Comemorado em 30 de janeiro, o Dia do Quadrinho Nacional deve ganhar caráter oficial em 2026. Um projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados já...
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Publicado em: Por: Programa Falando Sério
Sentimento por Entidade:
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Dia do Quadrinho Nacional
A menção ao Dia do Quadrinho Nacional é positiva, pois o texto o associa à possibilidade de se tornar lei, reconhecendo sua importância cultural e histórica.
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2026
A data é mencionada em um contexto de expectativa para a oficialização do Dia do Quadrinho Nacional, sem carga emocional específica.
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Câmara dos Deputados
O órgão público é mencionado de forma positiva por ter aprovado o projeto de lei, o que é um passo importante para a oficialização da data.
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Senado
O Senado é mencionado como o próximo passo para a aprovação do projeto de lei, indicando uma expectativa positiva para a continuidade do processo legislativo.
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PL 2.328/2024
O projeto de lei é apresentado como um avanço positivo para a cultura dos quadrinhos no Brasil, com potencial para se tornar lei.
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Juliana Cardoso
A deputada é retratada de forma positiva como autora do projeto de lei e defensora da arte dos quadrinhos, com declarações que reforçam a importância da iniciativa.
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PT-SP
O partido é mencionado como a afiliação da deputada autora do projeto, sem uma conotação específica positiva ou negativa no contexto.
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1984
O ano é mencionado como marco histórico para a comemoração do Dia do Quadrinho Nacional, sem carga emocional específica.
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Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-SP)
A associação é apresentada de forma positiva como a criadora simbólica da comemoração do Dia do Quadrinho Nacional e instituidora do Prêmio Angelo Agostini.
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Prêmio Angelo Agostini
O prêmio é citado como uma das principais premiações para autores de quadrinhos no Brasil, o que confere um caráter de reconhecimento e importância.
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Angelo Agostini
Angelo Agostini é retratado de forma extremamente positiva como um pioneiro da arte dos quadrinhos no Brasil, criador de obras importantes e que dá nome a um prêmio renomado.
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As Aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte
A obra é descrita como a primeira história em quadrinhos brasileira de longa duração e uma das primeiras mundialmente, conferindo-lhe grande importância histórica e cultural.
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30 de janeiro de 1869
A data é mencionada como o início da publicação de uma obra pioneira, sem carga emocional específica.
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Vida Fluminense
A revista é mencionada como o veículo de publicação de uma obra pioneira, o que lhe confere um caráter histórico e relevante no contexto.
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janeiro de 1872
A data é mencionada como o fim da publicação de uma obra, sem carga emocional específica.
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2002
O ano é mencionado como o da publicação de uma coletânea, sem carga emocional específica.
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As Aventuras de Nhô Quim & Zé Caipora – Os Primeiros Quadrinhos Brasileiros (1869-1883)
A coletânea é apresentada como uma publicação importante do Senado que reúne obras pioneiras dos quadrinhos brasileiros, conferindo-lhe valor histórico e de resgate cultural.
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Athos Eichler Cardoso
Athos Eichler Cardoso é mencionado de forma positiva como o pesquisador e organizador de uma importante coletânea de quadrinhos brasileiros.
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Zé Caipora
Zé Caipora é apresentado como um personagem criado por Agostini, com uma longa publicação e diferentes fases, indicando sua relevância na história dos quadrinhos brasileiros.
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Dom Quixote
A revista é mencionada como um dos veículos de publicação do personagem Zé Caipora, sem carga emocional específica.
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Revista Illustrada
A revista é mencionada como um dos veículos de publicação do personagem Zé Caipora, sem carga emocional específica.
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O Malho
A revista é mencionada como um dos veículos de publicação do personagem Zé Caipora e, posteriormente, como a empresa que publicou O Tico-Tico, sem carga emocional específica.
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Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro é mencionado como o cenário onde o personagem Nhô-Quim chega, sem carga emocional específica.
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Império
O Império é mencionado como o contexto histórico em que Nhô-Quim chega ao Rio de Janeiro, sem carga emocional específica.
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junho de 2024
A data é mencionada como o período em que ocorreu uma audiência pública na Câmara, sem carga emocional específica.
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Rick Goodwin
Rick Goodwin é mencionado como um colaborador do Instituto Ziraldo que definiu as bases da arte dos quadrinhos em uma audiência pública, conferindo-lhe um papel informativo e de reconhecimento.
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O Pasquim
O semanário é citado como um clássico onde Rick Goodwin atuou, o que lhe confere um caráter histórico e de relevância cultural.
