CNN – País vive uma onda de manifestações em todo o país há duas semanas; mais de 10.600 pessoas foram
Ler notícia completa no site do autor ↗️Número de mortos em protestos do Irã passa de 500, diz grupo de ativistas
Publicado em: Por: Raimundo Borges
Sentimento por Entidade:
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Irã
O Irã é retratado como palco de violentos protestos, repressão e ameaças militares, com um número elevado de mortos e detidos. A situação interna é descrita como instável e tensa.
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grupo de ativistas
O grupo de ativistas é mencionado como fonte de informação sobre o número de mortos, o que confere uma neutralidade à sua menção, embora a informação que divulgam seja sobre eventos negativos.
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CNN
A CNN é mencionada como a fonte da notícia, sem que haja qualquer juízo de valor sobre a emissora em si.
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Donald Trump
Trump é retratado como uma figura que ameaça intervir no Irã e que será informado sobre opções militares, o que o coloca em uma posição de potencial ação, mas a descrição de suas ações é factual e não carrega um juízo de valor explícito no texto.
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Estados Unidos
Os Estados Unidos são mencionados no contexto de possíveis intervenções militares e de apoio a fontes antigovernamentais no Irã, bem como de acusações de fomentarem instabilidade. A menção é factual e não carrega um sentimento direto.
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República Islâmica
A República Islâmica é apresentada como enfrentando os maiores protestos desde 2022, o que indica uma situação de instabilidade e descontentamento popular.
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HRANA
HRANA é citado como um grupo de direitos humanos que coletou dados sobre mortos e presos, sendo uma fonte de informação sobre os eventos negativos.
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Israel
Israel é mencionado como um potencial alvo de ataque iraniano em caso de intervenção dos EUA e está em estado de alerta máximo, monitorando os desdobramentos. A menção é contextual e não carrega um sentimento direto.
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Wall Street Journal
O Wall Street Journal é citado como a fonte de uma informação sobre as opções que seriam apresentadas a Trump, sem que haja juízo de valor sobre o jornal.
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Mohammad Baqer Qalibaf
Qalibaf é citado como presidente do Parlamento iraniano, alertando Washington contra um erro de cálculo e ameaçando atacar bases americanas e Israel em caso de ataque ao Irã. Sua fala é apresentada de forma direta, sem julgamento de valor sobre ele.
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Guarda Revolucionária
A Guarda Revolucionária é mencionada como a organização da qual Qalibaf foi ex-comandante, o que é uma informação factual sobre seu passado.
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Revolução Islâmica
A Revolução Islâmica é mencionada como o evento que levou os atuais governantes religiosos ao poder desde 1979, servindo como um marco histórico para contextualizar os protestos atuais.
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EUA
Os EUA são mencionados em relação a possíveis intervenções militares, apoio a opositores e acusações de instigação de instabilidade no Irã. A menção é factual.
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Mashhad
Mashhad é descrita com imagens de fumaça, incêndios, manifestantes mascarados e destroços, indicando um cenário de conflito e violência.
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Reuters
A Reuters é mencionada como uma agência de notícias que não conseguiu verificar os números de forma independente e que confirmou localizações de imagens, indicando seu papel na cobertura factual dos eventos.
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Instituto Médico Legal de Teerã
O instituto é retratado com dezenas de sacos para cadáveres no chão, indicando um grande número de mortos.
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Centro Médico Legal de Kahrizak
O centro é mencionado com familiares reunidos aguardando para identificar corpos, o que remete à perda de vidas.
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Hezbollah
Hezbollah é citado como um aliado do Irã que sofreu golpes, o que contextualiza o enfraquecimento regional do Irã.
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Hamas
Hamas é mencionado em relação aos ataques contra Israel em 7 de outubro de 2023, que precederam os desdobramentos atuais no Irã.
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Nicolás Maduro
Maduro é mencionado como um ditador venezuelano deposto, no contexto de demonstração de força dos EUA no cenário mundial, o que é uma informação factual.
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Masoud Pezeshkian
Pezeshkian é citado como presidente iraniano, afirmando que Israel e os EUA estavam orquestrando a desestabilização e pedindo para que os jovens não se juntassem a manifestantes violentos. Sua fala é apresentada de forma direta.
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Alan Eyre
Alan Eyre é apresentado como um ex-diplomata americano e especialista em Irã, com uma opinião sobre a probabilidade de os protestos derrubarem o governo. Sua opinião é apresentada como uma análise especializada.
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Gachsaran
Gachsaran é mencionada como uma cidade onde foram transmitidos cortejos fúnebres para membros das forças de segurança mortos nos protestos, o que é uma informação factual.
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Yasuj
Yasuj é mencionada como uma cidade onde foram transmitidos cortejos fúnebres para membros das forças de segurança mortos nos protestos, o que é uma informação factual.
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Isfahan
Isfahan é mencionada como a cidade onde 30 membros das forças de segurança seriam enterrados, o que é uma informação factual.
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Kermanshah
Kermanshah é mencionada como a cidade onde seis membros das forças de segurança foram mortos por 'manifestantes violentos', o que é uma informação factual.
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Marco Rubio
Marco Rubio é mencionado como secretário de Estado americano que discutiu a possibilidade de intervenção dos EUA no Irã com o primeiro-ministro israelense. Sua menção é factual.
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Reza Pahlavi
Reza Pahlavi é apresentado como filho exilado do último xá do Irã e uma voz proeminente na oposição, que observou a bravura dos iranianos e os incentivou a não abandonar as ruas. Sua declaração é de apoio aos manifestantes.
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X
O X (anteriormente Twitter) é mencionado como a plataforma onde Pahlavi escreveu sua mensagem, sendo um meio de comunicação.
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Maryam Rajavi
Maryam Rajavi é apresentada como presidente eleita do Conselho Nacional da Resistência do Irã, que escreveu no X que o povo iraniano retomou o controle dos espaços públicos. Sua declaração é de apoio aos manifestantes.
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Conselho Nacional da Resistência do Irã
O Conselho Nacional da Resistência do Irã é mencionado como o grupo do qual Maryam Rajavi é presidente, sendo um grupo de oposição iraniano.
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Mujahideen-e-Khalq
Mujahideen-e-Khalq é apresentado como outro nome para o grupo de Maryam Rajavi, com um histórico de luta contra os governantes religiosos. É uma informação factual sobre o grupo.
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Benjamin Netanyahu
Netanyahu é citado como primeiro-ministro israelense que discutiu a possibilidade de intervenção dos EUA no Irã e que está acompanhando de perto os acontecimentos, esperando que a nação persa seja libertada da tirania. Sua fala é de acompanhamento e esperança.
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Sentimento Geral
O texto descreve uma situação de violência e repressão no Irã, com um alto número de mortos e detidos. Há menções a ameaças de guerra e instabilidade política. A linguagem utilizada é predominantemente descritiva de eventos negativos, com poucas nuances positivas. O tom geral é de preocupação e tensão.
- Muito Positivo
- Positivo
- Neutro
- Negativo
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