Há 51 anos, dois meses e alguns dias, Josué Montello colocou ponto final na mais densa e robusta peça da sua ampla e rica obra literária, publicada em meados de 1975, o monumental “Os Tambores de São Luís”, um registro alentado e precioso da rica e cruel São Luís escravagista e que virou um clássico
Ler notícia completa no site do autor ↗️Especial: “Os Tambores de São Luís” alcançou meio século como um clássico da literatura de língua portuguesa e consagrando a obra de Josué Montello
Publicado em: Por: Repórter Tempo
Sentimento por Entidade:
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Josué Montello
O texto descreve Josué Montello como um escritor genial, profícuo e importante, autor de uma obra monumental e clássica, elevando-o a um patamar de excelência literária.
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Os Tambores de São Luís
A obra é descrita como monumental, densa, robusta, um clássico da literatura de língua portuguesa, um registro alentado e precioso, genial, definitiva, uma aula magna, e foi reconhecida pela Unesco, indicando uma valorização máxima.
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Damião
O protagonista é retratado como um personagem complexo e central na narrativa, com uma saga trágica e um percurso de superação, cuja trajetória é o foco principal da obra, sendo descrito com qualidades como mente privilegiada e consciência de negro livre.
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São Luís
A cidade é apresentada como palco central da obra, retratada em sua riqueza, crueldade escravagista, e como um empório onde o cativeiro atingiu extremos, sendo um elemento histórico e cultural fundamental para a narrativa.
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Casa das Minas
É mencionada como uma referência espiritual maior para o protagonista, conferindo-lhe um caráter de importância cultural e mística na narrativa.
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Turiaçu
Mencionado como um local onde o protagonista conheceu o cativeiro, sem atribuição de sentimento específico.
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Julião
Descrito como pai do protagonista, líder negro que se rebelou e fundou quilombo, deixando um legado de altivez, o que confere um caráter heroico e de importância histórica.
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Ana Jansen
É retratada como símbolo maior da arrogância escravista e conhecida pela crueldade com que tratava seus escravos, e seu encontro com Damião é descrito como um momento de petulância escravista.
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Sousândrade
É apresentado como um poeta militante do ideário republicano, um sonhador, o que lhe confere um papel histórico e ideológico positivo, embora não seja o foco principal.
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Celso Magalhães
Descrito como um humanista que ousou enfrentar senhores de escravos e como promotor simpático à luta abolicionista, conferindo-lhe um caráter heroico e humanitário.
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Padre Policarpo
Conhecido como Tracajá, é destacado por sua cultura avassaladora e por ser um predecessor do protagonista, além de ser uma rara exceção de membro do clero que não apoiava a escravidão.
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Genoveva Pia
É mencionada como uma negra alforriada que enriqueceu com trabalho duro e usou seu dinheiro na luta pela libertação, conferindo-lhe um caráter de empreendedorismo e ativismo.
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Dona Santinha
É mencionada como uma negra alforriada que enriqueceu com trabalho duro e usou seu dinheiro na luta pela libertação, conferindo-lhe um caráter de empreendedorismo e ativismo.
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Barão
Descrito como genialíssimo, um escravo que nunca apanhou, atuando como consciência crítica de Damião, com lógica cortante e cartesiana, e prevendo o futuro, o que lhe confere um papel de sabedoria e perspicácia.
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Doutor Lustosa
É retratado como um brutal senhor de escravo, dono da fazenda onde Damião nasceu e cresceu, o que o associa diretamente à crueldade e à opressão.
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Nhá-Biló
É apresentada como uma donzela branca que viveu uma tragédia e foi atormentada por delírios sexuais, o que a insere em um contexto de sofrimento e desvio.
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D. Manuel Joaquim da Silveira
O bispo tirou Damião do cativeiro e deu-lhe base cultural, mas não teve força para torná-lo padre, o que sugere uma limitação de sua ação e um impedimento ao protagonista.
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Sotero dos Reis
Mencionado como um professor, sem atribuição de sentimento específico.
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Gonçalves Dias
É mencionado como um poeta mulato que amou uma jovem, mas foi rejeitado pela mãe dela devido ao preconceito, o que o insere em um contexto de amor e frustração.
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Ana Amélia
É mencionada como a jovem pela qual Gonçalves Dias era apaixonado, mas que o rejeitou devido ao preconceito da mãe, sem atribuição de sentimento específico a ela.
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Ana Rosa Ribeiro
É acusada de matar um menino escravo com requintes de crueldade sádica, sendo julgada em um processo com cartas marcadas, o que a retrata como uma figura cruel e injusta.
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Paulo Duarte
É apresentado como um famoso advogado que defendia senhores de escravos, mas depois se tornou um baluarte da luta pela República, indicando uma evolução para uma causa positiva.
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Princesa Isabel
É mencionada como a grande protetora da maioria dos negros, que viam nela sua defensora, conferindo-lhe um papel positivo em relação a esse grupo.
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Luciano Tasso
Criou uma capa genial para a edição comemorativa da obra, o que é destacado como uma providência oportuna e de qualidade artística.
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Casa de Cultura Josué Montello
Responsável pela edição comemorativa da obra, o que demonstra seu papel na preservação e divulgação do legado do autor.
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Unesco
Incluiu 'Os Tambores de São Luís' em uma relação de obras representativas da humanidade, o que confere um reconhecimento internacional e de grande prestígio à obra.
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Sentimento Geral
O texto é altamente positivo em relação à obra literária 'Os Tambores de São Luís' e a seu autor, Josué Montello, destacando sua importância histórica, literária e cultural.
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