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Instituto Ziraldo
O instituto é mencionado como o local onde Rick Goodwin colabora, associando-o à continuidade da arte dos quadrinhos.
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5 de maio
A data é mencionada como o Dia do Quadrinho celebrado mundialmente, sem carga emocional específica.
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Yellow Kid
O personagem é citado como inspiração para o Dia do Quadrinho mundial, conferindo-lhe um papel histórico e de referência.
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1895
O ano é mencionado como a criação do personagem Yellow Kid, sem carga emocional específica.
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Laerte
Laerte é retratada de forma positiva como uma cartunista com longa carreira que destacou o papel fundamental dos quadrinhos na luta contra a ditadura e na redemocratização do país.
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Instituto Memorial das Artes Gráficas do Brasil (Imag)
O instituto é mencionado através de sua presidente, que cobrou incentivos para a arte dos quadrinhos, conferindo-lhe um papel de advocacy e reconhecimento.
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Daniela Baptista
Daniela Baptista é mencionada como presidente do Imag, que cobrou incentivos para a arte dos quadrinhos, conferindo-lhe um papel de advocacy.
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Associação dos Cartunistas do Brasil
A associação é mencionada através de seu presidente, que destacou a relevância da arte para a educação, conferindo-lhe um papel de promoção e reconhecimento.
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Jal
Jal é retratado de forma positiva ao citar a relevância da arte dos quadrinhos para a educação e como ferramenta terapêutica, além de mencionar a homenagem da ONU a Maurício de Souza.
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ONU
A ONU é mencionada de forma positiva por ter homenageado Maurício de Souza pelo estímulo à leitura e alfabetização, associando os quadrinhos a um impacto social benéfico.
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Maurício de Souza
Maurício de Souza é retratado de forma muito positiva, sendo homenageado pela ONU por seu papel no estímulo à leitura e alfabetização com a Turma da Mônica.
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Turma da Mônica
A Turma da Mônica é mencionada como obra que estimula a leitura e a alfabetização, conferindo-lhe um papel educativo e de grande alcance.
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Universidade de Brasília (UnB)
A UnB é citada por uma pesquisa que mostrou o papel dos quadrinhos no aprendizado escolar, conferindo-lhe um papel de validação científica e acadêmica para a arte.
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Fundação Casa
A Fundação Casa é mencionada de forma positiva, pois a experiência com crianças e adolescentes desenhando HQs serviu como 'terapia antiviolência', destacando o potencial terapêutico dos quadrinhos.
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Febem de São Paulo
A antiga Febem de São Paulo (atual Fundação Casa) é mencionada no contexto de uma experiência terapêutica com HQs, indicando um uso positivo da arte.
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Livraria do Senado
A Livraria do Senado é mencionada como fonte de publicações raras e gratuitas sobre quadrinhos, conferindo-lhe um papel de divulgação e acesso à cultura.
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Memórias d’O Tico-Tico - Juquinha, Giby e Miss Schocking
A publicação é citada como uma raridade da Livraria do Senado que introduziu o primeiro herói nacional dos quadrinhos infantis, conferindo-lhe importância histórica.
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Juquinha
Juquinha é apresentado como o primeiro herói nacional dos quadrinhos infantis, conferindo-lhe um papel pioneiro e de destaque na história da arte.
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O Tico-Tico
A publicação é mencionada como o veículo onde Juquinha estreou, conferindo-lhe um caráter histórico e de relevância no contexto dos quadrinhos infantis.
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14 de fevereiro de 1906
A data é mencionada como a estreia de Juquinha, sem carga emocional específica.
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J. Carlos
J. Carlos é apresentado como o criador de Juquinha e Giby, conferindo-lhe um papel importante na criação de personagens pioneiros nos quadrinhos brasileiros.
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José Carlos de Brito e Cunha
José Carlos de Brito e Cunha é o nome completo de J. Carlos, criador de personagens pioneiros nos quadrinhos brasileiros.
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Giby
Giby é apresentado como o primeiro afrobrasileiro dos quadrinhos e companheiro de Juquinha, conferindo-lhe um papel pioneiro e de destaque na representatividade.
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Estatuto da Igualdade Racial em Miúdos
A obra é mencionada como uma cartilha em quadrinhos que simplifica o Estatuto da Igualdade Racial, conferindo-lhe um papel educativo e de acesso à informação.
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Lei 12.288, de 2010
A lei é mencionada como o fundamento do Estatuto da Igualdade Racial, conferindo-lhe um caráter legal e de importância social.
