'roteiro original' do caso Tech Office, sem que haja uma avaliação explícita sobre sua atuação.
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Montesquieu
O pensador é citado por uma frase sobre o poder, usada como referência em um trecho de um artigo, sem que haja uma avaliação de sua pessoa ou obra no contexto geral.
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Vinícius Bogéa
O jornalista é apresentado como 'cirúrgico' em seu artigo 'O poder e o espelho', que é reproduzido no texto. Sua análise é considerada pertinente e bem escrita.
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Gilbisson César Cutrim Jr.
O assassino confesso é retratado como peça central em um 'roteiro original' que envolve denúncias graves, com sua versão sendo questionada e sua participação em disseminação de notícias falsas sendo apontada. Sua figura está associada a crimes e manipulações.
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Tech Office
O local é associado a um 'homicídio rumoroso' e a um 'caso' que envolve denúncias graves e investigações políticas, tornando-se um ponto focal de controvérsias e suspeitas.
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Pedrinhas
A penitenciária de Pedrinhas é mencionada como o local de onde Gilbisson César Cutrim Jr. foi retirado, associando-a ao contexto prisional e de transferência de detentos.
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Felipe Camarão
O vice-governador é descrito como 'completamente chamuscado pelas denúncias gravíssimas do Ministério Público', envolvido em um 'roteiro original' com atos que envolvem 'ressuscitar' contas antigas, nomear 'cobrador violento de agiotas', e ter 'contas a acertar com a galera da saúde'. Há fortes indícios de irregularidades e má conduta.
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Arnaldo Melo
O ex-governador é mencionado como parte de uma transição de governo em 2014, sem que haja uma avaliação de sua atuação ou imagem no texto.
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Superior Tribunal de Justiça (STJ)
O STJ é mencionado como o tribunal de onde Flávio Dino teria tirado o processo do homicídio do Tech Office, sugerindo uma intervenção em processos judiciais.
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Tribunal de Justiça do estado
O Tribunal de Justiça do estado é mencionado como o destinatário de informações do Ministério Público sobre Felipe Camarão, sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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COAF
O COAF é citado como fonte de dados encaminhados ao Tribunal de Justiça do estado sobre Felipe Camarão, sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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Ministério Público do Maranhão
O Ministério Público do Maranhão é mencionado como tendo enviado denúncias graves sobre Felipe Camarão ao Tribunal de Justiça do estado, sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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SH Vigilância
A empresa é mencionada como a dona do crédito referente a uma conta 'ressuscitada', sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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Justiça do Trabalho
A Justiça do Trabalho é citada como o foro onde uma dívida da SH Vigilância estava em fase de execução, sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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Gilbisson César Cutrim
O pai do autor do crime é mencionado como dono do jornal Itaqui-Bacanga e como tendo apresentado uma versão sobre tentativa de politização do assassinato, acusando Jefferson Portela. Sua figura está associada ao contexto do crime e às suas repercussões.
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Itaqui-Bacanga
O jornal é mencionado como sendo de propriedade do pai do autor do crime, Gilbisson César Cutrim, sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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Daniel Brandão
Daniel Brandão é mencionado em uma fala de Gilbisson como alguém que não tem nada a ver com o caso, e em outra fala como alguém que a esposa do assassino tentou contatar. Sua figura é associada a uma tentativa de inocentá-lo no contexto do crime.
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Jefferson Portela
O ex-secretário de Segurança é acusado por César Cutrim de oferecer facilidades para livrar seu filho da condenação e de se comportar como defensor de um candidato opositor de Brandão. Sua atuação é vista como suspeita e politizada.
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X (antigo Twitter)
A plataforma é mencionada como um local onde pessoas ligadas ao entorno político de Felipe Camarão estariam atuando de forma coordenada para impulsionar conteúdos distorcidos, associando-a a estratégias de desinformação.
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WhatsApp
Os grupos de WhatsApp são mencionados como um dos canais onde o telefone do autor do assassinato estaria sendo usado para espalhar notícias falsas, associando-os a estratégias de desinformação.
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GAECO
O GAECO é mencionado como preparando uma operação contra perfis falsos suspeitos de atuar de forma coordenada para interferir no ambiente político e eleitoral no Maranhão, sem que haja uma avaliação de sua atuação.
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Assembleia Legislativa
A Assembleia Legislativa é palco de discussões pesadas e de um pedido de CPI para apurar denúncias contra Felipe Camarão, que foi aprovado, indicando um ambiente de conflito e investigação.
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Mical Damasceno
A deputada é descrita como tendo reagido a um colega em rede social e na tribuna, chamando-o de 'alma sebosa' e defendendo que sempre fala a verdade. Sua atitude é retratada como enérgica e direta.
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Rodrigo Lago
O deputado é criticado por ter 'anarquizado em rede social' a deputada Mical Damasceno, que reagiu chamando-o de 'alma sebosa'. Sua ação é vista como provocativa e gerando confronto.
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Palácio La Ravardière
O palácio é associado ao lançamento do programa 'Trânsito Livre de Pobres', que é criticado por priorizar obras para ricos em detrimento de problemas enfrentados pelos pobres, como greves de ônibus.
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Edivaldo Holanda Júnior
O ex-prefeito é mencionado como vítima de cárcere privado por João Bosco Sobrinho Pereira Oliveira e como alguém que assinou algo que Braide não assinou, possivelmente a promoção de profissionais da saúde. Sua figura é associada a eventos passados e comparações com o atual prefeito.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom predominantemente crítico e acusatório em relação a figuras políticas e instituições, com forte viés de denúncia e questionamento de ações e intenções. Há um forte sentimento negativo direcionado a diversos atores e processos descritos.
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