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Madu Macedo
Madu Macedo é citada como a escritora que redigiu textos simplificados para cartilhas em quadrinhos, conferindo-lhe um papel de facilitadora da informação.
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Felipe Modesto
Felipe Modesto é citado como o ilustrador de cartilhas em quadrinhos, conferindo-lhe um papel na divulgação de informações importantes.
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ECA em miúdos
A obra é apresentada como uma versão em quadrinhos do Estatuto da Criança e do Adolescente, com o objetivo de facilitar a compreensão dos direitos, conferindo-lhe um papel educativo e de acesso à informação.
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ECA
O ECA é mencionado como a lei que garante direitos às crianças e adolescentes, conferindo-lhe um caráter legal e de proteção.
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Congresso
O Congresso é mencionado como o órgão que aprovou o ECA, sem carga emocional específica.
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Lei Maria da Penha em miúdos
A obra é citada como uma versão em quadrinhos da Lei Maria da Penha, conferindo-lhe um papel educativo e de acesso à informação sobre a lei.
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Constituição em Miúdos I e II
As obras são mencionadas como versões em quadrinhos da Constituição, conferindo-lhes um papel educativo e de acesso à informação sobre a lei fundamental do país.
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O Guarany de José Alencar
A obra é apresentada como um clássico da literatura brasileira adaptado para quadrinhos, conferindo-lhe um papel de difusão cultural e literária.
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José Alencar
José Alencar é mencionado como o autor do clássico literário 'O Guarany', conferindo-lhe um papel de relevância literária.
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F. Acquarone
F. Acquarone é citado como o adaptador de 'O Guarany' em quadrinhos, conferindo-lhe um papel na transposição de obras literárias para a linguagem dos quadrinhos.
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1937
O ano é mencionado como a data original de lançamento de 'O Guarany' em quadrinhos, sem carga emocional específica.
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Agência Câmara
A agência é mencionada como a fonte da notícia, sem carga emocional específica.
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Wilhelm Bush
Wilhelm Bush é mencionado como o criador de 'Max und Moritz', uma das primeiras histórias em quadrinhos conhecidas mundialmente, conferindo-lhe um papel pioneiro.
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Max und Moritz
A obra é citada como uma das primeiras histórias em quadrinhos conhecidas mundialmente, conferindo-lhe um papel pioneiro e de referência global.
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Alemanha
A Alemanha é mencionada como o país de origem de Wilhelm Bush e da obra 'Max und Moritz', sem carga emocional específica.
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1865
O ano é mencionado como a publicação da obra 'Max und Moritz', sem carga emocional específica.
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Sesc Fábrica Pompeia
O Sesc Fábrica Pompeia é mencionado como o local do primeiro evento de comemoração do Dia do Quadrinho Nacional no Brasil, conferindo-lhe um papel histórico e cultural.
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São Paulo
São Paulo é mencionado como o estado onde a AQC-SP está sediada e como cidade onde ocorreu o primeiro evento de comemoração do Dia do Quadrinho Nacional, sem carga emocional específica.
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1985
O ano é mencionado como a data da primeira comemoração do Dia do Quadrinho Nacional e instituição do Troféu Ângelo Agostini, sem carga emocional específica.
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Troféu Ângelo Agostini
O troféu é citado como sendo instituído na mesma data da primeira comemoração do Dia do Quadrinho Nacional, o que lhe confere um caráter de reconhecimento e tradição.
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Curitiba
Curitiba é mencionada como uma das cidades onde o Dia do Quadrinho Nacional é comemorado, sem carga emocional específica.
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Brasília
Brasília é mencionada como uma das cidades onde o Dia do Quadrinho Nacional é comemorado, sem carga emocional específica.
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Porto Alegre
Porto Alegre é mencionada como uma das cidades onde o Dia do Quadrinho Nacional é comemorado, sem carga emocional específica.
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Lei 12.345, de 2010
A lei é mencionada como a que exige debate público para a criação de dias comemorativos, conferindo-lhe um caráter regulatório e processual.
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Lei 2.328/2024
O projeto de lei é apresentado como um avanço positivo para a cultura dos quadrinhos no Brasil, com potencial para se tornar lei.
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Sentimento Geral
O texto tem um tom predominantemente positivo, pois trata da aprovação de um projeto de lei que visa oficializar o Dia do Quadrinho Nacional, reconhecendo a importância cultural e histórica dessa arte no Brasil. Apresenta informações históricas e depoimentos que reforçam o valor dos quadrinhos.
- Muito Positivo
- Positivo
- Neutro
- Negativo
- Muito Negativo
